Terça-feira, Novembro 20, 2007

Natalidades... tipo tosta!

Sentou-se na poltrona e acendeu o cachimbo. A núvem aromática espalhou-se pela sala aquecida naquela noite de Novembro...

Saltou do autocarro e atravessou a estrada em direcção ao shopping. Uma núvem de dióxido de carbono espalhou-se pela avenida naquela noite de Novembro.

Pegou na tenaz próxima de si e ajeitou o madeiro no lume. As noites estavam frias e nada como o conforto da lareira para aquecer aqueles momentos de ócio aos quais se dedicava antes do jantar.

Agarrou o manípulo e abriu a porta do centro comercial. As noites estavam gélidas, mas porra! Ter que gramar com o aquecimento do shopping só porque a mulher lhe disse para trazer o jantar.

Estava quase a fechar os olhos quando uma carícia no rosto o despertou. Olhou e viu a sua mulher em lingerie vermelha. Ela aproximou-se sentou-se ao seu colo e disse docemente:
- Acho que te vou dar uma prenda de Natal com um mÊs de antecedência... E sorrindo desapertou-lhe as calças...

Estava perdido nestes pensamentos quando um esbarrar violento com um objecto o despertou. Olhou e viu um Pai Natal de esferovite carregado de lâmpadas vermelhas. Ele encarou-o, agarrou-se a ele e berrou:
- Foda-se mas tenho que gramar com o Natal, ainda falta um mês. E num acto de loucura despiu suas próprias calças.

Em movimentos ritmados, preparou-se para a explosão dentro de si... E mil luzes de um prazer imenso o envolveram naquele momento, qual fogo de artificio de paixão... e apaixonado abraçou sua mulher...

Em movimentos raivosos, não controlou a raiva dentro de si... E mil luzes de um curto circuito imenso o sacudiram naquele momento... qual fogo de artifício de electrocussão... e bem tostado caiu em cima de um Pai Natal cinzento...

Acendeu um cigarro e olhou para o marido, dizendo em tom de brincadeira...
- Já viste em que alegria te deixei o salsichão?
- É verdade Maria... Mas quem não gosta??

Pousou a maca e olhou para o médico, inquirindo-o com preocupação:
- Já viu em que estado este tipo colocou o nabão?
- É verdade Amilcar... Está assim tipo tosta!!

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Domingo, Novembro 11, 2007

Realidades... oh, bosta!!

Ajeitou os pensos do capachinho enquanto dava baforadas no seu charuto fumegante... Desceu à cozinha da sua vivenda com vista para o mar, e ao passar pela menina Bebiana, a sua empregada de 22 anos e corpo de modelo, deu-lhe uma forte palmadinha nas nádegas, dizendo “Que noite esta!”. “Cabrão do velho”, pensou Bebiana.

Escarrou violentamente para o penico a sua especturação matinal, enquanto coçava delicadamente o seu rabo peludo e postulento... Fugiu para o quintal enquanto a sua mulher corria atrás de si, em robe, com uma lingerie que até se poderia considerar sexy, mas não num corpo de uma mulher de 137.8 quilos. “Porra, mais uma noite!”, pensou correndo atrás do autocarro da carris.

Entrou no seu topo de gama novinho, e escolheu qual dos seus cartões de crédito, com avultados plafons cobertos, ia usar. “Hum, este deve chegar para a Madame Viviane!”

Por entre o magote de gente do autocarro, tirou a carteira rota e contou os trocos “20 euros e meio... deve dar para meia hora com a Gertrudes Boca Doce!”

Entregou as chaves ao rapaz, com uma nota de 20 euros, que se apressou a estacionar o bólide “Espero que o cabrão do miudo não me risque o carro!”, pensou, enquanto entrava e lhe traziam, apressados, um uísque duplo.

Saltou do autocarro ainda em andamento e embrenhou-se nas ruas sujas e labirinticas daquela zona da cidade, chegando rapidamente ao albergue decadente do último beco. “O que me apetecia mesmo era uma aguardente velha...” pensou. Trouxeram-lhe um traçado num copo baço e partido.

- Fofa, a Madame Viviane já está à minha espera? – perguntou à menina absurdamente pintada do lobby.
- Claro Doutor Alves... Quarto do costume- esclareceu - Algum brinquedo especial?
- Não, não, deixe estar. – respondeu, dando uma palmadinha no rabiosque da menina e entrando no elevador.

- Reinaldinho, a Gertrudes tá por cá? – perguntou ao brasileiro de dois metros que se encontrava encostado a um bidon de cerveja a palitar os dentes.
- Está sim Guedes, mas tem de esperá um momentinho à porta que ela está acabando.
- Tá bom, vou subindo então - respondeu

Entrou no quarto - o espelho da luxúria. Uma explosão de veludos e cetins vermelhos e rosas envolvia Viviane, no esplendor dos seus 23 anos, vestida com um corpete rosa, cinto de ligas e roupão de cetim. Aproximou-se dele, e à medida que o beijava, despiu-o e levou-o para a cama vermelha.

Esperou que um velho saísse, com ar visivelmente satisfeito. O quarto tinha uma carpete castanha bem suja, as janelas com estores bolorentos, tecto com uma lâmpada pendurada, e no centro apenas um colchão com imensas nódoas. Gertrudes, na decadência dos seus 57 anos, flácida e com excesso de pilosidade corporal, limpava a sua boca estranhamente avermelhada.

Quarenta deliciosos minutos... o tempo necessário a vários momentos de prazer naquele ambiente de sonho.

Quatro explosivos minutos... o tempo necessário à Gertrudes tirar a dentadura, começar a sua “especialidade”, e acabar o serviço.




- Boa dia Doutor Alves. Esteve tudo do seu agrado? – perguntou um rapaz de 30 anos, extremamente bem vestido, que aparentava ser o gerente
- Como sempre, meu amigo, como sempre – respondeu, estendendo o seu cartão de crédito enquanto dava longas baforadas no seu charuto.

- Oi Guedes, tudo bom? – perguntou reinaldinho
- Sim, sim, a gertrudes nunca esquece, nasceu ensinada!! – atirou, ainda ofegante, estendendo os quize euros
- Hoje tem desconto, só dez euros... ela não lhe disse?- inquiriu reinaldinho
- Não sabia de nada...
- É que ela está com uma crise de herpes... outra vez. Mas não tem problema não!
- Ohhh, BOSTA!!!

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Sexta-feira, Novembro 02, 2007

Harry Putta em Gaita em Brasa

No capitulo anterior:
"Estendeu as mãos, elas agarraram e começaram a voar.

Lá em baixo a vila desaparecia... à sua volta, orgias molhadas e relampejantes multiplicavam-se... até que ele apagou...

Acordou deitado num espaço branco-acinzentado, com textura a nuvens. Estava nu e tudo era um imenso vazio, sem portas nem janelas.

- “Onde estarei eu?!”

- És nosso prisioneiro, fofinho... Em breve terás uma visita... - ecoaram as paredes.

- Um visita?! Quem? É ela, não é?! - perguntou ele em pânico.

- Ela não! Nós!"


Harry começou a sentir um calor intenso... que vinha de dentro...
Contorceu -se como estivesse a sentir prazer... um prazer diferente... (diferente das habituais piveas matinais)

O estado febril aumentou o fluxo sanguíneo provocando-lhe uma erecção gigante, de tal ordem que duplicou os 16 cm da média e a glande ganhou uma textura diferente, semelhante ao "Cogumelo-falale", muito usado nas fantasias eróticas de jovens biólogos.

Harry estava completamente dominado, em êxtase, ejaculando sem nada fazer, sem nada lhe tocar... sem nada ver! (havia relatos na Vila de que era precoce, mas sem aplicação aqui) E Ejaculando o prazer acontecia....


--- Em terra ---

Inex arrependida do que tinha dito ao seu único herdeiro de Magia Tântrica decidiu ir a seu encontro. Ao sair de casa sentiu um arrepio, um floco de neve caiu-lhe nos lábios, provocando-lhe um gemido de prazer.

-"Ohhhhh Siii!!! Neve dos anjoooos... não! É ela! E raptou o Putta!"
Imediatamente o seus poderes sobrepuseram-se aos seus desejos sexuais, começando a procurar indícios no céu:
-"Nuvens Kamasutricas em movimento!? Onde raio estará ele? Espera, apenas uma está a ter orgasmos explícitos!! Como é que ela consegue tamanho envolvimento da natureza?"


--- De novo com Harry ---
Harry ficou exausto... em menos de 15 segundos tombou e os genitais murcharam, entrando numa fase de sonolência.


- Harry!! - Entoaram novamente as paredes numa voz intemporal - Já me posso apresentar, descarreguei as tuas munições, já não te suicidarás de prazer!

- És ela...? A Maria Inês... - Palrou ele.

- Sim sou eu! Maria Inês! - Apresentou-se enquanto sua imagem se criava dentro do mesmo espaço físico.

Harry começou por ver um ponto de luz, de seguida um foco branco... No contraste eram visíveis curvas femininas, até que finalmente, conseguiu ver um corpo nu... era Maria Inês.


- Glupp... - Engoliu ele em seco.

Harry ficou em silêncio enquanto masturbava o seu intelecto. Nunca tinha visto nada tão perfeito (as meninas das revistas eram amadoras ao lado daquilo), todas as curvas transmitiam erotismo. A pouca pelagem era mágica e ruiva, ao centro fatiavam suculentas curvas que convergiam simetricamente. Harry estava excitado... mas apenas por dentro.

- Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês.

- "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar.

- Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer?

- Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente.

- Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica?


Harry engoliu em seco, já antevendo uma pausa na história....

(não perca a continuação em Harry Putta e as Ordens de Inex)

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