Revista Lilás nº1 :: A cusquice Penaliana

Meninos e meninas a prometida Revista Lilás entra em circulação com os tópicos do momento!
Aguardo contribuições para o próximo número.
Etiquetas: chas, Nalgatorius, Sergay
Sergay o Bar#T#Man - No Bordas Alargas - parte II
(Gostaram do Menu seus malandros?Sergay queixou-se que recusaram os convites....)
Apesar da vossa ausência na rambóia do alarganço o jantar foi fenomenal.
Todos os convidados se masturbaram de satisfação, Jonh Brósh, aproveitou a ocasião para apresentar as babetes abdominais, apropriadas no desporto do 5 para 1, um tira meita... um tira nódoas apropriado para roupa e tapeçaria. Noddy quis testar mas perdeu-se no caminho para casa de banho. Rumores alegam que Bo Dasss (o tal desconhecido) e peidófilo, desencaminhou o desenho animado para o Hentai
O Josué Aristóteles prometeu alguns incentivos fiscais e um TGV intestinal mas acabou sodomizado pelo Encalacrador Implacável com um chantily laranja.
Já Sergay, durante a rambóia geral dos seus convidados, engraxou abundantemente, com brilhantina balsâmica, todos os seus pêlos rectais.
Nalgatorius, perante tamanha parada de invertidos, convidou todas as mulheres presentes para uma manáge à treize! Será que se safou?
Alguns repórteres, das revistas lilases mais vendidas neste culto, acompanharam todas as cusquices íntimas desta festarota. Não perca os títulos e alguns resumos na próxima continuação.
Etiquetas: Bolsista_eculojista, chas, Nalgatorius, Sergay
20 Ânus
20 anûs por detrás, na cidade de Berlim
Ninguém parava de guinchar, fazia-se grande pasquim
20 anûs por detrás, na Berlim Ocidental
Abraçava Woody Allen incontinente, a sua filha Oriental
20 anûs por detrás, na unida Alemanha
Aprendiam a perder a guerra, entrefolhos colados com nhanha
Em Novembro de 1989 em Portugal,
Havia um gabinete, a tantos igual.
Para uma aluna decadente,
Olhava o Arquitecto maravilhado.
Porque a realidade, agora de frente,
Não tardava a inverter na ponta do nabo.
Mudança de cassete...
3 palavras... a desgraça de uma vida!
Imortal frase repetida, a do professor cheio de cagança
E nessa fita, protagonizada por sua lança,
Encava nova debutante bem fodida.
O rumor cresceu, perdida a esperança
de abafar o escândalo da sodomia...
Exmo. Arquitecto, com bonomia
com os seus colhões se gaba da destemperança
Mas sem tardança
os cus regressam e de um jorro
o afogam em fecal tsunami de anal vingança!
Etiquetas: Plágios sem validade literária, Uncle Dildo
A praga cor de rosa traz água no bico...
Parece um vulgar desenho animado
Orientado para a temática comercial.
Porém, tem um cariz debochado,
Ordinário, perverso e descomunal!
Transformando as mentes dos petizes...
Alienadora de infantis aprendizes.
E eis que agora não está só...
Lembraram-se pois de pior!
Era apenas uma ave simpática
Orientada para um cariz social,
Percursora de solidário ideal!
Oh... que fizeram da ave carismática,
Lenda da música que todos sabiam de cor...
De trajes modernos está agora
Indumentária e ar provocador
Natal que é feito de ti agora
Assassinado com tal despudor...
Bem vindo ao mundo debochado dos presentes onde há... vibradores, strap-on's e nabões!
Etiquetas: Vitânus
Suissinha-me (dedicado a Steïn, esse peido-romântico)
Suissinha-me
Traição
e todas as marcas me deprimem
e todos os L. caseis me fazem gases
Traição
meu corpo em frisson ao abrir a porta do frigorífico
a colher escavando no escuro da noite
Nunca terei uma pila maior
Nunca terei um mercedes cabriolet
Mas sei que continuarei a correr para a secção dos lacticínios
Quero fugir do batido
Quero fugir da sobremesa láctea
Suissinha-me! *SLURP*
Mas continuarei aqui
agarrado ao Pâturages extra cremoso
Sou aquele que vês
com os cantos da boca sempre brancos...
Traição... (sou uma puta barata, vendo-me por uma embalagem de 500ml)
Meu caminho está no levantar da tampinha
Minha vida é um pack de quatro na minha mão
Deixa-me lamber a colherinha
Suissinha-me!
(Ou então, prontos... contento-me com um Yoko!)
Etiquetas: Plágios sem validade literária, Uncle Dildo
Não me olhes assado!
Não me olhes assado…
...dou-te uma chapada que te viro de lado.
Quando os raios de sol, filtrados pelo nevoeiro matinal, entram pela janela do quarto a acariciarem o meu despertar…
... é quando me abocanhas o nabo entesoado.
Faço zapping, instinto zombi, enquanto os recibos do mês passado voam na brisa do meu flato, para se acumularem num acolchoado tapete ruivo…
...onde a seguir te monto à canzana, até ficarmos com os joelhos queimados.
Os teus enormes olhos negros presos em mim…
..."tásolharpaonde?"
- Porque me olhas assim, caralho?
- Assim como, foda-se?
- Como se esperasses algo de mim!
- Yah, 20 euros pa ir ao Colombo.
Afasto-me, em direcção à janela… A respiração forte e irregular, a minha mão que treme como se fosse exterior a mim o desejo de te partir a cara… Tu apunhalas-me pelas costas, a lâmina desliza por baixo das minhas costelas, provocando um início de hemorragia fatal, para se quedar na minha omoplata… Umas quantas lágrimas humedecem-me o olhar…
Viro-me, cotovelo em riste, e és projectada contra a parede branca do quarto… O nevoeiro da manhã dá lugar a uma névoa escarlate; quebrei-te a cana do nariz, osso versus cartilagem adivinha quem ganhou, poisé, bebé...
Mas a névoa acompanha a cascata, e algo escorre pelo meu flanco (sumo de romã? ideia parva), formando agora uma pequena mancha vermelha no chão branco do nosso quarto.
Afasto-me mais um pouco, num gesto de vergonha, vergonha por ter baixado os meus padrões com uma puta tão reles como tu, a minha mãe é que sabia, só fui contigo pra chatear a velha…
A minha mão esquerda continua a tremer demasiado, tou a ficar com Parkinson, comó Michael J. Fox…
Giro-me em direcção a ti, rodopio shaolin no ar… Verifico quão eficaz é um pontapé na boca quando aplicado com uma bota de biqueira de aço...
Dentes voam como grãos de milho duma maçaroca.
- Não me olhes assim!
- Fuquê? (o tal problema dos dentes)
- Porque me enlouqueces! (novo roundhouse na caixa córnea)
A naifa solta-se da tua mão e flutua, estranhamente, em câmara lenta até ao chão… Onde se instala no peito do teu pé. Uma sacudidela envia a arma voando até à minha garganta. Que artístico! Especialmente porque me acertas em cheio numa carótida.
Algumas gotas de sumo, perdão, de sangue (outra vez a merda da romã...) voaram até às tuas pernas brancas! Ajoelho-me diante de ti e bebo o teu doce sangue, enquanto me desvio das tuas joelhadas. A mancha vermelha do chão continua a alastrar-se, talvez por estar a golfar combustível de duas artérias... Discirno, claramente, que estou fodido.
Começam a formar-se assim como um túnel à volta de mim, estou a entrar em slow-motion...
- Não me olhes assim... (tento dizer, extraindo a faca do meu pescoço.)
- AAaghh! (ela acabou de levar uma facada, só pra saberem.)
- Porque me aleijas! (digo-o sem palavras, nova facada. E mais outra. E outra.)
Moves-te em direcção à cama, começas por desfazê-la como se desmontasses o cenário do nosso pequeno Teatro dos Horrores… Os lençóis encardidos passam a ser outra coisa, uma pasta vermelha, até que tornam o quarto assim mais que... vivo, tásaver?
Enquanto me deito em cima de ti, quase exangue, percebo que...
...não percebo nada. Não consigo lembrar-me de nenhuma metáfora estúpida entre amantes, sangue, e a merda da tal romã...
- Não me olhes assim!
- Porquê?
- Porque me tás morta!
E está, de facto. Os olhos vítreos de cabrito imolado não deixam margem pra dúvidas.
Entretanto eu estou mais pálido que o cu do Billy Idol, e chateia-me a hipótese de, a haver um Inferno, o vou passar com aquela vaca...
E eu, que esta manhã só queria sair à rua pra mamar uma jola e fazer um totoloto...
E eu, que esta manhã só queria que te fosses foder!
Tásolharpaonde?
Etiquetas: Plágios sem validade literária, Uncle Dildo
Os "Trans"
Passam limusinas do Concelho de Estado
Passam táxis com rebarbados
Passam pessoas com ar enojado
Espera-se e espera-se enquanto se é enrabado/a
Aí vem o próximo freguês
Passam pessoas
Passam droga
Passam os "trans"
Os que não anseiam pelo fim do mês
Etiquetas: Plágios sem validade literária, Uncle Dildo
Sergay o Bar#T#Man - No Bordas Alargas
O regresso de Sergay não podia ser mais convidativo do que uma mega party no seu Bar, o Bordas Alargas!
Bar este todo embelezado com bijutaria feminina, loiça das caldas e lingerie dos Village People entre várias paredes espelhadas e puntiformes.
Todos os convidados foram brindados para entradas com Linguados à moda do CDS e licor BuhhhCona.
Sergay trajava umas ceroulas laranja numa camisa de veludo cor-de-rosa, aberta até ao umbigo. Ao peito reluziam colares brilhantes - caracterizando vários formatos penianos. Os pelos peitorais engraxados com brilhantina estavam escovados do externo para fora, um verdadeiro homem de negócios nocturno.
Entre os convidados constava Jonh Brósh, fã e vendedor de Produtos Erotóxicos (ver etiqueta Bolsista_eculojista), Noddy, Bo Dasss (um desconhecido), Josué Aristóteles e o temível Encalacrador Implacável.
O porteiro escolhido, a dedo e a palmos, foi Nalgatorius Erectus, reconhecidamente o mais sobredotado nas lutas do pincel.
(não percam mais detalhes do Bar dentro de alguns segundos... respirem)
No cardápio, premiado pelos GayMantes nocturnos com Duas Pilas Meit And Lind A, constam os reconhecidos cockails:
- Mor and Mer
- Yellow Repuxo
- Bor a Assada
- Hand Punheta
os Shots:
- Dick Ardente
- Lufricado Apont
- Rego a Fundo
os pratos:
- Glúteos de cabrito escalfados com molho de seitãn
- Linguados esturricados em batido de banana mexicana
- Rebentos de soja com puré de batata em molho de tomate descascado
as sobremesa:
- Arreda Pratos em gelado de Baunilha
- Quer é Zana com chocolate
- AbreLotus com Control Natura e frutos silvestres
(no próximo episódio continuo com mais detalhes desta festarola - ouvi dizer que há convites perdidos por aí... ponham-se pau ou a jeito se ele vos vir)
Etiquetas: Bolsista_eculojista, chas, Sergay
Nabo Doce (Chupe já!)
A bela foda p´ra quem não para de albergar
E lhe apetece mais um grande bacanal
A qualidade e o preço baixo do Nabo Doce
E o nosso amor p'lo chavascal!
Venha ao Nabo Doce, que já não é o primeiro
O preço é sempre baixo, temos nabo o ano inteiro
O nabo é do melhor
Quando lhe entra p'lo rabinho
Aqui entra sem mais dor
Porque é metido com jeitinho
Aqui o preço é baixo e entra todo à primeira
No cú da queridinha ou da mais reles rameira
Receita Nabo Doce, é à frente e é atrás!
Aqui o Nabo Doce cresce sempre muito mais, muito mais, muito mais
Venha ao Nabo Doce, no chavascal o primeiro
O preço é sempre baixo temos nabo o ano inteiro
Venha ao Nabo Doce, enterre-o inteiro
O preço é sempre baixo temos nabo o ano inteiro
Nabo Doce, chupe já!
Etiquetas: Vitânus
Canzana na Praia - (Adaptado do Original "Azar na praia")
Esfreganhar-nos na praia, fomos tu e eu
Mas que glande boa me apareceu:
A minha coninha, o penis teu
Quando a moitinha toda estremeceu.
Muito arranhados saímos dali
Eu todo nu, tu assim, assim.
Não tinha dinheiro, carro também não
Viramos a ré, e fizemos serão.
(E ela, coitadinha, muito aflitinha gritava assim: )
Aiiii, fode-me a peida, fode-me a peida!?
Fode-me a peida e vem-te para fora!?
Com os pelinhos todas à mostra
E a merdinha quase de fora…
Muito acastanhados saímos dali
Eu todo nu, tu assim, assim.
Não tinha dinheiro, carro também não
Viramos a ré, e fizemos serão.
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O caso Friputas! Episódio I - Josué Aristóteles
Josué Aristóteles era o presidente da câmara de Chavascal. Poderia ser uma qualquer localidade por esse mundo fora... mas não. Chavascal havia sido construída para desempenhar o papel de primeira (e única) "Cidade totalmente dedicada ao sexo" (vulgo antro de putas). E era assim, entre aquilo que administrava, que Josué gostava de passear... Longas tardes calcorreando cada rua, falando aqui e além com muitas e muitos conhecidos que com ele se cruzavam... Uns com rasgados elogios (e eloquentes felácios), outros com queixas e agressividade (e algumas enrabadelas mais a seco...).
Por vezes parava junto às suas meninas predilectas (Amanda, Josefina, Emengarda, Zé Nandulo...), para uma conversa mais intíma, uma chamada para Tóquio, ou um assunto mais burocraticamente sado-maso.
Aristóteles era uma pessoa de cultura... e conhecimento nas áreas de sua competência. Não foi por acaso que concluiu com distinção uma Grande Foda em Engenharia do Pernil, se bem que há quem afirme ainda que Josué não é Grande Foda e que nunca passou de Meia Foda... o vulgo Enconado em Engenharia do Pernil... Isto antes do tratado de Langonha que veio a mudar todo o rumo destas "engenharias".
Mas Josué não ligava... afirmava sempre que eram cavalgadas contra si, e que não era com qualquer gaita negra que o encavariam. E lá ia fornicando a torto e a direito por cada esquina do Chavascal...
Até aquela fatídica manhã em que chegando ao quiosque central se deparou com aquele jornal... E nada ficou na mesma...
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Os Taberneiros Demoníacos
Bairro Alto 21h35m...
-Abreu estou cheio de fome e não encontro nenhum sítio com preço razoável... Já me estou a passar da marmita...
-Tem calma Barnabé... está ali um restaurante que parece ter preços acessíveis! Entremos!
- Mas Abreu esta merda...
- Que foi?
- Esta merda é uma TASCA!!
- E que mal é que tem hum.... Ai o car... (censurado) ho!!!!! (Grita um homem forte de farto bigode, pança proeminente, e avental manchado acabado de sair de trás do balcão)
- Desculpe não queria ofend...
- Não querias o CAR (censurado) HO!!! Ambrósio, Zé, Fagundes... Toca a cantar o nosso hino, para mostrar quem manda aqui!!!!
(3 senhores de idade, cambaleando, levantam-se da mesa onde jogavam dominó e bebericavam copos de três... Uma marcha surge da telefonia presa a uma parteleira lateral e os 3 começam a disparar os trôpegos versos...)
"Na demanda do rissol
da tradição eles são herdeiros
pelo bem que faz o etanol
eles são, eles são os taberneiros!
Têm pataniscas sem igual
E pregos bem porreiros
numa higiene sem igual
eles são, eles são os taberneiros!
O vinho martelado é certeza
E o pastel reinará
A ASAE será vencida
E a tasca, e a tasca triunfará!!
- Vai então um tinto caseiro, caro cliente...?
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Bolsista e Cu lojista - III - Novos Produtos Erótixos
A bandeirada de Fiscalização do Banco de Portugal não desmotivou John Brósh nos seus negócios. O dia seguinte serviu para lançar no mercado novos produtos abrasivos:
Ar CUdicionado - um Bufadizador industrial com a particularidade de arrefecer ou aquecer o odor a rabiças;
Spread Anal - para quem pretende o spread mais baixo do mercado, pelo menos o mais próximo do zero absoluto;
Cricas da Canção - um festival onde os dotes vocais ficam para m(s)eios planos. Festival destinado a aumentar as audiências masculinas, em dias onde o futebol seja uma concorrência. Possibilidade de testarem técnicas instrumentais do 5 para 1 - o esfregalhar do telecomando - ou acertar a pontaria na sanita durante o intervalo - o repuxo amarelo;
HardIBute - um anti-Halibut para os sadomassoquistas - o ardor nunca foi tão intenso;
HiFode - uma rede social dedicada ao sexo explícito - onde quem se mostra em trajes menores paga para ser visto na rede;
John criou uma grande expectativa nestes novos produtos, vamos ver como o mercado reage!
Etiquetas: Bolsista_eculojista, chas
Ardor na Perdiz - Ai que é cá um ardor (Chavascal Encalacrante da Degradação 2109)
Se é na crica
Encavadela
Se é no cú
Enrabadela
Se entra mal
É foda feia
Se esporrar
É greta cheia
Se rasga o véu
É sorte dele
Se é à cadela
É sodomizar
Se é à noite
É à apalpadela
Se é de dia
É a espreitar
É veloz
O teu nabão
Na boca farta
Ou buraco fundo
E um pintelho
No colhão
Pinta este quadro
Imundo
É que é TODO
Num instante
Encalacrado
O flamejante
E antes que
Ganhe traça
Dá-me c'o malho
Na carcaça
Malha-me
Com a salsicha crua
No lençol
Ou até na rua
Ai que é cá um
Ardor
Que eu sinto
Na rata nua
Etiquetas: Vitânus
Atirei o Pau à Macho
Atirei o Pau à Macho,
mas o Macho, não se rendeu,
Dona Crica, desesperou-se
Com o gemido, com o gemido
Que o macho deu, Uaaauuu.
Ao penetrá-la com o Zé,
virou-se à mula, "de marcha ré",
Ou ela geme, ou ela grita,
ou vem-se agora, mula maldita.Etiquetas: chas, Plágios sem validade literária