Segunda-feira, Março 28, 2005

Pimba e Pau - as aventuras dos gémeos ninfomaniacos (parte 2)

Rebaldaria na Porcolândia

Chegados à cidade Pimba e Pau ficaram maravilhados por tudo o que viram. Por todo o lado se viam novidades que não existiam na aldeia: mulheres que cobravam aos homens por darem o rabo (coisa que na aldeia qualquer galinha servia), gajas com saias tão curtas que até se conseguia cheirar o peixe, homens que achavam má-educação coçar a tomatada na rua, tudo se via na grande cidade, alem disso o resto da cidade até era fixe, um pouco cheia. De qualquer das formas os gémeos não podiam viver de ar, e o cheque da Joana não dava para tudo, principalmente com metade do dinheiro já gasto a tratar das queimaduras de fricção que os gémeos tinham adquirido ao esfregar os nabos um no outro enquanto davam o exercicio à pachacha da Joana. Bem, era altura de tentarem procurar emprego.

O primeiro emprego que nossos herois tentaram foi no Jardim Zoológico, emprego a que Pimba e Pau concorreram na esperança de ficarem encarregues dos cangurus, uma vez que aqueles animaizinhos aos saltos lhes faziam lembrar as mamas saltitonas de Joana. Mas o Zoo não gostou muito, uma vez que seus nomes poderiam confundir os visitantes que procurassem o Timon e Pumba.

O segundo emprego tentado foi na esquadra da policia mas nesse nem passaram da entrada, uma vez que um guarda (acho que Guarda Régio era seu nome) mal olhou para eles largou logo sua revista de desenhos japoneses e tentou enrabá-los à força toda mas, quando finalmente lhes conseguiu tirar as calças, viu que os pêlos do rabo deles não faziam tótos como os das meninas da escola e por isso desistiu.

Assim, Pimba e Pau viram-se forçados a tentar no jornal da cidade, um pasquim chamado de Planeta Diário, onde existia uma vaga devido ao Super-Homem se ter suicidado graças à Lois Lambe o ter trocado por outra mulher. Nossos jovens intrépidos imediatamente se tornaram jornalistas e o seu primeiro caso foi o de investigar a súbita vaga de assaltos por vibrador que irrompia pela cidade (e ao que constava pela cona de muitas mulheres e por alguns cus de professores universitários).

Era agora seguir a pista, bastante fácil na verdade, bastava seguir os traços de muco vaginal que abundavam pelos passeios de Porcolândia, nem se compreendia como a Policia não tinha seguido esta pista (mais tarde viria a saber-se que a Policia tinha sido enganada por duas informadoras prostitutas baratas chamadas de Cléo e Alexia, e um panaca de olhos verdes).

Chegados a um prédio de apartamentos baratucho logo Pimba e Pau separaram-se ao ver uma rapariga com um vibrador num dos apartamentos. Pimba foi para a esquerda na esperança de ver pela janela que desse uma melhor vista das mamas da rapariga, enquanto Pau foi pela direita na esperança de poder visualisar melhor a pintelheira rapadinha desta nova personagem, se tudo corresse bem voltariam a encontrar-se no meio. Bem, e assim foi, na altura certa Pimba e Pau saltaram pela janela para dentro de casa (cada um pela sua), apreenderam a arma do crime (o famoso vibrador) prontamente enfiado no cu da criminosa e resolveram comer os outros dois buracos da criminosa enquanto a Policia não vinha.

No dia seguinte...
Mesmo ao lado da coluna do Dr. Encalacrai com uma carta de um professor universitário muito triste, aparecia a fotografia de Pimba, Pau e a criminosa com o titulo: "Criminosa apanhada em posição de frango no espeto por dois jornalistas. Acabou a vaga de crimes na cidade."

E agora, que mais aventuras terão Pimba e Pau?

Quarta-feira, Março 23, 2005

Pimba e Pau - as aventuras dos gémeos ninfomaniacos

Putaria na aldeia

Pimba e Pau eram dois gémeos ninfomaniacos virgens que viviam em Santa Cona de Assobios, terra de muita putaria e de algum milho. No meio das suas preocupações com os encontros no milheral com a Dona Palma e suas cinco filhas, Pimba e Pau viviam na espera de uma grande aventura que os levasse até à grande cidade de Porcolândia. Tal como muitos dos seus colegas que tinham emigrado para Porcolândia e arranjado emprego como Doutores Chupai e Hentai em revistas de moda, ambicionavam ter uma vida que lhes permitisse comprar preservativos sem empréstimo bancário.
Do outro lado da aldeola de Santa Cona vivia a familia Nabal, familia com bastante dinheiro e patrões da familia de Pimba e Pau. Esta familia Nabal tinha uma filha, Joana.
Joana era uma porca como muitas outras, no meio das suas muitas aventuras Joana também era uma rapariga preocupada com sua pachacha, com o exercicio que ela tinha. E assim, Joana preocupada por já andar larga decidiu que a unica maneira de ter o exercicio que necessitava era com dois ao mesmo tempo.

Bem, andavam um dia Pimba e Pau a mudar a água às azeitonas, fazendo concurso de quem conseguia atingir mais longe, quando apareceu Joana, assustando os rapazes que do susto descontrolaram-se e atingiram Joana, molhando-a. Embora Pimba e Pau se tivessem logo desculpado, tiveram medo da reacção de Joana, que logo os descontraiu e rindo (com algumas gotas de água escorrendo pela sua cara) tirou sua camisola de modo a ela poder secar com mais facilidade. Pimba e Pau ficaram logo mais animados, ficando todos tortos a olhar para o céu enquanto os faróis de Joana ficavam com frio, uma vez que estavam hirtos. Logo começou uma amena cavaqueira (entre dois rapazes com a piça de fora e uma rapariga de tetas ao léu) sobre a Dona Palma (unica experiência dos dois rapazes), mas a Joana não conhecia a Dona palma mas apenas duas das suas filhas, chamadas de Indicadora e Média. Logo a conversa descambou e Joana explicou o porquê de ter recorrido aos conselhos de Doutor Ja_me_agitas_ate_que_cai, melhor autoridade de assuntos sexuais que esses panilas do Dr. Chupai e Dr. Hentai (rapazes que embora simpáticos só pegavam de empurrão e por isso de mulheres não percebiam nada). Prontamente Pimba e Pau se prontificaram a ajudar Joana, tendo sido encaminhados até a casa dela (com suas mangueiras dentro das calças para não dar muito nas vistas na aldeola) e até ao quarto de Joana.

No quarto de Joana logo os nossos três jovens se desembaraçaram das suas roupas, e enquanto Pau brincava ao esconde o salame nas tetas de Joana (que até tinha um bom par) logo Pimba escavacava a pachachona de Joana, dando os preliminares por terminados. Joana resolveu então por em prática suas ideias de exercicio e logo mandou Pau para junto do seu irmão, ordem que foi logo cumprida (embora dois paus a roçar um no outro, se bem que comendo uma pássara, possa ser considerado coisa de rabetas).

Assim, alguns minutos mais tarde deu-se por cumprido o exercicio (não esquecer que nossos dois rapazes eram virgens e por isso ainda não muito entendidos na matéria de segurar o leitinho) e Joana agradeceu aos dois gémeos, dando-lhes um cheque bem chorudo e dois bilhetes para Porcolândia.

E assim, nossos heróis puderam cumprir seu sonho e suas aventuras continuam...

Terça-feira, Março 22, 2005

A JANELA DO MEU QUARTO

Vejo o pouco que vivo, da minha janela,
E muito menos o que já vivi...
Se calhar foi fraca a piela
Ou escasso aquilo que já parti!
Pode também ser cansaço
Ou mera e óbvia desocupação.
Mas todo este vento que passa,
Arrefece-me o orgulho e a motivação!
Sempre o mesmo cenário:
Shopping, bancos e o Bazar.
Gente a subir e a descer as escadas,
E pelo meio, casais a encabrar...
Mas se mirasse uma poia,
Iria causar o mesmo esplendor!
Pois aquilo em que me foco
não está lá fora, mas aqui no interior!
Olhando melhor pela minha janela,
Não vejo mais que as lojas e o encabranço.
Vejo apenas o reflexo no vidro
De alguém desorientado, e não me canso!
Vejo o que viverei, da minha janela,
Se continuar a olhar para ela!
Não fecharei cortinados nem esteira,
Vou é levantar-me da cadeira!

Sábado, Março 19, 2005

O nabinho do Dr. Chupai

Olá labregos, pseudo-intelectuais da actualidade (políticos), leitores de textos com valor literário (os que especulam demais). Venho aqui apresentar a 1ª edição do “O nabinho do Dr. Chupai”, pretendo com ele curar possíveis traumas de inferioridade e apagar esse grande mal.

Estimadas chupadelas gástricas.

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Leitor camuflado com gorro cor-de-rosa:

Dr. Chupai gostava que indicasse qual o tamanho médio dos pénis, na Europa. Mais precisamente em Portugal na aldeia Ventosa do Casal. Um colega de trabalho queixa-se que não tem erecção quando vê mulheres. Será que o tamanho do pénis dele é reduzido de modo a não se notar diferença?
Obrigado pela sua atenção.

R:
O seu grande rabeta! Primeiro não se devia preocupar com o coiso do seu colega, tal atitude mostra em si algum interesse e preocupação em não conseguir a estimulação rectal. Mas esteja descansado, pela sua descrição o seu colega pega de traseira, e portanto pode declarar-se, e mostrar a sua sexualidade.

Não agradeça. Não quero nada consigo! Sou Másculo!!!

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Leitor camuflado de White Castle:
Olá doutor. UI!!!! Quando vejo o Conde na televisão sinto-me enjoado, não percebo tal situação. A minha mulher obriga-me a ver aquele animal. AI!!! Não sei o que fazer nem o que lhe dizer. Será que ela me está a trair?

R:
FDX. Isto hoje é só maricas! Você está é com medo que ela descubra as semelhanças entre os dois! Esse enjoo é de pensar que lhe está a fazer sexo oral com violência. Aconselho-o a não ver as cenas do cavalo, pois estão a fazer-lhe muitos ciúmes! Siga em frente. Deixe a sua mulher antes que ela admita que está apaixonada pela Cinha.

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Quinta-feira, Março 10, 2005

O Cantinho do Dr Hentai

Holla leitoras e leitores. Sou Dr Hentai, grande medico japones especialista em males de sexual. Estou aqui para oferecer estimada assistencia em assuntos intimo. Qualquera duvida e so perguntar. Aguardo questoes

Estimados cumprimentos

Leitora identificada:

Meu caro doutore,
venho escrever-lhe devido á minha situasão. É que a minha situasão é muito chata, pois envolve a minha região da vagina, a região do lábio. É que tenho o lábio apertado e meumarido me aleija quando desempenha as funções. Já esperimentei saliva, pomada, etc, mas não consigo alargar. Que posso fazer?


Estimada leitora nao desespere

meus conhecimentos do sexual lhe levarao a maior alivio no acto da relação sexual.
Sujiro treino matinal diario com objecto roliço e suave (ex. rolo de massa) para condicionar parede vaginal. em seguida pincelar com molho soja para amaciar membrana interna. completar com 25 elevaçoes em cima de seu marido. para marido acompanhar o treino sujiro raiz de ginseng. e tudo estimada leitora deseja rapidas e completas melhoras.
Dr Hentai

Leitor identificado

Meu caro doutor, vivo possesso por este mal das hemorróidas. Não consigo sentar, não consigo cagar, não consigo correr ai eu sei lá. Os meus amigos estranham esta minha condição e relegam-me para o estatuto de ostracizado. já não posso ir às festas deles, dizem que não tenho pedalada. O que é que eu faço, meu bom doutor, o que é que eu faço?
Um seu criado

PS: Por favor responda rápido, tenho de dar aulas práticas pra semana e não consigo falar sem tar sentado em cima da bancada do laboratório.


Caro leitor nao tenha medo

meus metodos sao garantidos e lhe darao grande alivio. a noite ponha remedio especial Mikuro Kuni, a base de raiz e corno de rinoceronte, so 50 euro (ver catalogo gratis) em zona afectada. ter cuidado de nao submeter zona a esforço desnecessario, peça compreensao a seus amigos, eles lha darao. usar laxante a gosto. rapidas e completas melhoras

Espero caros leitores e leitoras para proxima sessao de duvidas
Dr Hentai sauda-vos!

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Quarta-feira, Março 09, 2005

Alexia e Tutu - Apocalipse Tau (parte I)

As canalizações oscilavam acompanhadas por um ligeiro som metálico à medida que um vulto de roupas esfarrapadas rastejava violenta e obstinadamente.
- Aqueles falsos! Mostrei-lhes a saída e eles abandonaram-me!!- rosnou, espumando-se – Vingar-me-ei! Mas primeiro a amostra de ghandi e a avestruz vesga da mulher dele, primeiro eles! Ahah... ahah! Vão beijar-me os pés, todos!! – gritou mais uma vez o vulto, interrompendo-se ao avistar uma saída por um respiradouro.
- Mas... o que é... isto??? – os seus olhos verdes brilharam com o conteúdo da sala para onde se preparava para escapar e que lhe iria permitir cumprir a sua vingança



A divisão estava cada vez mais envolta numa nuvem de fumo, provocando um ligeiro lacrimejar nos olhos de Cléo. A loura, juntamente com o seu chulaborador Arães e o alto Tutu, encontravam-se reféns de S.P. Fronhé no seu gabinete, situado no último andar do alto edíficio que lhe servia de base operacional. A seu lado estavam Lana Raposa, bem como Careca Rapel e Jonas Bicha, que sorridentes e acabados de entrar seguravam os cativos, por entre uma fungadela.
- Sim senhora, chegaram mesmo a horas! Tal e qual como Alexia! – disse S.P. aos 3 informadores da GNR – Autêntica pontualidade britânica! Ai como eu gosto desse país...
- Ãããã... Alexia? Onde está a Alexia?- choramingou Tutu – Ãããã... Não lhe fez mal pois não?
- Nã nã nã, nada disso! – disse o indiano, interrompendo-se ao ouvir uma grande agitação no exterior, juntamente com alguns tiros. Dirigiu-se à janela, e ao espreitar o seu semblante alterou-se, ficando visivelmente transtornado.
- Que se passa S.P.?? – perguntou Raposa – Que confusão é essa?
Nesse preciso instante um grande estrondo ribombou pelas escadas, e a porta do gabinete foi arrombada com grande violência. Por entre a ombreira da mesma um gigante barbudo de cuecas surgiu com um salto, indo aterrar precisamente em cima da mulher de Fronhé. Os seus olhos rolaram momentaneamente nas órbitas alinhando-se como os de qualquer pessoa normal, o que provocou um largo sorriso em Lana Raposa durante o fugaz momento imediatamente anterior à sua cabeça ser esmigalhada por um enorme termo de comida com que o gigante se fazia acompanhar. A seu lado surgiram então o Chefe Victor Gina e o seu fiel escudeiro, Guarda Régio, que prontamente dominou Careca Rapel, enquanto Bicha guinchava estericamente num canto, de rabo para o ar, inofensivo(a).
- Os seus dias de tráfico acabaram velha chamussa! – cuspiu Gina – Os meus homens encontram-se neste momento no controlo do edifício Aparte-Mental. Solte os meus agentes! Já! – berrou para S.P. Fronhé
- Nunca pensei ficar tão feliz em vê-lo... – admitiu Cléo, emocionada – Mas obrigado, por nos ter salvo! O que posso lamber para o compensar?
- Ãããã... mas Chefe, ele ainda tem a Alexia – disse Tutu aflito, coçando o rabo – Ãããã... acho que lhe fez mal!
- Não! Alexia... Essa deusa moderna... essa afrodite dos meus sonhos... – suspirou Régio - Não lhe pode ter acontecido nada! Não sem antes eu ter provado o seu saké, o seu sumo, a sua c...
- Cala-te pá!
Não vês que a coisa é grave, sua besta! – reclamou Victor Gina – Se lhe fizeste alguma coisa, eu juro que te deixo esse rabo tostado pior que a ultima brasileira que me passou pelo estreito! – acrescentou, dirigindo-se ao traficante que se encontrava mudo de espanto olhando para a sua mulher esmagada por Arata, que comia alegremente do termo algo parecido a Rojões à Transmontana
- Mas... como descobriu a minha base? – sussurrou Fronhé, distante – Como? Como foi possível?
- Pergunte à sua colaboradora. Ela sabe bem – sorriu amargamente o Chefe – Onde está Alexia? Só lhe pergunto mais uma vez!!
- Mas quem? Quem trairia este velho tonto e fraco? – perguntou novamente fronhé, deixando cair o cachimbo já apagado
- Eu mesma, seu velho irritante! – disse uma vitoriosa e confiante Laura Tranco que, silenciosa, entrara no gabinete

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Quinta-feira, Março 03, 2005

Nalgatorius, o Erectus (III)

Num momento de lucidez ela retirou a mão húmida do seu companheiro.

- O que foi?! – Perguntou ele num tom de frustração.

- Não queres continuar isto num local menos público? Estamos na rua e estamos a exceder-nos. Daqui a pouco ainda vamos de cana! – Respondeu ela fixando o olhar nos olhos de Nalgatorius, esboçando o seu sorriso rosado.

- Então que sugeres? A minha casa está ocupada… - Continuou ele expressando sua frustração, não resistindo, contudo, a mais um apalpão no soutien descaído de Afrodite.

- Em minha casa também tenho gente… mas podíamos ir para uma sala de aula, a esta hora há algumas vagas! – Sugeriu ela enquanto apalpava suavemente o órgão erecto que saia pela parte de cima das calças.

Ele esticou os dois dedos até dentro da vagina dela e retirou-os de novo, lambendo-os entre a boca dela e dele.

- Vamos!!! – Exclama Erectus excitado, agarrando a mão de sua deusa. Levantou-se e esperou que ela se levantasse também.

Entraram de novo na escola.

Subiram até ao último andar do bloco central. Nesse andar não havia gabinetes de professores e tinha acabado de dar o toque de entrada. Entraram numa sala ao fundo de um corredor que não tinha saída por esse lado. Encostaram duas mesas à porta para evitar uma entrada inesperada.

Enquanto empurrava as mesas, Erectus ia ficando excitado, só de pensar no que poderia fazer naquela sala. Tinha a sensação que desde a primeira vez que vira Afrodite seu Pénis já crescera mais cinco centímetros, ultrapassando-lhe claramente o umbigo.

Afrodite, no lado oposto da sala fechava os estores, quando de repente sentiu uma mão a subir pela parte traseira das calças, subindo e entrando pelo rabo a dentro, ela semi-assustada e excitada soltou um arrepio de prazer. Ele porém sentindo a satisfação dela baixou a mão e massajou os contornos lábias, ela gemeu mais umas vezes, voltando-se e respondendo-lhe com um beijo profundo enquanto desapertava os poucos botões das calças de Nalgatorius. Acariciou-lhe o material de cima abaixo, desapertando os botões da braguilha e tirando-lhe as calças. Afrodite baixou-se, pegou no pénis e meteu-o na boca profundamente, movimentando sua cabeça detrás para a frente em movimentos contínuos e suaves. Só consegui colocar metade mas mesmo assim Nalgatorius soltavam grunhidos de prazer.

Nalgatorius solta um jacto de alívio, voltando-se para sua parceira, segurando as mamas e tirando imediatamente o top, soutien e as calças. Tocou os seus dedos desde o centro do peito até ao ventre, olhou fixamente para os contornos lábias que aquelas cuecas brancas transpareciam, sentindo um arrepio de prazer só com aquele visão. Aproximou sua mão do tecido das cuecas e cheirou, tocando a língua no meio da curvatura. Num toque de êxtase pegou nela em peso e sentou-a sem cima da mesa beijando-lhe a testa. Sua língua molhada desceu em S até ao peito onde soltou umas chupadela ligeira. Desceu lentamente e encostou o tronco dela em cima da mesa onde lhe abriu as pernas. A língua voltou ao joelho, descendo até à virilha direita, lá desviou a cueca e lambeu todo o clítoris.

Ela cerrou os dentes nos lábios, tentando controlar o prazer, apenas como provocação, para que ele mostrasse as suas habilidades.

Erectus, abriu-lhe mais as pernas, rasgou-lhe as cuecas e pegou num lábio em cada palma de mão afastando-os, de modo a que toda aquela superfície pudesse encaixar na sua boca. A língua entrou vagina adentro, em movimentos circulares.

Afrodite não resistindo soltou um grito de prazer, gemendo como uma perdida.

(Se quiserem continuo, ainda falta o mais interessante :P)

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