Quarta-feira, Junho 22, 2005

Sergay o desengordurador de cricas

A noite erótica de Sergay estava longe de terminar. Depois do sexo anal com Gésica, decidiu aventurar-se numa dupla penetração. Meteu um cinto com um Strapon e atracou de novo por trás, com o dedo mindinho do pé estimulou o clítoris da sua parceira.
Gésica nunca tinha conseguido chegar a uma incontrolável sessão seguida de orgasmos múltiplos, chamado de eco orgâsmico múltiplo.
O dedo de Sergay estimulava a desenvolvida película de carne erecta de sua amante até se virar para ela, desatracando imediatamente.

- Que é esta merda?! Tens a crica toda porca! Toda engordurada. Não a sabes lavar, sua porca?! – perguntou Sergay algo perturbado enquanto olhava de perto para o clitóris.
- … Estava a ser tão bom! Que foi agora? – respondeu ela ainda a tentar entrar na realidade.
- Ainda perguntas o que foi? Tens a entremeada clitoriana toda mal lavada… não a lavas há quanto tempo?
- Não tenho culpa que o meu cão me acorde lambendo a serapilheira. Mas descansa que está mais limpo que o teu nabo cheio de merda! - respondeu ela frustrada pela falta de sensibilidade orgásmica.
- Pois, realmente… Olha para esta merda! Até o cu está sujo. Porca badalhoca! Há esfregões para limpar isso!
- … O quê?! – gritou ela, sustendo a respiração – Tu lavas o cu com um esfregão?
- Bem… - tentando mudar de assunto – Não… achas?! Estava a brincar. - corando de seguida.
- Conta lá então… Foi o Jójó que te enfiou o esfregão! - perguntou ela com um perspicácia assustadora.
- Na verdade passo sempre todo o meu material por CIF para tirar os vestígios de calcário e uso um desengordurador anti-bacteriano para peles sensíveis. O esfregão é só um fetiche… - continuou corando.
- Vá, vamos lá esquecer este incidente. Sugiro então irmos tomar um banho juntos e discutimos isso lá. – Gésica pegou na mão de Sergay e arrastou-o para a banheira.

Num silêncio higiénico mergulharam juntos no banho de espuma…

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Quarta-feira, Junho 15, 2005

Violência na praia

Estava um sábado solarengo de primavera, o tipo de dia por que qualquer português anseia depois de meses e meses de um Inverno cinzento e exaustivo, para se deleitar com uma boa tarde de praia. Milhares de pessoas aproveitavam ao máximo essa pequena amostra do que muitos gostariam, mas apenas alguns teriam um par de meses mais tarde nas férias de verão. Mas algo se preparava para estragar essa tranquilidade.

Ao início poucos, com o passar do tempo muitos mais, indivíduos de aparência estranha começaram a aglomerar-se de forma suspeita em locais estratégicos da praia. O seu aspecto bastante contrastante devia-se às suas roupas estranhas, envoltas numa escuridão sombria. Aos poucos começaram a atacar os incautos veraneantes.

- Ai filho, que rabinho tão bom!! Papava-te todo!! – atacou uma personagem de bigode um surfista bronzeado

- Com essa camisinha até te dava três ou quatro andares novos esta noite lindinho – lançou um tipo de cabelo ruivo em cuecas de cabedal fio dental

O caos alastrou rapidamente à medida que a turba avançava pela praia. Este tipo de acção, conhecido por Enrabadela ou Enrabão era bastante comum nas praias do Rio de Janeiro. Nem as mulheres e as crianças escapavam à fúria das bichas.

- Sua pindérica!! – berrava um indivíduo de cabelo lustroso e barbicha, puxando os cabelos de uma senhora – O teu marido precisa é de uma mulher como eu, com esfregona e pau de vassoura incluída!!

- Vai lá chamar o paizinho puto – dizia um camionista de camisola de alças branca – tenho aqui um chupa para ele!!

As pessoas, especialmente os homens heterossexuais, tentavam fugir como conseguiam, mas a maioria era rapidamente apanhado quando virava as costas, visto esta ser a principal especialidade dos criminosos.

Quando o desespero parecia ter tomado conta de todos, eis que chegou a polícia. Vários agentes fardados rodearam rapidamente a praia com ar ameaçador, e as vítimas deitadas pela areia tiveram um rasgo de esperança de salvar os seus precisos bens traseiros. Mas, de um momento para o outro, todos os agentes sacaram dos cacetetes e tiraram as calças, ficando de cuecas. Um deles, o agente de maior estatuto, sacou do megafone e disse.

- Vamos lá pessoal, todos comigo: “First I was afraid, i was petrified” – cantou o agente, continuando com a bonita cantilena à medida que os deliquentes na praia agitavam as ancas ao som da música, e os candeeiros acendiam e apagavam.

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Sábado, Junho 11, 2005

Jorro, o herói de todas as pachachas

Era apenas mais um dia e Diego, o alter-ego do nosso herói, descansava enquanto o chefe Gina, capitão da guarda de Francesco Pichota, se deliciava a olhar para as coxas nuas de Diego. Diego engolia em seco enquanto apanhava mais uma estocada do Chefe Gina, tudo para que seu disfarce de Jorro, o empalador de crica não fosse descoberto.
- Sabes que te digo, este negócio de vender pintelheira das aldeãs para as meninas ricas da Europa fazerem as suas carpetes está mal. Acho que alguém ainda irá sair magoado. – disse o chefe Gina com um sotaque de um pais mais abaixo nas Américas.
- Talvez alguém possa parar o Francesco Pichota, talvez aquele galante Jorro venha salvar-nos e impedir que todas as passarinhas fiquem carecas.
- Não sabia que isso te interessava – disse Gina meio desconfiado – Talvez não sejas tão panilas como o Ganryubigu afinal.
- Ups – Pensou Diego – Talvez seja melhor chupar-lhe o nabo um pouco mais para ele não desconfiar.
E assim continuou a panascada mais um pouco até o chefe Gina se ter cansado de dar com a barriga de cerveja no cu de Diego.

Ao fim de algum tempo, quando Diego já se conseguia sentar no cavalo, vestiu o seu fato de herói, fez um minete à empregada Bernarda e partiu em direcção à mais alguma cona (Porco!!! – não se dizem asneiras). Ele tinha de parar o diabólico Francesco Pichota de rapar as aldeãs mas como?
Felizmente, Jorro podia sempre entrar à socapa na casa de Pichota através do quarto da filha, Suga Pichota (lamento que o nome seja assim mas a rapariga tem de ter o apelido da família – se bem que Francesco não seja o pai mas isso é outra história que não é para aqui chamada. Suga é filha de um romance entre o travesti do Batuma e Maria Inês). Suga adorava Jorro, tinha por ele uma adoração que a levava a trair a família Pichota e a dar tudo o que tinha para Jorro. O nosso herói aproveitava-se desse facto para ver os planos que o Pichota mor tinha e assim, mais uma vez, Jorro havia de conseguir triunfar.
E assim foi, ao cair da noite ele entrou no quarto de Suga onde se ouvia um grande suspiro, era Suga que se dobrava nas noites solitárias e não pode evitar Jorro que a viu nua como veio ao mundo, com a sua pelagem rapadinha, e seus líquidos quentes a escorrerem para o chão.
- Peço desculpa Jorro, não pises ai que está sujo. Desculpa mas deram-me os vómitos enquanto estava na cama, acho que comi algo que me fez mal.
- Não faz mal minha querida, o Jorro vai-te dar algo para curares o teu estômago. Algo quentinho que te sossegue imediatamente. Mas vais ter de me fazer um favor: tens de me deixar espreitar no teu buraco.
- Mas Jorro, e se meu pai descobre? O meu buraco deve permanecer secreto.
- Não fiques assim. Dom Pichota não vai descobrir o teu buraco, eu não lhe direi, só quero espreitar pelo buraco do teu quarto para o gabinete dele, ver se descubro o que ele planeia.
- Então não faças muito barulho que a minha mãe ainda agora esteve lá dentro a gritar com ele. Devia estar sem palavras tal era a zanga porque só a ouvia suspirar e a dizer “ Vá, bate-me Pichota!! És um porco Pichota! Com um Pichota assim não preciso de mais para ficar dorida”, por isso ela devia estar mesmo chateada.
- Minha querida Suga, tenho de te ensinar uma coisa ou duas – pensou Jorro enquanto olhava pelo buraco.
- Não pode ser, é impossível!!!!

Que será que Jorro viu? Terá sido um plano diabólico de Pichota para trilhar as cricas alheias ou será que Jorro viu finalmente Suga de pernas abertas e achou que uma rapariga tão inocente não devia ter uma passarinha tão escancarada?

Não percam o próximo episódio porque nós também não (Jorro ZZZZZ, herói a chupar. Jorro ZZZ, agora a crica vai queimar).

Quinta-feira, Junho 09, 2005

A cana

Sentado à beira rio, esperando o sol de verão, Pirilau, sobrinho do senhor Batuma, estendia sua cana na esperança apanhar alguma coisa.
Ainda era aprendiz na arte da cana, todos os dias de madrugada lá iam eles todos contentes, sentavam-se à beira do rio ainda a lua ia a meio. Seu tio fazia-lhe festinhas na cabeça para dar-lhe algum apoio… A arte de erguer a cana era uma tarefa que só um mestre como Batuma podia ensinar.
- Pirilau, solta ai a tua cana com agilidade! Mostra o que és capaz de fazer com ela. – dizia ele muitas vezes em tom brincadeira.
- Mas eu não tenho força para segurá-la! – o pobre rapaz não aguentava tais aventuras, era muito jovem – segure o tio por mim!
- Ó puto, nem pareces meu sobrinho caralho. – disse Batuma demonstrando o apoio que sempre deu – até um maricas segura isso melhor que tu!
O miúdo baixou os olhos e num acto de fúria fez voar a cana para dentro de água.
- Que fizeste tu seu filho da puta, puto de um raio? – o velho em tom raiva solta um soco amigável na criança – Agora vais buscá-la a nabo… a nado!
- O tio só faz isto para me tocar, é um pedófilo, um paneleiro. Eu bem vejo como olha para os outros miudos. Quer que eu segure a cana?! E passa a noite todo nu ao meu lado para quê?
O rapaz vira costas e começa a fugir.

- “o puto tá maluco… Eu que lhe dou tantos chupas e preservativos…” – respondeu o senhor ainda meio branco – Anda cá, eu estava a brincar contigo. Só queria fazer de ti um grande homem…
- Um quê!? – Interrompeu o puto já longe – Ninguém ensina o que não é!

E ali ficou o homem com uma mão na cana e outra a agitar… frustradamente, como a noite que teimava em desaparecer.
O puto, em casa com umas miúdas saltava violentamente, demonstrando categoricamente a arte “pichatória”. Um verdadeiro apreciador do bacalhau c’malho…

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Quarta-feira, Junho 08, 2005

Sissi VII - The Winds Of Doom Blow Again

Lost in the middle of New York, Ganryubigu thought to himself he should stop tampering with the evil of this world. That was until the sikh cabdriver recalled him from his hill-billy stupor:
" - Very well, sahib, we're right here, at Ground Zero!"
Ganryubigu stood outside the cab, impressed by the negative energies that were flowing around him.
" - There is... a lot of pain... in this place..."
" - Of course it is, it's Ground Zero!"
" - Ground... Zero?"
" - Yes! World Trade Center! Airplanes! Big Ka-boom! What silly world are you living in?"
" - I... I don't know, I..."

Again came the painful memories of his exile in another realm, a desert of dreams, in which each step took him further and further away from Sissi, the Agonizing Harlot.

" - Hey, sahib, the ride's 7$, I don't drive this thing for free you know?"
" - Here, good man." Ganryubigu gave him a tenner he snitched from Freitaz's wallet.
" - Keep the change, you filthy animal, and a happy new year!"
The cabby stared at him for a moment, then drove away as fast as he could.

Ganryubigu sensed the angry spirits around him, claiming for vengeance.

" - Get off! Get off me, you perverts! Go sneak up japanese schoolgirls' panties!"

The ghosts kept creeping, unrelenting.

" - Your ass... we need your ass..."
" - Hot anus... hot anus..."
" - Brown little hole... so g-good..."

" - 'Tha fuck? I'm outta here!" Gayryubigu started running to the nearest subway entrance when a cold wind chilled his bowels and shrinked his wiener into the size of a pigmee shrimp.

" - Wah wah wah! You cannot escape the Sodomite Phantoms of Kibomo!"

" - What? What are you doing in this disaster area?"
" - Well, we held a franchise in the WTC, second tower, 63rd floor. You know, bondage, spanking, amateur videos, that kind of stuff. If it ain't homo, it ain't Kibomo! Nice motto, heh?"

" - Huh, yeah... I guess..."

" - But now we're trapped in the netherworld, with no knowledge of pleasure or pain!" - the ghost shrieked anguishly - "The only way of bringing back those feelings is by possessing your..." But Ganryubigu already knew the rest of the answer.

" - No way, Rosé, I ain't servin' as a blow-up doll for a bunch of undead sex freaks!"

" - You need not to bother on that, for it is already too late for you to escape! Muahaha!"
Ganryubigu found himself invaded by an evil wind, a presence that forced it's way up his rectum. But he would not falter to such ethereal rape, for he was Ganryubigu, heir of the Limpoku-Ryu, Master of The Gaping Fist.
No, he was standing none of this!

With unhuman strenght, he squeezed the pervert ghosts off his annal cavity. They came out packed up in feces, still not believing a mere mortal could offer such resistance.

" - You... you bastard! How dare you treat the Sodomite Phantoms of Kibomo like this? Such arrogance wiil be paid a thousand-fold upon your sorry cornhole!" uttered the angry, stinking, shit-dripping spectres.

" - Oh yeah? What about that methane cloud?"
" - What?" - the ghosts spoke fearfully, now.
" - Bite me." With a look of contempt, Ganryubigu unleashed a fireball that ignited the mist of flatulence the spectres where sitting in. The flames combusted their damned souls, as they yelled horrible curses at a laughing Ganryubigu.

" - Ahhshhgghh killyouimgonnakillyouaagghhhhHH"
" - Ahhhgghttfc cfrgfhergagtnio"
" - Ooooh that tickles"

The last of the phantoms went away with a puff of smoke, as the fire extinguished.

"Looks like I was able to bring some peace to their troubled souls, after all." Ganryubigu thought to himself, sitting down exhausted.
" - Ouch! My butt hurts."

(to be CUNTinued)

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