Terça-feira, Novembro 10, 2009

20 Ânus

20 anûs por detrás, na cidade de Berlim
Ninguém parava de guinchar, fazia-se grande pasquim

20 anûs por detrás, na Berlim Ocidental
Abraçava Woody Allen incontinente, a sua filha Oriental
20 anûs por detrás, na unida Alemanha
Aprendiam a perder a guerra, entrefolhos colados com nhanha

Em Novembro de 1989 em Portugal,
Havia um gabinete, a tantos igual.

Para uma aluna decadente,
Olhava o Arquitecto maravilhado.
Porque a realidade, agora de frente,
Não tardava a inverter na ponta do nabo.


Mudança de cassete...


3 palavras... a desgraça de uma vida!
Imortal frase repetida, a do professor cheio de cagança
E nessa fita, protagonizada por sua lança,
Encava nova debutante bem fodida.

O rumor cresceu, perdida a esperança
de abafar o escândalo da sodomia...
Exmo. Arquitecto, com bonomia
com os seus colhões se gaba da destemperança

Mas sem tardança
os cus regressam e de um jorro
o afogam em fecal tsunami de anal vingança!

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Domingo, Novembro 08, 2009

Suissinha-me (dedicado a Steïn, esse peido-romântico)

Suissinha-me

Traição
e todas as marcas me deprimem
e todos os L. caseis me fazem gases
Traição
meu corpo em frisson ao abrir a porta do frigorífico
a colher escavando no escuro da noite

Nunca terei uma pila maior
Nunca terei um mercedes cabriolet
Mas sei que continuarei a correr para a
secção dos lacticínios
Quero fugir do batido
Quero fugir da sobremesa láctea
Suissinha-me!
*SLURP*

Mas continuarei aqui
agarrado ao Pâturages extra cremoso
Sou aquele que vês
com os cantos da boca sempre brancos...
Traição... (sou uma puta barata, vendo-me por uma embalagem de 500ml)

Meu caminho está no levantar da tampinha
Minha vida é um pack de quatro na minha mão
Deixa-me lamber a colherinha

Suissinha-me!
(Ou então, prontos... contento-me com um Yoko!)

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Não me olhes assado!

Não me olhes assado…


...dou-te uma chapada que te viro de lado.


Quando os raios de sol, filtrados pelo nevoeiro matinal, entram pela janela do quarto a acariciarem o meu despertar…


... é quando me abocanhas o nabo entesoado.


Faço zapping, instinto zombi, enquanto os recibos do mês passado voam na brisa do meu flato, para se acumularem num acolchoado tapete ruivo…


...onde a seguir te monto à canzana, até ficarmos com os joelhos queimados.


Os teus enormes olhos negros presos em mim…


..."tásolharpaonde?"




- Porque me olhas assim, caralho?
- Assim como, foda-se?
- Como se esperasses algo de mim!
- Yah, 20 euros pa ir ao Colombo.


Afasto-me, em direcção à janela… A respiração forte e irregular, a minha mão que treme como se fosse exterior a mim o desejo de te partir a cara… Tu apunhalas-me pelas costas, a lâmina desliza por baixo das minhas costelas, provocando um início de hemorragia fatal, para se quedar na minha omoplata… Umas quantas lágrimas humedecem-me o olhar…


Viro-me, cotovelo em riste, e és projectada contra a parede branca do quarto… O nevoeiro da manhã dá lugar a uma névoa escarlate; quebrei-te a cana do nariz, osso versus cartilagem adivinha quem ganhou, poisé, bebé...


Mas a névoa acompanha a cascata, e algo escorre pelo meu flanco (sumo de romã? ideia parva), formando agora uma pequena mancha vermelha no chão branco do nosso quarto.


Afasto-me mais um pouco, num gesto de vergonha, vergonha por ter baixado os meus padrões com uma puta tão reles como tu, a minha mãe é que sabia, só fui contigo pra chatear a velha…
A minha mão esquerda continua a tremer demasiado, tou a ficar com Parkinson, comó Michael J. Fox…


Giro-me em direcção a ti, rodopio shaolin no ar… Verifico quão eficaz é um pontapé na boca quando aplicado com uma bota de biqueira de aço...
Dentes voam como grãos de milho duma maçaroca.


- Não me olhes assim!
- Fuquê? (o tal problema dos dentes)
- Porque me enlouqueces! (novo roundhouse na caixa córnea)


A naifa solta-se da tua mão e flutua, estranhamente, em câmara lenta até ao chão… Onde se instala no peito do teu pé. Uma sacudidela envia a arma voando até à minha garganta. Que artístico! Especialmente porque me acertas em cheio numa carótida.


Algumas gotas de sumo, perdão, de sangue (outra vez a merda da romã...) voaram até às tuas pernas brancas! Ajoelho-me diante de ti e bebo o teu doce sangue, enquanto me desvio das tuas joelhadas. A mancha vermelha do chão continua a alastrar-se, talvez por estar a golfar combustível de duas artérias... Discirno, claramente, que estou fodido.
Começam a formar-se assim como um túnel à volta de mim, estou a entrar em slow-motion...


- Não me olhes assim... (tento dizer, extraindo a faca do meu pescoço.)
- AAaghh! (ela acabou de levar uma facada, só pra saberem.)
- Porque me aleijas! (digo-o sem palavras, nova facada. E mais outra. E outra.)


Moves-te em direcção à cama, começas por desfazê-la como se desmontasses o cenário do nosso pequeno Teatro dos Horrores… Os lençóis encardidos passam a ser outra coisa, uma pasta vermelha, até que tornam o quarto assim mais que... vivo, tásaver?
Enquanto me deito em cima de ti, quase exangue, percebo que...
...não percebo nada. Não consigo lembrar-me de nenhuma metáfora estúpida entre amantes, sangue, e a merda da tal romã...


- Não me olhes assim!
- Porquê?
- Porque me tás morta!


E está, de facto. Os olhos vítreos de cabrito imolado não deixam margem pra dúvidas.
Entretanto eu estou mais pálido que o cu do Billy Idol, e chateia-me a hipótese de, a haver um Inferno, o vou passar com aquela vaca...


E eu, que esta manhã só queria sair à rua pra mamar uma jola e fazer um totoloto...


E eu, que esta manhã só queria que te fosses foder!


Tásolharpaonde?

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Os "Trans"

Passam limusinas do Concelho de Estado
Passam táxis com rebarbados
Passam pessoas com ar enojado
Espera-se e espera-se enquanto se é enrabado/a
Aí vem o próximo freguês
Passam pessoas
Passam droga
Passam os "trans"
Os que não anseiam pelo fim do mês

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Quarta-feira, Junho 18, 2008

Interlúdio Encalacrável

Faremos aqui uma pausa na hecatombe espácio-temporal, que tão garbosos valentes nos tem roubado na flôr da vida, mercê dum ignóbil estratagema digno de H.G. Wells e Dona Branca.
Debrucemo-nos agora sobre o corpo moribundo do nosso herói, o (que já não chegará a ser Guarda) Régio, enquanto meditava nos acontecimentos que o tinham levado (e feito levar) àquela mísera condição...

(Música dos ARAKETU - Lírica de Oscar Alho)
"Mal encalacrado/
Você mi deixoouu/
Mal encalacrado/
Você m'abandonoou..."

"Então volta/
mi surpreendi por ditráis/"
Sua vassoura mi fez tão feliiiz..."

*cof! cof!*
A gargantinha de Régio (pra não falar do restante tracto digestivo) estava particularmente irritada, nem com Tuntum Verde ia lá... Aquele humanóide tinha deixado muitas farpas com a sua vassoura , mas a maior permanecia no seu curação...
Nunca mais o iria ver, nem teria oportunidade de lhe agradecer por lhe ter aberto os horizontes...
Noutro tempo, um futuro Guarda Régio começou a olhar com redobrado interesse para o pacote do seu colega Esteves. "Que diabo, o gajo até é giro... Como é que eu nunca reparei nele antes?" Imediatamente largou a peganhenta revista hentai e seguiu o companheiro, trauteando um tema dos Village People, enquanto aquele se dirigia para os urinóis...

No tempo presente outras coisas se passam. Junto a Régio, uma dobra temporal (estranhamente vulvesca) abre-se, deixando sair um desgrenhado motoqueiro. Sem mota.
Pois este não era senão Ganryubigu, o MadMax Peidimensional, perdido num arco narrativo desprezado pelo autor, ainda e sempre em busca do seu amor perdido, Sissi, a Imperatriz da Crica!
"Epá, qu'é que t'aconteceu?" - disse ele para o prostrado Régio.
"Fui encalacrado, e mal..."
"Estou a ver... Sabes que ainda posso fazer algo por ti."
"Não creio... E-estou muito mal... Devo ter de ser velado com a tampa fechada, todos terão vergonha do modo como fui...*cof!* Menos eu! Finalmente vi a luz!"

O brilho da compreensão faíscou nos olhos de Ganryubigu. Também este pobre desgraçado tinha sido iluminado! A Estimulação Próstica poderia chegar a qualquer um!

"Vejo que foste abençoado. Mas o teu corpo não teve capacidade para albergar tamanha benção. Tratarei de te libertar deste sofrimento..."
E antes que Régio tivesse tempo de balbuciar um "obrigadinho", o punho flamejante de Ganryubigu rasgou o ar da noite e as suas entranhas, cauterizando os ferimentos de Régio e proporcionando-lhe um segundo Nirvana, este final e redentor.
E entesador, pois o corpo de Régio, agora miraculosamente regenerado, equipava uma valente erecção!

"Parece que sempre te vão velar com a tampa aberta."

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Sexta-feira, Maio 09, 2008

Guerra de Nabãos

Um cheiro a fritos banhava aquele fim de tarde. No alto do Monte da Caparica, junto à barraquinha da Dona Crosta, cuja relva ia perdendo os tons verdes dos tempos em que ainda nenhum caloiro bêbado se lembrara de lhe vomitar em cima, encontraram-se finalmente, após todos aqueles anûs. Olharam-se olhos nos olhos e o que viram no olho do outro (LOL!) foi uma escuridão imensa (Ojos negros, larari raraa...). Olharam-se como os irmãos Nabão que eram. Como irmãos que não encavavam uma franguinha em conjunto havia já muito tempo, demasiado tempo... Fosga-se, já tinham comichão nos c*****s! Tempo em que haviam deixado que os seus nabões se travassem de razões para um "Doubleteam", um pouco por toda a parte, por um motivo que já nem era claro nem para um, nem para o outro (Herpes? Piolho púbico?).

Ao seu redor os professores e os veteranos banqueteavam-se de folhados azedos e croissants de duas semanas...Parecia impossível, mas da pandilha original apenas restavam eles os dois. Naquele campus, onde durante incontáveis semestres caloiras riparam, repetentes gozaram, monumentais orgias de fim de ano entraram para a História, apenas dois restavam da Irmandade Original, a Fraternitas Naborum, seu objectivo último a "Guerra à Guelra" em todas as vertentes (de lado, de frente, upside-down, etc). Eles os dois, os membros originais (ROFL) que haviam começado aquela carnificina de crica, seriam também quem acabaria finalmente com ela.

Soprou um vapor nauseabundo da cozinha da Dona Crosta que fez lacrimejar todos os presentes. Não diziam nada, só coçavam o pacote. Não sabiam bem o que procurar na cara do outro. Podia ser que se lessem, podia ser que travassem um duelo mental, um caleidoscospe-o de posições kama-sútricas em que ambos se tentavam ultrapassar, enquanto houvesse grêlo intacto pra escavacar.

Não houve, há, nem nunca haverá à face da Terra quem possa medir a proeza sexual dos dois irmões. Só Deus, isto é, Eusébio, se algum dia diante d’Ele se encontrarem, os poderá ajuizar. As histórias que circulam rezam que a guerra durou tanto porque o próprio Diabo (i.e. José Veiga) os expulsou do Inferno Vermelho. Ele, que teve de "subir a pulso", era incapaz de admitir a presença de dois marmajos que nunca tiveram de bater uma pívia (a ninguém) na vida!

Ninguém diria no entanto que se enfrentavam os dois seres mais libidinosos, mais potentes que já fornicaram à face da Terra. Ambos pareciam jovens, mas cansados. Via-se que o peso de muitas quecas lhes vergava as costas, e não só. Via-se nas olheiras, no seu ar de tísicos, que os seus organismos estavam à beira duma exaustão mortal.

Um clamor surgiu então no Monte. No campus em redor, os alunos pareceram levantar-se da relva onde fingiam que estudavam o dossiê, os seus telemóveis a gravar (youtubi!), os seus nabos pendurados e inertes mas as suas gónadas a clamarem por paz (PÁS! PÁS!). Ambos os irmães souberam o que os voyeurs queriam e ambos viram aí o prenúncio do que aconteceria... perceberam então que todos estes anos a malhar em conjunto mais não fizeram que adiar o inevitável. Teriam de ser eles a acabar com o derramamento de sangue rectal. A altura de mandar outros para o hospital pra levar pontos no buraco tinha acabado...

Começou o das calças pretas por retirar as mesmas. Ficou nú, segurando apenas um boné à frente do pirilau, que as verrugas tinham voltado em força e ele tinha vergonha que as vissem. A sua arma era mais para ser usada como moca e como espeto (!) do que como objecto de cortejamento.
O das calças brancas pareceu anuir ao desafio e retirou a sua roupa, ficando a segurar uma espada de carne em tudo idêntica à do seu irmão de sangue virginal. Olharam-se mais uma vez longamente. Não havia entre eles repulsa, havia sim algo que os impedia de se lançarem um contra o outro. Finalmente, depois de tantos rios de nhanha derramados em cavidades alheias perceberam que mocar só era fácil quando não é o nosso cu o sacrificado. Avançou então um, difícil dizer qual no meio do fedor das coxinhas de frango (que de frango só tinham a cartilagem), e o outro respondeu com um passo igualmente seguro em frente.

O vento flatulento era agora mais forte, mercê da dieta gordurenta dos imbecis que passam pela fina-flôr académica, e trazia as vozes dos milhares de pós-adolescentes frustrados que clamavam por pinocada... Já ninguém defendia o encavanço de um dos irmões, mas sim a enrabadela mútua de ambos! E estes sentiam um frio nas nalgas maior do que aquele que lhes arrepiava a pele do escroto. Naquele momento era algo maior que eles que ali estava em questão. Apenas eles haviam sobrevivido ao esgotamento sexual, não porque fossem impotentes, isso não, ambos investiam de pé, na frente dos seus colegas, não, a explicação era outra... Ambos haviam sido treinados pela mesma Maestrina, a maior cabra do seu tempo e ambos haviam sido os seus melhores (e maiores) discípulos. Papavam todas as gajas que lhes aparecessem pela frente em qualquer posição, esporravam-se e voltavam à carga as vezes que lhes apetecessem, o rol de pito (e não só) alargado não tinha fim...
Mas eles foram longe demais, e uma noite em que ambos testavam uma manobra favorita - o famigerado DoubleAnal - numa caloira de Ambiente particularmente elástica, não conseguiram deixar de ignorar a insistente fricção de nabo com nabo, algo que os deixava tão ou mais excitados que a estreiteza daquela anilha gulosa.
A partir daí, o recalcamento a que ambos se votaram não mais os abandonou e foi fonte de infortúnio para mais do que uma bilha.

Muitos anûs (outra vez? já começa a ficar gasto...) haviam passado e ambos haviam liderado a sua Fraternidade Nabesca, cujos membros eram recrutados com promessas de boca, cu e cona, mas sem revelar a ninguém o seu treino sexual, a Guerra da Guelra tornou-se na Espanholada Eterna, travada entre duas tetas maiores do que a imaginação consegue visualizar e sempre com dois nabos eternamente hirtos a liderar. Dizia-se que era uma luta entre o Pás e o Tau, com o Tau sempre a seguir ao Pás(PÁS PÁS! TAU TAU!). Tinha havido mais do que uma foda digna de figurar nos Anais da História (LMAO!) mas aquela, no Monte Nalguedur, euh, da Caparica, seria a última, as piças invencíveis conheceriam hoje a derrota.
À medida que se degladiavam em duelo fálico o cansaço apoderava-se de ambos por igual medida. A cada um a gaita ia sugando o que lhe restava de vida e fluido seminal. As suas próstatas fumegavam, ansiando por um alívio que não (se) viria. Os colhões protestavam, azuis de esforço.
Continuaram naquela esgrima punhetesca por dias e dias até que finalmente e em simultâneo, fodidos pelo embaraço ("buuuh", "grandes bisnagas que me saíram" e "afinal vai ou não vai haver nabão?"), tiveram o mesmo movimento em falso... Ou pelo menos tão em falso como um prisioneiro deixa cair o sabonete de costas para o seu musculoso companheiro de cela...

Ainda hoje é visível a estátua, no átrio do Edifício VII. Nela está captada, num instantâneo obsceno, o abraço fatal dos dois irmãos Nabãos, as espinhas quebradas num derradeiro esforço de mútuo enrabamento.

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Terça-feira, Abril 29, 2008

Poesia Peiduplicada - Um Sonho Desinspirado

Se puxas pela cabeça
(a de cima, não sejas tonho)
e não há ideia que apareça
nem em rasgo, nem em sonho...

Faz como eu, vais à e-P.E.N.A.
onde há escritos quanto baste
escolhes um, duma centena
e aplicas-lhe um cópi-páste!

Começa então o desprimor
do triste texto original;
"-Fora talento! Xô pudor!"
Quando é p'ra pôr na Penal...

Não te rales com a métrica,
o qu'interessa é rimar!
Força a rima, esquece a estética
p'ra isso estou-me a cagar!

Inventa algo bem javardo,
misto de escarro e cagalhão,
poesia delicada como um cardo
só no olho cria arranhão!

Sentadinho (na retrete) fechas
a peça, com um floreio de mão:
"Texto novo, diverte-te!"
"Lamento... isto é cura para obstipação!"

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Terça-feira, Setembro 25, 2007

Acabou-se a mama!

Antonov o Inclaudicante não podia acreditar no que os seus olhos viam. Foi um acaso que o levou a clicar no ícone "Penal", mesmo ao lado de "Anal Sluts" na barra dos favoritos. O que se preparava para ser um festim porno na casa de banho tornou-se um desfile de textos abjectos, pejados de calúnias, em que o visado era o seu mentor e pai espiritual Sergëi, o Sereníssimo.
Antonov sentiu o seu sangue ferver! Isto não iria ficar sem resposta. Ao levantar-se do assento da sanita (quase deixou cair o portátil) já tinha algo apropriado em mente...

Rumou àquilo que se assemelhava a um roupeiro, cuja porta deslizante reconheceu a identidade cromossómica da gota de semén que Antonov depositou no orifício de recolha.

"Bem-vindo, ò Inclaudicante! Ohhh Siiii!!!" soou uma voz artificial num tom orgásmico e sincero como só uma estrela porno pode ter.

Um enorme salão se estendeu perante o olhar, resplandecente de avançados e variados instrumentos de destruição, tortura e humilhação.
Antonov não perdeu tempo a maravilhar-se, uma vez que era ele o dono e senhor daqueles domínios, Mestre Incontestado da Agressão.
Demorou-se apenas o necessário para escolher as peças mais indicadas para levar a cabo a sua vingança. Não se contentaria com vulgares armas de fogo ou mísseis nucleares tácticos; proporcionavam um alívio demasiado rápido e Antonov desejava prolongar o mais possível o suplício reservado àqueles que o ofenderam no seu íntimo...

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Quinta-feira, Janeiro 11, 2007

Contos do Virgílio - O Repuxo (Continuação)

O velho Virgílio estava agastado. Eis que se preparava para declamar a sua epopeia quando aquela piolhosa matulagem lhe havia estragado o clima de mistério. Riem-se, seus malandros? Então ide-vos foder, vou arranjar público que me mereça!
Virgílio estava cansado e bastante disposto a voltar para a sua morada. O único senão é que, na aldeia, não havia criatura mais miserável que Virgílio, o "Sem-Cheta"! Nem um barril tinha pra se poder abrigar...
As piadas à sua conta eram facadas no seu peito, só ignoradas pela veemência das facadas da fome.
Nem uma porra duma casca de banana tinha para mastigar, à laia de chewing-gum!
"O meu maior inimigo é a velhice, ninguém liga aos velhos nesta puta desta aldeia!" pensou Virgílio. De facto, Virgílio era o mais pobre porque a sua idade não lhe permitia trabalhar no campo, e naquele meio rural (pra não dizer atrasado) não havia labor menos pesado de que pudesse tirar o sustento. Não tinha familiares, e também não tinha amigos, pois era uma terra de gente interesseira, gente que ligava mais ao protagonismo de pacotilha...
-Olha, viste o Abílio?
-Ya, o gajo foi ao Coliseu, esteve a 50 passos da Família Imperial!
-Iiii, que espectáculo! E quando é que ele volta? Aposto que vem cheio de contratos de publicidade...
-...nem por isso. Foi lá pra ser executado...
E assim viviam os matarroanos na ilusão de que a fama e a fortuna lhes bateriam à porta, bastando para isso mandar cupões para os concursos, aparecer em poses provocantes no pergaminho central do Grande Compêndio Semanal do Império e apostar na lotaria.
"Que cambada de imbecis!" pensou Virgílio, com mais pena que rancor. "Ninguém demonstra o mínimo interesse na excelência, no derrube das barreiras, na superação pessoal! Na minha juventude fui um aventureiro, vivi dramas ináuditos, combati bestas lendárias e conheci a intimidade de muitas mulheres (por vezes mais do que uma ao mesmo tempo), se o cabrão do agente literário me tivesse aceite o pergaminho..." Esta era a recordação que lhe trazia mais amargura. Quantas moedas de ouro não teria facturado com a publicação das suas memórias! Mas, infelizmente, resolveu fazê-lo ao mesmo tempo que um certo Tonan, da longínqua Barbária. A publicação deste último não lhe era superior em prosa, salvo que usou de menos parcimónia nas partes badalhocas, mais algum mexerico em torno dos hábitos curiosos duma certa figura pública e... tinhamos um veste-célar!
"Depois disso, passei a ser o gajo que veio depois do Tonan..." pensou, amargurado.
"Enfim, não se pode ter tudo..."
...
...
...
...
...
"-Grande cabrão!"
(continua)

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Quarta-feira, Abril 12, 2006

Bátiman, seu Viado!

Pois é, minino!

www.batiman.kit.net

Seu shôu favorito dos anos 60 tá di volta, e mai caipira qui nunca!

"Batiman - Feira da Fruta" é uma dublagem deliciosa em qui só entra palavrão!
A lógica do episódio é completamente subvertida e, em alguns casos, os diálogos até fazem mais sentido...

Têm de confessar que havia uma certa tensão homoerótica entre o Bátima e o seu fiel efebo, o Róbe!

Saquem o vídeo e divirtam-se!

www.batiman.kit.net

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Sexta-feira, Março 24, 2006

Contos do Virgílio - O Repuxo

"-É chegada a hora de vos contar uma das minhas aventuras!"
"-Oh, não!"
Nenhum dos jovens da tribo mostrava especial interesse na companhia do Sábio, Virgílio. Era um velho carunchoso e sebento, cheirava pior que um bode e fazia questão de rondar gulosamente as donzelas, que lhe travavam a mãozinha exploradora com vigorosos chapadões no focinho. Ainda se desse prendas de jeito...
Mas Virgílio não estava para ser contrariado. Ergueu-se do alto da sua corcunda e bradou:
"-Ou ouvem o que tenho pra vos dizer, ou vão provar do meu bastão!"
Ninguém quis meditar por muito tempo no sentido daquelas palavras.

"-Pronto, Mestre, conte lá a história..."
O velho mirou avidamente as feições daquele jovem efebo; se era algo que o sacaninha sabia, era afagar-lhe o ego... O ego...

Mas continuemos.
"-Sentai-vos, pois a minha narrativa será longa em feitos terríveis e perigos muitos!"
"-E tangas, então, vai ser um nunca mais acabar..."
"-QUEIRAM FAZER O FAVOR DE SE CALAR, CARALHO?!"
Silêncio...
Um peido.

"-QUEM É QUE SE ABRIU?!"
Nada.
"-QUEM FOI O FILHA DA PUTA DO JAVARDO QUE SE ESBUFOU? HEIN?!"
"-Ah ah, quem disse é que foi, ah ah AAAHH!"
O tagarela gemia de dor enquanto o velho lhe dava vergastadas com o cajado, as suas faces ruborizadas com a excitação do castigo.
"-Toma... toma... armas-te em esperto comigo, fodes-te... Meu cabrãozinho de merda..."
"-Iiihh, que cheiro ó Mestre... Foi você que se rasgou!"
"-NÃO FUI NADA!"
Agora olhava, louco, em redor, brandindo o pau como que esperando a próxima boca...

"-POSSO CONTINUAR? Pronto!"
"Tempos houve, na minha longínqua juventude, em que percorria esta terra em busca da glória e da fortuna... Objectivos fúteis para quem está, actualmente, no panteão dos Grandes Sabedores..." - afagou a túnica esfarrapada.
"-Quem, Mestre?"
O velho lançou um olhar feroz e, engolindo o cuspo, continuou:
"Pois bem, tal era o pavor que por mim sentiam os negros senhores deste mundo que não hesitavam em enviar ao meu encontro horda atrás de horda de temíveis monstruosidades!"
"Incontáveis legiões defrontei, uma miríade de bestas retalhei com a minha fiel durindana, rios de sangue fiz correr pelas encostas dos montes... E para quê? Qual o intuito de tal mortandade? Que perigo representava eu, um pobre caminhante?"
Fez uma pausa para apreciar o efeito das suas palavras...
A assistência roncava.

Uma chuva de pedras e insultos arrancou a maralha juvenil do seu torpor.
"-Grandes cabrões! Cambada de... Onde é que eu ia? Ah, a Grande Demanda! Pois é, meus meninos, andavam todos cagados de medo que eu achasse um dos mais poderosos Artefactos dos Antigos..."
A miudagem estava, agora, genuinamente interessada.
"-O REPUXO DOURADO!"
Gargalhada geral.

(continua...)

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Terça-feira, Novembro 29, 2005

Diário de Um Homem Porco - Bocejo

É de manhã. Descubro-o pelo raio de sol que me entra pelos estores mal
corridos e me bate na cara. Dou mais umas voltas na cama, debaixo do
edredôn encardido, mas não tarda que me levante, os lençóis colados à minha
epiderme pegajosa de suor e sebo.
Sento-me na beira da cama, coçando a tomatada. Em seguida esboço o gesto
de levar o dedo ao nariz, mas o odor a colhão acorda-me do meu torpor
sonâmbulo. E ponho-me a pensar. "Foda-se, preciso mesmo de um banho." Dou
um estalo a mim mesmo por ter tais pensamentos e arrasto-me para a casa de
banho. Pelo caminho esbarro em garrafas de cerveja e pacotes de batata
frita vazios, as migalhas gordurosas colando-se às solas dos meus pés.
Mal ligo à carpete encrostada de manchas de uma noite de excessos com a
minha querida Lily, companheira das horas tristes. Ali jaz ela, a um
canto, meio esvaziada. A sua boca sempre aberta para um conforto que mais
nenhuma mulher pode, nem quer, dar.
Acendo a luz e sento-me na retrete. De vez em quando pergunto-me o porquê
de ainda continuar aquele ritual, mas o alívio que sinto quando expulso
aquela massa nauseabunda para longe do meu interior mucoso é resposta
suficiente.
Puxo o autoclismo mais por reflexo que por consciência. Irritado,
compreendo que os tiques que trago da minha vida anterior me vão
acompanhar por algum tempo mais.
Decidi pactuar com a podridão. Durante a maior parte da minha vida a
arrumação e a higiene foram os faróis que me guiaram, os ideais pelos
quais devotei o meu tempo e o meu trabalho.
Mas desde que surgiu aquela directiva comunitária, proposta pelos Verdes,
sobre a qual todo e qualquer controlo sanitário seria abolido, a minha
especialização tornou-se redundante. Isto porque viviamos numa sociedade
cada vez mais asséptica, mais desinfectada, mais contra-natura. As
elevadas taxas de asma alérgica e doenças auto-imunes começavam a falar por si.
"-Eu quero que sa fodam, caralho!" e começo a chorar. Como é possível uma carreira tão promissora, tão cheia de potencial, vir abaixo desta maneira?
Maldito o dia em que fui pra técnico de segurança alimentar!

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Quarta-feira, Junho 08, 2005

Sissi VII - The Winds Of Doom Blow Again

Lost in the middle of New York, Ganryubigu thought to himself he should stop tampering with the evil of this world. That was until the sikh cabdriver recalled him from his hill-billy stupor:
" - Very well, sahib, we're right here, at Ground Zero!"
Ganryubigu stood outside the cab, impressed by the negative energies that were flowing around him.
" - There is... a lot of pain... in this place..."
" - Of course it is, it's Ground Zero!"
" - Ground... Zero?"
" - Yes! World Trade Center! Airplanes! Big Ka-boom! What silly world are you living in?"
" - I... I don't know, I..."

Again came the painful memories of his exile in another realm, a desert of dreams, in which each step took him further and further away from Sissi, the Agonizing Harlot.

" - Hey, sahib, the ride's 7$, I don't drive this thing for free you know?"
" - Here, good man." Ganryubigu gave him a tenner he snitched from Freitaz's wallet.
" - Keep the change, you filthy animal, and a happy new year!"
The cabby stared at him for a moment, then drove away as fast as he could.

Ganryubigu sensed the angry spirits around him, claiming for vengeance.

" - Get off! Get off me, you perverts! Go sneak up japanese schoolgirls' panties!"

The ghosts kept creeping, unrelenting.

" - Your ass... we need your ass..."
" - Hot anus... hot anus..."
" - Brown little hole... so g-good..."

" - 'Tha fuck? I'm outta here!" Gayryubigu started running to the nearest subway entrance when a cold wind chilled his bowels and shrinked his wiener into the size of a pigmee shrimp.

" - Wah wah wah! You cannot escape the Sodomite Phantoms of Kibomo!"

" - What? What are you doing in this disaster area?"
" - Well, we held a franchise in the WTC, second tower, 63rd floor. You know, bondage, spanking, amateur videos, that kind of stuff. If it ain't homo, it ain't Kibomo! Nice motto, heh?"

" - Huh, yeah... I guess..."

" - But now we're trapped in the netherworld, with no knowledge of pleasure or pain!" - the ghost shrieked anguishly - "The only way of bringing back those feelings is by possessing your..." But Ganryubigu already knew the rest of the answer.

" - No way, Rosé, I ain't servin' as a blow-up doll for a bunch of undead sex freaks!"

" - You need not to bother on that, for it is already too late for you to escape! Muahaha!"
Ganryubigu found himself invaded by an evil wind, a presence that forced it's way up his rectum. But he would not falter to such ethereal rape, for he was Ganryubigu, heir of the Limpoku-Ryu, Master of The Gaping Fist.
No, he was standing none of this!

With unhuman strenght, he squeezed the pervert ghosts off his annal cavity. They came out packed up in feces, still not believing a mere mortal could offer such resistance.

" - You... you bastard! How dare you treat the Sodomite Phantoms of Kibomo like this? Such arrogance wiil be paid a thousand-fold upon your sorry cornhole!" uttered the angry, stinking, shit-dripping spectres.

" - Oh yeah? What about that methane cloud?"
" - What?" - the ghosts spoke fearfully, now.
" - Bite me." With a look of contempt, Ganryubigu unleashed a fireball that ignited the mist of flatulence the spectres where sitting in. The flames combusted their damned souls, as they yelled horrible curses at a laughing Ganryubigu.

" - Ahhshhgghh killyouimgonnakillyouaagghhhhHH"
" - Ahhhgghttfc cfrgfhergagtnio"
" - Ooooh that tickles"

The last of the phantoms went away with a puff of smoke, as the fire extinguished.

"Looks like I was able to bring some peace to their troubled souls, after all." Ganryubigu thought to himself, sitting down exhausted.
" - Ouch! My butt hurts."

(to be CUNTinued)

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Terça-feira, Maio 10, 2005

Sissi VI - Interlúdi(c)o

(a pedido de várias famílias, as desventuras da nossa heroína Sissi e do seu infeliz pretendente Ganryubigu vêem aqui a sua continuação.)

(No episódio anterior -ver episódio anterior- o nosso herói Ganryubigu, depois de andar a vaguear um porradão de tempo no deserto das Ideias, decide recorrer à ancestral arte da Estimulação Digital da Próstata, de modo a atingir um orgasmo pandimensional que o permitisse escapar do limbo. A proeza resultou tão bem que Pingu... perdão, Ganryubigu se encontra, actualmente, em frente duma atónita Assembleia Geral da Onu, em preparos pouco recomendáveis pela etiqueta diplomática...)

A multidão de dirigentes mundiais fitava-o com um misto de incredulidade e indignação. Ganryubigu fizera a travessia entre planos de existência de uma maneira muito pouco convencional. Pelo menos tão pouco convencional como meter os dedos no cu até criar uma fenda no tecido espácio-temporal com a força da ejaculação... Tal era o poder de Ganryubigu! E era este um feito para ser cantado até ao crepúsculo dos tempos!

Mas, para um iracundo Kofi Annan, isso agora não interessava nada:

- My God, who the fuck... what the FUCK IS THIS MAN DOING HERE?!
A plateia parecia não reparar no teor, até então nunca empregue, das palavras do secretário-geral.

- Will someone seize this... this PERVERT?!

Ganryubigu estava sem palavras (ao contrário da homepage). Não esperava uma recepção destas... Mas podia ter sido bem pior. Podia ter ido parar a um Congresso da Juventude Popular.

- Mr. Secretary-General! Mr. Secretary-General! - um dos dirigentes, um homem volumoso, de cabelo platinado frisado e óculos, pedia a palavra.
Controlando-se a custo, o eminente estadista do Ghana deu-lha.

- Yes, Mr. Freitáz? Is there anything you consider pertinent to comment about this... situation?

- Yes, Mr. Secretary-General! On behalf of the Portuguese Nation, I ask this Assembly and it's honourable representatives to... ignore this citizen's reckless behaviour and forget this sad incident. It is for the greater good!

A mole humana emudecera durante a intervenção do MNE português. Em seguida, estoirou o riso.
- Buahahahahah!
- Gagagagaga!
- Yuk, yuk, yuk!
- Au au!
- Óinc óinc!

Para espanto e terror de Ganryubigu, a Assembleia tornara-se um enorme celeiro, em que manadas de ruminantes se lançavam, em bramidos, contra bandos de aves de capoeira, cada um interessado em sacar um quinhão de ração maior que o dos outros.

- Porra, é sempre a mesma chatice! - desabafou um Freitas enfastiado, enquanto guardava os papéis dentro da pasta - E chateou-se o pessoal do CDS, euh, do CDS não, porra... do PP por eu ter vindo pra ministro... Se soubessem a estucha que é...

Ganryubigu, que depois de puxar as calças para cima e limpar as mãos a uma bandeira azul se lançou para a saída, não podia deixar de pensar na sorte que teve em escapar ileso:

"E andava eu a queixar-me dos temíveis senhores de guerra que me mantêm afastado da Sissi! Ao pé destes cabrões destes políticos parecem uns meninos de coro, foda-se!"

Sem saber muito bem o que fazer a seguir, chamou um táxi.

(continua)

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Quarta-feira, Maio 04, 2005

Comunicado Oficial do Sindicato das Personagens de Estórias Realmente Masturbatórias

O seguinte comunicado dos camaradas do Sindicato das Personagens de Estórias Realmente Masturbatórias (S.P.E.R.M.) tem como objectivo último pôr cobro à pouca vergonhice que tem sido regra neste bulógue! Não pode aparecer um post mais promissor e temos de ficar à espera que o autor, certamente atulhado em compromissos laborais inadiáveis, escreva a continuação quando bem lhe apetecer!
Assim, não!
Como personagens, fazemos do conto o nosso ganha-pão. Não podemos tar à espera que Vocelência dê ares de sua graça só quando se lembra de ir ao computador ver o mail e pensa "ah, ainda tenho um tempito... deixa-me cá escrever qualquer coisita!"

Não somos fantoches do patronato, exigimos o direito ao trabalho regular!

PS: A Gésica, pá! Onde é qu'anda a Gésica?! Tou cá com umas saudades...

Ass: S&J

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Quarta-feira, Abril 06, 2005

EEhhhh! Momento Diznei!

Dos autores de "Timon e Bufa", uma comédia familiar, para ler no aconchego do lar...

"KONAI E FODA"

Na pequena floresta da Congolândia, paraíso de "nosso amigo", abundava uma alegre fauna antropomórfica, pela sua capacidade de andar erecta :) e falar a língua dos homens (que a das mulheres já era domínio do povo das gralhas). E era erecto que andava o pequeno Konai, um digníssimo exemplar ursídeo, enquanto pensava em Foda, a sua companheira de espécie. "Que saudades da Foda!", pensava Konai, enquanto acariciava o seu pêlo castanho. "Quando chegar à toca, vou-lhe pedir para me soprar no pipo" pensou alegremente. "E com um pouco de mel, então..."
Estava tão embrenhado nos seus pensamentos de urso que nem reparou na rede que se estendia sob os seus pés (perdão, patas!). E quando viu a armadilha montada, já era tarde demais!
"Ah, ah, ah!" bradou o caçador barbudo, com camisa às riscas. "Finalmente apanhei um! E que exemplar lascivo!" observou, enquanto acariciava o cano da espingarda. "Sabes que não sei o que vale mais no mercado negro... o teu pêlo lustroso, ou o teu nabo..."
Era conhecida a crueldade dos humanos para com os pequenos animais daquele bosque. Além do óbvio interesse zoófilo (no sentido mais preverso do termo), os pobres bichos eram considerados ingredientes exóticos das mais mirabolantes poções sexuais. O pénis de urso castanho era um produto especialmente cobiçado...
Konai estava num transe de terror, enquanto olhava para a horrenda tesoura de peixe com que o caçador o ameaçava, quando de repente...
"Ao ataque!"
"Moooorte!"
"Ululululululuh!!"
Uma trupe de animais felpudos materializou-se na clareira, vinda das moitas em redor. Eram baixos e encapuçados, mas cada um trazia uma temível camisa-bomba.
De um momento para o outro, o cruel caçador viu-se cercado por ferozes peluches suicidas, cada um igualmente disposto a sacrificar a sua vida pela vida do maldito opressor.
"Ah, ah, ah! Com que então estes pintelhos querem brincar... Andam a ver filmes do Rambo quando deviam ficar a procriar na toca!" mofou o bicho-homem.
"Era o que eu ia fazer..." começou por dizer Konai, a custo, quando um berro estridente lhe cortou a fala. Um dos pequenos soldados, um esquilo com face-camouflage de comando, atirou-se às virilhas do invasor. "Espera-me o céu e 70 réplicas da Jessica Rabbit!" teve tempo de dizer, enquanto puxava a cavilha dos explosivos...
>>PUM!!<< A explosão cartoonesca atirou com todos para trás e libertou Konai da rede que o prendia. Quando se levantou, meio azamboado, é que viu que o caçador ainda estava de pé... mas com um buraco fumegante onde antes tinha o... o...
A repugnante visão fez Konai desviar o olhar.
"OOoohhhgg" balbuciu o mutilado, demente. Em seguida, meteu na boca o cano da espingarda e premiu o gatilho, espalhando bocados de mioleira cor-de-rosa pela vegetação em redor. O contraste da clorofila contribuia para o look "new age".
"Iupiii, conseguimos!"
"Mickey seja louvado!"
A pandilha regojizava, um pequeno mangusto animava um Konai abananado. "Então, pá? Salvámos-te mais do que a vida, meu! Salvamos-te a descendência!"
Konai apertou-lhe a pata, agradecido. "Obrigado, irmão. Quem sois? Não vos conheço."
"Fazemos parte da recém-criada Brigada dos Mártires de Porky Pig!" exclamou o pequeno mangusto.
Konai abanou a cabeça e sentou-se no chão.
"Mas tu tás ganzado ou quê?"
Os restantes membros olharam-no, furiosos, enquanto o mangusto, contendo a raiva, lhe explicou: "Vai fazer um ano que Porky Pig, o Toucinho Valente, deu a vida para nos libertar dos opressores símios..." "- Símios, não!" interrompeu um irado mico. "Não quero cá ser confundido com essa corja!"
"Pronto, tá bem... Humanos... >ptui!<" cuspiu para o chão, e o gesto foi repetido por todos.
"Como dizia, no dia em que Porky Pig se fez ir pelos ares em bacon, foi dado o mote para todos os animais se juntarem à resistência!"
"Resistência!"
"Resistência!"
Konai levantou-se, já tinha ouvido demais.
"Pois é pessoal, agradeço-vos muito mas..."
"Sim?", inquiriram, com os olhos muito grandes e brilhantes como só um desenho animado pode ter.
"Mas acho que deviam ir todos pó caralho!"
E começou a correr.

(Não percam o próximo episódio, amiguitos! Timon e Bufa no Harém de Jaffar! Conseguirá Aladino salvar a princesa? Ou terá de passar o resto da vida a puxar o lustro à lâmpada do Génio? Não percam...)

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Terça-feira, Abril 05, 2005

Sissi, Oh Si - Libertação

Ganryubigu olhou para as milhas de areia infinita, indistinguível e insondável que tinha pela frente.
Andava a custo, entorpecido pela fome, pela sede e pela fadiga. Cofiou a longa barba que já lhe dava pelos joelhos e pensou: "hum, pelo tamanho, já se passaram 5 anos desde que aqui estou..."
"5 anos? Foda-se!"
Pois é, caro leitor, eu também me descontrolaria verbalmente se me desse conta de estar preso num deserto imaginário sem fim, em busca duma saida que não existe...
Finalmente, Ganryubigu cedeu ao cansaço e ao desespero e deixou-se cair numa duna. "Ah, se eu tivesse uma Sagres Boémia (R)..."
Lambeu os beiços ressequidos, e tal lembrou-o de Sissi. "Sissi..." murmurou, sentindo uma onda de recordações subir do inconsciente como uma vaga gigantesca, prestes a varrer um areal cheio de turistas...
Levantou-se, hirto, e bradou:
"-NÃO! Não cederei à ilusão! Resistir é venceeer!!!" (mais ou menos assim, mas sem perdigotos, que o rapaz estava sequinho, coitadinho)
Imediatamente uniu dois dedos com os quais começou a estimular a sua próstata.
"Assim, conseguirei recuperar o domínio supramental e escapar ao limbo!" pensou. E se bem pensou, melhor o fez!
"Está quase..." a realidade ondulava à sua volta, a areia fundia-se com o céu numa orgia líquida, uma erecção protuberava de si.
O nabo cresceu até chegar às proporções de um totem, que começou a faíscar até dele sair um jacto cegante de energia branca (chamemos-lhe assim). O mundo que rodeava o nosso herói fundiu-se, os alicerces da sua prisão derrubados, para Ganryubigu conseguir, finalmente, ver onde estava.

Estava, de calças pelos tornozelos, a gaita pingona de fora e os dedos no cu, em frente da Assembleia Geral das Nações Unidas.

(não percam o próximo episódio, meus amiguitos!!!!11111 UUÁUUUU!!!1111)

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Quinta-feira, Março 10, 2005

O Cantinho do Dr Hentai

Holla leitoras e leitores. Sou Dr Hentai, grande medico japones especialista em males de sexual. Estou aqui para oferecer estimada assistencia em assuntos intimo. Qualquera duvida e so perguntar. Aguardo questoes

Estimados cumprimentos

Leitora identificada:

Meu caro doutore,
venho escrever-lhe devido á minha situasão. É que a minha situasão é muito chata, pois envolve a minha região da vagina, a região do lábio. É que tenho o lábio apertado e meumarido me aleija quando desempenha as funções. Já esperimentei saliva, pomada, etc, mas não consigo alargar. Que posso fazer?


Estimada leitora nao desespere

meus conhecimentos do sexual lhe levarao a maior alivio no acto da relação sexual.
Sujiro treino matinal diario com objecto roliço e suave (ex. rolo de massa) para condicionar parede vaginal. em seguida pincelar com molho soja para amaciar membrana interna. completar com 25 elevaçoes em cima de seu marido. para marido acompanhar o treino sujiro raiz de ginseng. e tudo estimada leitora deseja rapidas e completas melhoras.
Dr Hentai

Leitor identificado

Meu caro doutor, vivo possesso por este mal das hemorróidas. Não consigo sentar, não consigo cagar, não consigo correr ai eu sei lá. Os meus amigos estranham esta minha condição e relegam-me para o estatuto de ostracizado. já não posso ir às festas deles, dizem que não tenho pedalada. O que é que eu faço, meu bom doutor, o que é que eu faço?
Um seu criado

PS: Por favor responda rápido, tenho de dar aulas práticas pra semana e não consigo falar sem tar sentado em cima da bancada do laboratório.


Caro leitor nao tenha medo

meus metodos sao garantidos e lhe darao grande alivio. a noite ponha remedio especial Mikuro Kuni, a base de raiz e corno de rinoceronte, so 50 euro (ver catalogo gratis) em zona afectada. ter cuidado de nao submeter zona a esforço desnecessario, peça compreensao a seus amigos, eles lha darao. usar laxante a gosto. rapidas e completas melhoras

Espero caros leitores e leitoras para proxima sessao de duvidas
Dr Hentai sauda-vos!

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Quinta-feira, Janeiro 20, 2005

Sissi IV - Crime e Castigo

"Gwoooh!!!"

"Ughuunn!!!"

"Ghyarrrrhh!!!"

O festival de urros e grunhidos decorria enquanto Sissi era, desta vez, brutalmente violada por um demónio lúbrico, com mais de 700 mil anos e igual número de caralhos. As golfadas de esporra juntavam-se ao sangue copiosamente derramado, enquanto os orifícios de Sissi eram arrasados pelo atrito abrasador daqueles membros incansáveis. Desta vez não havia prazer, nem sequer o vago eco de luxúria masoquista que experimentava cada vez que era sodomizada.

Tudo descambou quando, após um mês de orgia intempestiva no Palácio do Rei, Sissi se proclamou Madonna das Meretrizes, Rainha das Putas, Sua Alteza Alcoviteira entre outros títulos de elevado pendor Nabiliárquico.
Tal não passou despercebido às suas inimigas, a Cudessa de Rego e Dutesa de Metello. Juntas aliaram-se a um trio de bruxas milenares, encrostadas por uma abstinência pré-histórica e igualmente invejosas dos dotes amânticos de Sissi. A auto-intitulada Tertúlia da Desforra estava, pois, disposta a fazer Sissi pagar pelo seu excesso de protagonismo.
Pobre Sissi! Que culpa tinha ela se, por uma curiosa reviravolta do destino (ou lúbrica partida de Deus, como queiram), era a encarnação terrena da Deusa da Queca, a poderosa Áfodite?

Afortunadamente, a notícia do rapto de Sissi por The Pumper, nome artístico do demónio Sabafel, (es)correu depressa.

E foi assim que chegou aos ouvidos do mais famoso dos seus pretendentes, o dotado Ganryubigu. Herdeiro do estilo Limpoku Ryu, este prodigioso lutador passara anos (eheh) a aperfeiçoar a mortífera técnica de Hokulo Bimben, O Punho Que Abre. E quem melhor do que Sissi, com a sua lendária elasticidade, para servir de parceira de treinos!

Era de Sissi que Ganryubigu sentia mais falta enquanto percorria um vasto deserto, cenário de filme pós-apocalíptico, e eliminava horda atrás de horda de capangas desmiolados, nada desenquadrados de um filme de Mad Max. O próprio Ganryubigu não fugia a uma notável semelhança física com Mel Gibson, à parte o facto de se manter longe quer do ridículo das cenas de combate de Braveheart quer do desejo fanático de filmar os instantes finais da vida de Cristo.

Ai ai! Quanto teria ainda de caminhar para encontrar a sua amada? Quanto sangue ainda teria de derramar até a libertar do jugo cruel do Inimigo? Seria que as provações a que ela estaria a ser sujeita deixa-la-iam com uma irreversível flacidez?

Este último pensamento inflamou o espírito de Ganryubigu e imprimiu velocidade à sua marcha, enquanto rumava em direcção ao horizonte e, de caminho, despachava mais uma centena de delinquentes musculados.

(chiu... continua, mas não digam a ninguém!)

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Segunda-feira, Janeiro 17, 2005

Sissi III OU Fist Of The Porn Star OU Hokulo No Gaiden Kenrabito

-Fuuuryaahhh!!!
O punho ciclónico de Ganryubigu reduziu o tracto colo-rectal do seu antagonista a carne picada, enquanto uma labareda faíscante nos seus olhos cruéis denunciava o prazer supremo da vitória.
-Hokulo Binben! Estilo Limpokuryu!
O seu adversário olhava, aterrado, para a metade inferior do seu corpo, que agora se desfazia numa névoa sanguinolenta. Ganryubicoño ria, sadicamente:
- Ah ah ah! Agora vais passar a cagar na saquinha!
- Não... isso não... guh.
- Ai não? Então implora pela tua morte, verme! Nem a ela terás direito! Gyaaahh!!
Uma nova rajada dos seus poderosos antebraços pulverizou as rótulas do inimigo abatido.
- Yahhhh! - guinchou ele.
- Ah pois é - respondeu Ganryubibi.
Um monte (praí uns dez mil) de gajos mal encarados materializa-se no horizonte, as suas silhuetas recortando-se no entardecer.
- Foste tu que mutilastes o nosso amigo - grunhiu o maior de entre eles - vais pagar!
- Pagar, os tomates - retorquiu Ganryubinóquio, enquanto corria, desenfreadamente, na direcção da turba.
- O gajo é maluco!
- Eh, eh, vai morrer...
- Épa, olha que o gajo até tem caparro.
- Com um body da Victoria's Secret até que...
- Splurk! (vértebras trituradas)
- Sclonk! (perna arrancada pelo encaixe da bacia)
- Schlirplplic! (extracção não-homologada de jejuno-íleo sem consentimento do portador)
- Splrrrrrc! (saco escrotal, apertado até saltarem os respectivos testículos de forma assaz explosiva)
- Já está - disse o chefe dos vilões.
- Não, pá, eu é que devia dizer isso - interrompeu Ganryubiconas.
- Ah, pois é, tens razão, desculpa! - o grandalhão estava deveras atrapalhado - É que é a minha primeira vez no ramo, e tal, e sabes que eu não estou bem habituado a provocar estupidamente um mestre de artes marciais só para, em seguida, ver os meus orgãos internos expelidos por cada um dos meus orifícios.
- Eu sei, eu sei. Bem, podemos continuar?
- Yá, claro. Acho que esta é a parte em que expludo violentamente, não é?
- Yá, yá! Queres ajuda?
- Não, pá, obrigado, mas acho que consigo! Nnngg! - começou a fazer força - Nnnnnrrrggg!
- Vai, força pá tu consegues!
- NnnnhhhuuuuuuuuuuSPLORGH! - tripas voaram em todas as direcções, encharcando o torso musculado do nosso herói.
8================================================================================>
- Já está!

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Segunda-feira, Dezembro 06, 2004

Sonhos batidos

Ele apreciava a visão privilegiada que tinha do gostoso decote da pêga, enquanto esta lhe sacava uma punheta.
"- Mais depressa, mais depressa, mai... UUGHGHHHAAHHH!!" entra ele a vir-se.

"- Ó estimaaado clienteee" - disse a cabra, em jeito de revista, limpando a mão - "não se esqueça do combinado, táá?"

O homem (feio, baixo e encurvado), enquanto fingia que abotoava a braguilha,
sacou duma ponta-e-mola ferrugenta e abriu-lhe o bucho, da crica à gargantinha.

"- Ia lá gastar 5 éros com uma puta da tua laia" - cuspiu o velho, enquanto se dirigiu, cambaleante, para a janela do terceiro andar, donde se atirou, de braços (asas?) abertos para o meio da rua.

"-Já acabaste a estória, Papá?"
"-Já, filho!"
"-ENTÃO VEM CÁ RIPAR!!!"

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Terça-feira, Outubro 12, 2004

Sissi, ou o Regresso de Uma Paixão

Anacleto martelava fortemente o seu nabo entre os seios túrgidos.
Era uma actividade a que se dedicava com grande interesse, visto ser uma novidade de terras de Espanha. Tinha também o aliciante de não fazer filhos, se bem que houvessem outras opções...
Mas Sissi já o tinha desenganado, dito que não, que me aleijas, e eu tou sem pomada, e coiso e tal.
De maneira que Anacleto se tinha de contentar em fazer escorregar o seu palpitante instrumento entre o rego das deliciosas mamas de Sissi.
Não tardou muito até que libertou o fruto do seu prazer sobre o rosto da bela cortesã. A alva corrente que lhe escorria pela face compunha um quadro de beleza quase angelical, até que...
- Arre, badalhoco! E se me passasses um pano, que esta merda já tá a escorrer pó chão?

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Obstipação de Amor

Dei um peido na noite mais escura
Tão forte estava a feijoada
Que não aguentei a cagada
Que de meus lençóis roubou a alvura

Nem com Tide lhes devolvo a brancura
É a desgraça toda - Mas não foi nada!
Amanhã é dia de consoada
De meu ventre prenúncio de amargura

Sou aquele que tem penico de faiança
Sou o poeta cagado, o sem esperança
O que veio ao mundo para se borrar

Sofrer assim -jamais! antes morrer
Minha salvação é o clister
Porque não posso viver sempre a cagar

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Quinta-feira, Julho 22, 2004

Sissi, ou a História de Uma Paixão

Sissi, como qualquer jovem aristocrata, era uma cortesã treinada na arte de foder. Mas tinha um limite e esse, agora, estava a ser esticado até aos limites do tolerável. Já não era a primeira vez que Laurindo se introduzia daquela maneira descuidada pela porta das traseiras, sem sequer se dar ao trabalho de pôr lubrificante. Mas Laurindo deixava-se vencer facilmente pela lascívia, e a visão daquele traseiro empinado à sua mercê era demais para os seus instintos.
"Ooohh!" gemia Sissi, enquanto Laurindo aumentava a cadência dos seus movimentos e a dor inicial dava lugar a um prazer voluptuoso... Não faltava muito para que...
"Ah... Ah... Uuuunh!" bufou Laurindo como um touro, enquanto derramava a sua cálida semente naquela estreita abertura.
Foi então que Sissi se indagou se não estaria a ceder demasiado às ondas da paixão.
Isso, e onde estaria o último tubinho de Halibut.

(continua...)

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Hip, hip, hurra!

É com enorme prazer que vejo este projecto avançar.
A ideia de uma Pena mais malandreca - tipo "Ana+atrevida" - já andava a fermentar há algum tempo...
Finalmente os amantes da literatura porca e do deboche sem limites têm aqui o seu tabernáculo que, de recente, ainda está bem apertado... :)

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