Sábado, Fevereiro 02, 2008

Harry Putta e as Ordens de Inex

No capitulo anterior:
"- Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês.

- "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar.

- Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer?

- Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente.

- Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica?"

- A Natureza chamou por mim... e eu não resisti... - confessou ele.
- Como sempre... nunca resistes! És uma nódoa da magia! Nem sei como ainda insistes em depilares miúdas!?

A face de Harry começou a ganhar contornos de agressividade. Maria, apercebendo-se do seu estado espírito, voltou a insistir na sua aparição:

- Então Harry!? Sabes o que estou aqui a fazer?
- Não! O que li de ti não me permitiu chegar a nenhuma conclusão lógica... Sei que tiveste umas aventuras estranhas com um tal de Sergay...
- Cala-te imbecil! És mesmo pobre! Quero aniquilar Inex e por sua vez a
Magia Sexual Tântrica! E vou começar por ti....

Harry conteve a sua agressividade, enquanto, aos poucos, recuperava suas forças.


- E estás à espera do quê? Já o podias ter feito, nem precisavas de gastar o teu tempo...

A sua observação consistiu numa estratégia forçada, para conseguir recuperar o fôlego e arranjar uma saída.


--- Em terrra ---
Inex, preocupada com o seu aprendiz, insistiu na magia dos Guardiões das Orgias Celestes. Algum tempo depois entrou na mente do Harry, certificou-se que estava bem, e do que se estava a passar, pedindo-lhe para queimar algum tempo.

--- De novo com Harry ---
- Achas que eu ia perder o meu maior trunfo para conseguir enfrentar Inex? É a forma mais acessível dela chegar até mim! Para além de que ela em terra é bem mais forte que eu! Aqui eu sou sábia! - respondeu-lhe Maria Inês.

- A Inex é capaz de vencer se quiser, onde quiser! Para além disso, porque haveria ela de vir ao teu encontro? - Harry contra-atacou enquanto Inex lhe começou a transferir energia celestial.

- Vem ao teu encontro, salvar-te! Ela tem uma obsessão sexual oculta por ti, e acredita que com treino a satisfarás eternamente!

Maria acreditava que invocando raiva em Harry conseguiria trazer Inex ao seu encontro, mas Harry tinha filtro de emoções, Inex aplicou-o assim que se ligou mentalmente.

- E achas que eu não sei? Ela é a minha heroína! Eu acho é que tu estás com alguma perversão sexual! Queres possuir Inex? Depois do Sergay ficaste com algum impulso homosexual?

A pergunta deixo-a desarmada, pela primeira vez Maria Inês hesitou.
Harry, com instruções e estimulação prostática de Inex, avançou soletrando:

- "Aurum Brassica rapa fusione vagina maria ines et plovere" (Nabo dourado funde vagina de Maria Inês e chove)

Inês não reagiu, imediatamente a glande Harry ganhou um tom dourado, atingiu os grandes lábios e penetrou-a em Mach 5 (hipersónico). Ela inicialmente ainda esboçou um sorriso de prazer, desintegrando-se logo de seguida, em chuva...

--- Em terra ---

Inex olhou para o céu, as nuvens tinham desaparecido, mas chovia algo, com um cheiro sexualmente apelativo... (as feromonas de Maria Inês - ver Labels)
Rapidamente regressou à realidade e invocou a magia de Fénix , para que Harry chegasse inteiro a terra.

Harry sorriu quando finalmente aterrou e olhou nos olhos de Inex, mas ela não lhe deu tempo para falar, mordendo-lhe os lábios enquanto se despia.
Empurrou-o para o chão, deitou-se em cima dele, enquanto lhe pegava no pénis e o introduzia na sua ranhura...
A Vila adormeceu... e os dois satisfizeram-se em silêncio...
Estavam no Auge da Magia Sexual Tântrica!

(Fim - por agora - já tinha pesadelos com o Harry!!)

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Terça-feira, Setembro 20, 2005

Sergay - O Prostituto de Luxo - Fim

"Foi tudo tão bom…"
Maria saiu sorridente de cima da vitima adormecida na exaustão.
Tinha conseguido dominar o prostituto de luxo, hino da sexualidade. Aquele que todos julgavam ser um precoce abichanado. Inês sabia muito acerca dele … tinha no seu genona a Macho-Alienigenosexualidade, Ganryubiguês, como muitos já ouviram falar.
Maria Inês calmamente caminhou para a porta de saída, deixando um rasto de gosma violeta.

(48 horas depois)

Sergay acordou todo nu, coberto por um líquido violeta. Tal visão fê-lo correr para a banheira, na esperança que porcaria saísse. Esfregou-se com todos os géis de banho que possuía, desde esperma de garanhão, a leite de bode em pimentão-doce, a caganitas de águia-real em ovos podres, mas nada retirava tal substância da pele.

Desiludido secou-se com uma toalha preta, onde tinha estampado a peida de uma gaja qualquer. Com toda aquela distracção quase que não dava conta de uma pequena alteração anatómica. Sua glande estava ao descoberto mas completamente cicatrizada, tinha sido circuncisado.
Sergay completamente desesperado pensou porque teria ela feito aquilo. Ela?! Onde estava ela?! Desaparecera… há quanto tempo, quanto tempo tinha passado? Olhou para o relógio da sala.
- Passaram dois dias?! Que é efeito dela?
Correu na direcção da porta de saída, abrindo-a… quando olhou em frente reparou que no chão havia algo escrito, prolongando-se até si, aliás, até atrás de si.

Caminhou lentamente até ao fim do rasto. Já na rua, completamente nu, começou a decifrar a mensagem que ela lhe tinha deixado. Sem se aperceber lia uma linguagem que nunca tinha lido ou ouvido, mas que percebia como sendo a sua língua materna…
- PUTA! Se te apanho! – Gritou ele ao chegar à cama.
Olhou para a porta de saída com um olhar de raiva.
- “Tua raça não existe, és o cruzamento entre humanos e Ganrybiguês, és um exemplar único que é necessário multiplicar”. Isso é o que vamos ver!- murmurou ele enquanto traduzia o que ela tinha escrito.

FIM
(Continuará se vocês pedirem muito, numa possível nova série: Sergay - O...)

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Quinta-feira, Agosto 04, 2005

Sergay - O Prostituto de Luxo - II parte

Alguns minutos depois a campainha tocou pornograficamente – “Fode-me está fechadura enferrujada!” – Sergay levantou-se, endireitando o pau para o lado esquerdo das calças.
- Quem é?! – perguntou ele enquanto espreitava pelo óculo da porta.
- Maria Inês! – respondeu bruscamente a voz feminina do outro lado.

Sergay hesitou em abrir a porta pois a imagem que vira no óculo era estranhamente desnudada, pensando para si se já teria visão infravermelha, seria uma imaginação muito fértil oriunda das horas de videojogos (Tumba&Monta, Ages of Penetrations, Foda Kombat). Fez uma pausa enquanto ajeitava o colhão direito, que estava em desequilíbrio hormonal, e abriu a porta.

- … Sergay! – gritou Maria enquanto se agarrava fortemente à braguilha dele.
- …Simmm… - Soltando ele um suspiro de excitação.

Nunca tinha sentido tal sensação, em menos de um segundo já tinha o tronco erguido. Para seu espanto Inês despiu-lhe as calças e começou a trincar-lhe a pele dos testículos, aproveitando para arrancar-lhe alguns dos pêlos que tinham escapado à depilação. Tal acto provocou nele múltiplas ejaculações precoces.

- … comooo faaaazes issooo?! – Perguntou ele, reparando na nudez de sua parceira - … comooooo?
- Apurei os meus sentidos sexuais… - respondeu ela – Aqueles ETs eram precoces mas tinham técnicas novas.
- … não era só isso, como consegues andar assim na rua? É que para além disso tens um brilho especial, a tua pele é estranhamente brilhante!
- … Sofreu uma mutação genética com o esperma Extraterrestre, o meu ADN é diferente, a cadeia transformou-se numa esfera com um metal no seu centro, um metal ainda não descoberto na Terra.- explicou ela trincando com força a pele que segurava a glande.
- …Ahhhhhhhhhhhhh.Simmm! Ennntããão é issoooooooo… - gritou sergay, sentindo ejaculações nucleares dentro dos seus testículos.

Aquela reacção fazia brilhar os testículos de Sergay até que quando o brilho atingiu o seu ápice Maria saltou com sua vagina aberta para cima do nabo rochoso de Sergay, e estrangulando-o com os músculos vaginais ultra congelantes.

Sergay nem sentiu, tal era o prazer de toda aquela experiência, mas tinha acabado se ser circuncisado!
(Continua...)

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Sexta-feira, Julho 15, 2005

Sergay - Prostituto de Luxo

Longe estavam os tempos de Gésica, a mestre sexual de Sergay, cobaia nas suas aulas de Higiene Genital I e Espuma Desinfectante I. Aquela mulher proporcionou-lhe grandes momentos de prazer e conhecimentos científicos, ao ponto de, nesse dia ter decidido mudar o rumo de sua vida.

“-Sergay! Que vais fazer quando saíres daqui? – perguntou Gésica, com a tristeza expressa no canto da boca branco – Não voltas?!
- Vou tornar-me um grande empresário de sucesso! E conto com a tua ajuda! – respondeu Sergay prontamente, enquanto salpicava mais alguns vestígios de sémen na cara da sua parceira.
- HOummm… empresário?! Como assim?!
- Sim, empresário! Prostituto por conta própria! – disse ele soltando o último jorro de esperma para o olho de Gésisca - AHHHHHH!
- E contas com a minha ajuda para quê? – perguntou ela enquanto limpava o olho.
- Então, tendo em conta a tua satisfação com a minha campanha de marketing em tua casa, espero que venhas a ser uma das minhas clientes! – concluiu Sergay, limpando o nabo nos cabelos da companheira.”

A recordação era um tributo. Antes não passava de um reles prostituto sem sexualidade definida. As aulas práticas ajudaram-no a apurar os sentidos e conhecer novos prazeres.

Certo dia, numa pausa de trabalho, o telefone tocou eroticamente – “Come-me toda Sergay!! Limpa-me esta crica nojenta!!”- com preguiça estendeu o braço até à cabeceira e atendeu.

- Sergay, ao seu dispor! Quem fala? – perguntou ele na voz mais sensual.
- … estou!? – uma voz tímida do outro lado mal se ouvia.
- Sim, com quem tenho o prazer de estar a falar? Em que posso ser útil? – voltou ele a insistir.
- … olá… meu nome é Maria Inês. – respondeu finalmente a voz feminina.
- Olá Maria Inês. Em que vos posso ajudar?
- É uma longa história… Fui raptada por uns extraterrestres precoces… - começou ela até ser interrompida do outro lado da linha.
- O quê?! Onde se quer encontrar comigo? – Interrompeu Sergay, pensando para si mesmo se teria também herdado as capacidades terapêuticas de Gésica.
- … Não tenho sítio... minha empregada, Jesquina, destruí-me o que mais tinha de precioso, o meu laboratório. Posso ir ter consigo a sua casa? – a voz encheu-se de mágoa.
- Claro! Rua das feromonas universais, nº xxx, vila Nabos de Cima.
- Vou já para aí! - desligando o telefone.

(continua)

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Quarta-feira, Junho 22, 2005

Sergay o desengordurador de cricas

A noite erótica de Sergay estava longe de terminar. Depois do sexo anal com Gésica, decidiu aventurar-se numa dupla penetração. Meteu um cinto com um Strapon e atracou de novo por trás, com o dedo mindinho do pé estimulou o clítoris da sua parceira.
Gésica nunca tinha conseguido chegar a uma incontrolável sessão seguida de orgasmos múltiplos, chamado de eco orgâsmico múltiplo.
O dedo de Sergay estimulava a desenvolvida película de carne erecta de sua amante até se virar para ela, desatracando imediatamente.

- Que é esta merda?! Tens a crica toda porca! Toda engordurada. Não a sabes lavar, sua porca?! – perguntou Sergay algo perturbado enquanto olhava de perto para o clitóris.
- … Estava a ser tão bom! Que foi agora? – respondeu ela ainda a tentar entrar na realidade.
- Ainda perguntas o que foi? Tens a entremeada clitoriana toda mal lavada… não a lavas há quanto tempo?
- Não tenho culpa que o meu cão me acorde lambendo a serapilheira. Mas descansa que está mais limpo que o teu nabo cheio de merda! - respondeu ela frustrada pela falta de sensibilidade orgásmica.
- Pois, realmente… Olha para esta merda! Até o cu está sujo. Porca badalhoca! Há esfregões para limpar isso!
- … O quê?! – gritou ela, sustendo a respiração – Tu lavas o cu com um esfregão?
- Bem… - tentando mudar de assunto – Não… achas?! Estava a brincar. - corando de seguida.
- Conta lá então… Foi o Jójó que te enfiou o esfregão! - perguntou ela com um perspicácia assustadora.
- Na verdade passo sempre todo o meu material por CIF para tirar os vestígios de calcário e uso um desengordurador anti-bacteriano para peles sensíveis. O esfregão é só um fetiche… - continuou corando.
- Vá, vamos lá esquecer este incidente. Sugiro então irmos tomar um banho juntos e discutimos isso lá. – Gésica pegou na mão de Sergay e arrastou-o para a banheira.

Num silêncio higiénico mergulharam juntos no banho de espuma…

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Quinta-feira, Maio 05, 2005

Gésica a curandeira - Final

O quarto decorado com imensas folhas e flores de plantas secas proporcionava um ambiente muito agradável e selvagem. A cama enorme onde cabiam perfeitamente quatro pessoas era dura. No entanto dentro daquele espaço o que mais atenção despertou aos jovens foi o chão, macio como borracha, muito confortável para dormir.

Os jovens sentaram-se no chão e começaram a conversar.

- Ó Jójo, que faço agora?! Ela é mesmo boa pá!! Qual é a técnica de penetração que Bertrand Russel utilizava?! – Perguntou Sergay bastante ansioso.

- Bertrand Russel? Não estas a falar do mesmo homem que eu estou a pensar?! – Responde Jójo bastante confuso com a pergunta – Vamos é esperar que ela volte a entrar. – Concluiu ele.
- Devia estar a confundir com Freud?! Já sei vou fazer um desenho... – Sergay saca de uma folha e um lápis que trazia no bolso de trás das calças e matou a ansiedade em marcas suaves. Em menos de um minuto uma BD completa estava concluída.
- Deixa ver o que fizeste seu “BDniaco”. - Jójo em tom de curiosidade arranca a folha da mão do seu companheiro. Uma bela referência Hentai, em que a personagem principal era Gésica. – Estás mesmo vidrado por ela pá! Vais lá … Partes a bilha toda!

Nesse preciso momento ela entra pelo quarto, ansiosa pelo que ia encontrar. Seus olhos expressivos voltaram-se na direcção dos dois rapazes. Estes ficaram imobilizados quando olharam para ela e ela estava nua.

- É isso que querem? – Perguntou ela adivinhando o desenho que Sergay tinha desenhado.
- Eu não, mas ele parece que sim. – Disse Jójo enquanto se dirigia para a porta e saindo do quarto.

Sergay corou, sem nada dizer, olhando fixamente para os lábios de Gésica, imaginando-a em cima de si.

- Ai é? E o que vês em mim? – Perguntou ela enquanto andava em torno de Sergay, tocando o indicador nos cabelos pretos do rapaz.

- Eu… bem… tenho uma visão meramente filosófica… quer dizer… eu vejo-a como minha deusa sexual. – Soltou ele algumas frases engasgadas pelo cheiro afrodisíaco da sua deusa.

Ela satisfeita pela sinceridade do rapaz pega na cabeça dele e encosta-a aos pêlos do seu sexo.
- Cheira, quero ver o que fazes comigo agora. – Provocou ela, reflectindo as pernas.

Sergay completamente drogado puxa-a para o chão, abre-lhe mais as pernas e lambe-lhe o sexo.

- SIM... Quero algo mais forte. – Ordenou ela no meio de gemidos suaves.

Ele despiu-se todo e com toda sua musculatura saltou para cima da curandeira, proporcionando uma luta Judo-Pornográfica. Gésica satisfeita pedia sempre mais, “mais fundo”, dizia ela.

Sergay num momento de inspiração arquitectónica, pega na sua parceira coloca-a de costas para si e penetra-a violentamente por trás.
- …Q… u… e… po…si..ção… é… est…aaa?- perguntou Gésica completamente histérica.
- Anal Gésica, anal!

E para grande males grandes remédios. Assim se inventou o Analgésico.

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Domingo, Abril 17, 2005

Gésica a curandeira

Gésica era a curandeira mais solicitada na vila de Nabos a Cima. Todos os dramas familiares eram resolvidos por esta sábia. Resolvia as discussões domésticas, os problemas com álcool, os problemas com as vizinhas do lado, o porco que morreu de gula, a galinha sem pescoço que assassinou o galo, enfim, hábitos normais naquela vila provinciana.

Não havia nada que ela não curasse, porém numa bela manhã de Inverno dois jovens encharcados bateram-lhe à porta. (TUC TUC)

- Quem é? Caralho! – Perguntou a curandeira enquanto se dirigia para porta – “Já não se pode fornicar com o cão em paz!?”- pensou ela.
- Olá… - respondeu uma voz baixinha e aguda do outro lado.
- Sr. Gésica, viemos aqui…- continuava o mais alto quando a porta se abriu abruptamente.
- Já sei... a história do costume… – Berrou ela, enquanto saia porta fora encostando seus seios no peito de um dos seus visitantes.
- Mais ou menos. Esta é uma história diferente… - Acalmou Jójo.
- … Eu e o Jójo temos uns problemas. – Continuou Sergay.
- Problemas!? Entrem, estejam à vontade – Disse ela enquanto se desviava para eles passarem.

Encaminhou-os até à sala de estar. Sala decorada com as mais bonitas penas de aves… Um brilho de cor que tornava aquele ambiente bastante leve e acolhedor.

- Podem-se sentar ali no sofá laranja. – Recomendou Gésica.

Ficaram sentados de frente para uma poltrona vermelha, que à primeira vista parecia mais confortável que a deles. Nela a bela curandeira sentou-se cruzando as pernas, claras e depiladas. Apesar dos seus quarenta anos, o seu ar juvenil fazia crer que tinha pouco mais de 20.

Os dois jovens por momentos ficaram em transe com a visão erótica da curandeira.
- Então meus meninos?! Parem de olhar para as minhas pernas e contem-me o que vos trouxe aqui. - Disse ela com a sua voz experiente mas erótica.

- … é complicado falar nisso, é uma questão de sexualidade indefinida, não é bem como na Grécia antiga... – Começou Sergay a divagar, ainda a recompor-se da visão erótica da quarentona.
- Na verdade, é que nós somos pessoas normais, heterossexuais, só que entre nós dois é diferente, quando estamos sozinhos transformamo-nos em... – Continuou Jójo, corado por ter reparado que ela não usava cuecas.
- Sinto que vossas visões eróticas a meu respeito continuam a crescer. Não sei se isso facilitará a observação do vosso problema... Mas o que aconteceu entre vocês afinal? - Interrompeu ela sentindo-se estranhamente observada.
- Tivemos um experiência homossexual dolorosa… nem nos treinos fico assim… - Corou Sergay ao contar a parte mais dolorosa – … mas isso é estranho porque estando aqui a contemplar a vossa beleza, parece que o meu colega não me diz nada. – Continuou ele num tom de malícia erótica. Olhando pelo infinito da coxa.
- Mas não estão sozinhos para puderes dizer isso com tanta certeza. Dispam-se no meu quarto e fiquem lá os dois. Quando achar oportuno aparecerei para fazer o diagnóstico. – Ordenou ela, levantando-se e mostrando-lhes onde ficava o quarto.

( Continua - Não percam o diagnóstico, porque eles também não)

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