Sábado, Janeiro 23, 2010

Revista Lilás nº1 :: A cusquice Penaliana


Meninos e meninas a prometida Revista Lilás entra em circulação com os tópicos do momento!
Aguardo contribuições para o próximo número.

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Terça-feira, Novembro 24, 2009

Sergay o Bar#T#Man - No Bordas Alargas - parte II

(Gostaram do Menu seus malandros?
Sergay queixou-se que recusaram os convites....)

Apesar da vossa ausência na rambóia do alarganço o jantar foi fenomenal.

Todos os convidados se masturbaram de satisfação, Jonh Brósh, aproveitou a ocasião para apresentar as babetes abdominais, apropriadas no desporto do 5 para 1, um tira meita... um tira nódoas apropriado para roupa e tapeçaria. Noddy quis testar mas perdeu-se no caminho para casa de banho. Rumores alegam que Bo Dasss (o tal desconhecido) e peidófilo, desencaminhou o desenho animado para o Hentai

O Josué Aristóteles prometeu alguns incentivos fiscais e um TGV intestinal mas acabou sodomizado pelo Encalacrador Implacável com um chantily laranja.

Já Sergay, durante a rambóia geral dos seus convidados, engraxou abundantemente, com brilhantina balsâmica, todos os seus pêlos rectais.

Nalgatorius, perante tamanha parada de invertidos, convidou todas as mulheres presentes para uma manáge à treize! Será que se safou?

Alguns repórteres, das revistas lilases mais vendidas neste culto, acompanharam todas as cusquices íntimas desta festarota. Não perca os títulos e alguns resumos na próxima continuação.

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Terça-feira, Outubro 20, 2009

Sergay o Bar#T#Man - No Bordas Alargas

O regresso de Sergay não podia ser mais convidativo do que uma mega party no seu Bar, o Bordas Alargas!

Bar este todo embelezado com bijutaria feminina, loiça das caldas e lingerie dos Village People entre várias paredes espelhadas e puntiformes.

Todos os convidados foram brindados para entradas com Linguados à moda do CDS e licor BuhhhCona.

Sergay trajava umas ceroulas laranja numa camisa de veludo cor-de-rosa, aberta até ao umbigo. Ao peito reluziam colares brilhantes - caracterizando vários formatos penianos. Os pelos peitorais engraxados com brilhantina estavam escovados do externo para fora, um verdadeiro homem de negócios nocturno.

Entre os convidados constava Jonh Brósh, fã e vendedor de Produtos Erotóxicos (ver etiqueta Bolsista_eculojista), Noddy, Bo Dasss (um desconhecido), Josué Aristóteles e o temível Encalacrador Implacável.

O porteiro escolhido, a dedo e a palmos, foi Nalgatorius Erectus, reconhecidamente o mais sobredotado nas lutas do pincel.

(não percam mais detalhes do Bar dentro de alguns segundos... respirem)


No cardápio, premiado pelos GayMantes nocturnos com Duas Pilas Meit And Lind A, constam os reconhecidos cockails:
  • Mor and Mer
  • Yellow Repuxo
  • Bor a Assada
  • Hand Punheta
os Shots:
  • Dick Ardente
  • Lufricado Apont
  • Rego a Fundo
os pratos:
  • Glúteos de cabrito escalfados com molho de seitãn
  • Linguados esturricados em batido de banana mexicana
  • Rebentos de soja com puré de batata em molho de tomate descascado
as sobremesa:
  • Arreda Pratos em gelado de Baunilha
  • Quer é Zana com chocolate
  • AbreLotus com Control Natura e frutos silvestres

(no próximo episódio continuo com mais detalhes desta festarola - ouvi dizer que há convites perdidos por aí... ponham-se pau ou a jeito se ele vos vir)

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Sábado, Agosto 15, 2009

Canzana na Praia - (Adaptado do Original "Azar na praia")

Esfreganhar-nos na praia, fomos tu e eu
Mas que glande boa me apareceu:

A minha coninha, o penis teu

Quando a moitinha toda estremeceu.
Muito arranhados saímos dali
Eu todo nu, tu assim, assim.
Não tinha dinheiro, carro também não
Viramos a ré, e fizemos serão.

(E ela, coitadinha, muito aflitinha gritava assim: )

Aiiii, fode-me a peida, fode-me a peida!?
Fode-me a peida e vem-te para fora!?
Com os pelinhos todas à mostra
E a merdinha quase de fora…

Muito acastanhados saímos dali
Eu todo nu, tu assim, assim.
Não tinha dinheiro, carro também não
Viramos a ré, e fizemos serão.

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Quinta-feira, Maio 28, 2009

Bolsista e Cu lojista - III - Novos Produtos Erótixos

A bandeirada de Fiscalização do Banco de Portugal não desmotivou John Brósh nos seus negócios. O dia seguinte serviu para lançar no mercado novos produtos abrasivos:

Ar CUdicionado - um Bufadizador industrial com a particularidade de arrefecer ou aquecer o odor a rabiças;

Spread Anal - para quem pretende o spread mais baixo do mercado, pelo menos o mais próximo do zero absoluto;

Cricas da Canção - um festival onde os dotes vocais ficam para m(s)eios planos. Festival destinado a aumentar as audiências masculinas, em dias onde o futebol seja uma concorrência. Possibilidade de testarem técnicas instrumentais do 5 para 1 - o esfregalhar do telecomando - ou acertar a pontaria na sanita durante o intervalo - o repuxo amarelo;

HardIBute - um anti-Halibut para os sadomassoquistas - o ardor nunca foi tão intenso;

HiFode - uma rede social dedicada ao sexo explícito - onde quem se mostra em trajes menores paga para ser visto na rede;

John criou uma grande expectativa nestes novos produtos, vamos ver como o mercado reage!

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Quarta-feira, Maio 06, 2009

Atirei o Pau à Macho

Atirei o Pau à Macho,
mas o Macho, não se rendeu,
Dona Crica, desesperou-se
Com o gemido, com o gemido
Que o macho deu, Uaaauuu.
Ao penetrá-la com o Zé,
virou-se à mula, "de marcha ré",
Ou ela geme, ou ela grita,
ou vem-se agora, mula maldita.

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Terça-feira, Março 31, 2009

Rua Se és amo - Invaginar

Vais invaginar, invaginar!
Eu vou invaginar, vamos lá praticar!

Dá com mais força o teu nabão!
Pois então, que excitação!

Vais invaginar, invaginar!
Eu vou invaginar, vamos lá praticar!

Dá com mais força o teu nabão!
Pois então, que excitação!

Invaginamos dia-a-dia,
O tronco está sempre a mexer.
Com música fodes a brincar.

Mas que bem, bem a mexer!
Invagina lá assim, troncos juntos sem parar.

Com a ponta do zé, com as mãos nos seios,
E vamos lá penetrar, penetrar,
vá, vá, vá,
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7

Vais invaginar, invaginar!
Eu vou invaginar, vamos lá praticar!

Dá com mais força o teu nabão!
Pois então, que excitação!

Nós fazemos faz também,
Invaginar dá energia
E também dá prazer!

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, UAAAHhhhhhhhhh!!!

Vais invaginar, invaginar!
Eu vou invaginar, vamos lá praticar!

Dá com mais força o teu nabão! UHHHHHHHHHHH
Pois então, que excitação!

Vais invaginar, invaginar!
Eu vou invaginar, vamos lá praticar!

Dá com mais força o teu nabão!
Pois então, que excitação!

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Terça-feira, Março 24, 2009

Senhora a obrar!

A grande música vencedora do "Cagalhão no Chão 2008"!

Intérprete: Vá Feder Antes

Senhora a obrar,
Ante vós, me tendes aflita.
Quem vem tira as meias, as calcinhas e zás...
Nesta fossa, nesta casa sem sanita?
Ardor, que é de ti?

Senhora a obrar,
Ante vós, meu cólon está vazio.
Quem vem cagar em ti o que é meu?
Obrar alto, cheiro pr’a mim,
Ardor meu sem fim!

Ai, negras águas, salpicos de mágoas,
Sujaram-me o recto ao peidar.
Ele não te torna a sujar!
E ninguém vos vê cagar,
Senhora a obrar!

Quem vem tira as meias, as calcinhas e zás
Nesta fossa, nesta casa sem sanita?
Ardor, que é de ti?

Ai, negras águas, salpicos de mágoas,
Sujaram-me o recto ao peidar.
Feridas com sal, rego em brasa…
Deixa teu rabo
Arder longe do meu!

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Domingo, Março 15, 2009

Como chegam ao blog da PENAL

Alguns dos participantes no blog devem questionar-se quantas visitas médias diárias temos? Andamos à volta de 40 visitas únicas diárias. Não é muito mas tendo em conta que quem publica são à volta de 10, os restantes chegam através de diversas formas, uma das quais são as palavras chave nos motores de busca.

E que palavras são as mais usadas? Deixo uma lista em baixo:
- Sergay;
- Senhordosanais
- o senhor dos anais
- cricas
- ser gay
- prostituto de luxo
- poesia gastronomica
- como ser prostituto
- pachachas
- gajas sendo penetradas por cavalos
- qual é a hora do dia do teu auge sexual?
- pintelheira maior

Isto são só as mias utilizadas, depois ha umas conjugações bizarras dignas de estudo psicológico...

Vale mais ver "amadoras a masturbar-se frente a uma camera" do que um "homem sexy vestido de pai natal"... pelo menos eu acho.... mas quem pesquisa deve ter opinião divergente.

Estou chocado...

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Terça-feira, Fevereiro 03, 2009

Bolsista e Cu lojista - II - Noticia breve

A crise abala o mundo real mas John Brósh está-se a cagar, é isso mesmo, a libertar dejectos!

Todos os seus produtos cotados estão mais valiosos, principalmente depois das declarações bombásticas de Sergay (sim, ele afinal não é só um mito!): "... eu não me vou alargar muito mais..."

Esta afirmação prova que o seu traseiro continua firme e hirto sem a incontinência que alguns rumores sensacionalistas divulgaram durante os últimos meses.

O Banco de Portugal quis fiscalizar a Bolsa de Valores da Brelaitada mas os Bufarizadores foram eficazes na ocultação de documentos duvidosos. Infiltrados no local relataram que mal entraram nas instalações todos funcionários estavam com as calças em baixo e de rabo espetado para o ar, presumivelmente a ocultar informação!

(mais novidades em breve )

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Sábado, Dezembro 13, 2008

Bolsista e Cu lojista

"Olha a serapilheira a crescer, cotada a 12,09 € na Cera Quente!! Punhetadas canhotas a erguerem-se a 17,45 € no Bord'Elo !"

Assim eram as manhãs na Bolsa de Valores da Brelaitada (BVB). Brelaitada era a cidade oficial do sexo naquele país das revistas cor-de-rosa.

BVB empregava os melhores economistas e técnicos do sexo, dos quais se destacava John Brósh, um soberbo economista de 33 anos.

Brósh geria em paralelo uma loja de material de sexo, artigos direccionados para os amantes da panasquice. Negócio este que associado à carreira bolsista permitia inflacionar o preço dos seus produtos... o ouro anal!

No negócio de John vendia-se de tudo, desde material personalizado, a pessoas, a imóveis...

A crise mundial no sector financeiro não abalou a cotação dos seus recursos sectorias, antes pelo contrário... valorizou. Alguns investidores direccionaram seus recursos para alguns dos seus mais valiosos produtos:

- Glande Marginal - dilatou 400%
- Bufarizador Quarto - a sua pressão aumentou 240%
- Clone Sergay - remasterização cultural de 1505%
- Apree três dedos! - 123%

Segundo Brósh, estes quatro produtos tiveram uma grande reactividade no mercado porque:

"A nossa Glande Marginal permite aos frustrados em negócios, aos fracos investidores e ao zé povinho em geral, uma introdução ao "Arriar à Bruta" - uma expressão muito frequente nos negócios. Isto significa o quê? Como não têm mais nada para dar ao Estado e/ou aos Bancos dão a única coisa que ainda não tinham dado. A referência a "marginal" tem de co-existir senão seria sem consentimento do utilizador.

O Bufarizador, é um produto que permite tornar um quarto numa sala de manjar. Quantas vezes se peidaram debaixo da almofada e pensaram, porque não fica tudo assim? Um produto divinal, considerado o Gourmet dos casais... homens.

Clone do Sergay, esse grande mito sexual, referência e inspiração sexual dos crentes na Religião Sergaytodo. Esta religião está em expansão em todo o mundo, dizem que é moda.

Apree Três Dedos! veio rivalizar a expressão (já rotineira) "dois dedos" nas relações heterossexuais, é um produto que poderá mudar de nome (Apreee Quatro Dedos!) caso o negócio dos três primeiros produtos continue em forte crescimento
."

(continuação assim que for possível - cuidado com as bufas)

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Domingo, Dezembro 07, 2008

Peido

Peido,
mas meus peidos são estoiros.
São peidos,
só para não lhes chamar traques.
São ventosidades,
que não encontravam a liberdade.
Em ouvi-los,
são estoiros meus traques.

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Quinta-feira, Outubro 09, 2008

Nalgatorius, o Erectus (VII)

Cenas do episódio anterior:
"
- Nalgatorius... creio que já seja tarde. É melhor ires até casa! - ordenou ela.
- ... Ahaohahh?! - Exclamou ele, um pouco confuso e ainda em transe - porque parou aqui?! estava a ser tão bom...
- Já nos excedemos o suficiente... isto nem devia ter acontecido! Não resisti... Creio que já tenha recompensado pelos danos originados na sala de aula. - Explicou ela.
- Mas...?! Ok... A professora tem razão... confesso que só não estava à espera.
Abotoou a camisa sem olhar para Pacheca e caminhou até à porta de saída.
- Nalgatorius.... - Chamou ela levemente.
Ele virou-se, sem nunca lhe olhar nos olhos e retorquiu:
- Sim?!
- Não me vou esquecer deste bom momento.... e por favor volte a olhar-me nos olhos!
Erectus não lhe respondeu (nem olhou). Abriu a porta e fechou-a logo de seguida.
"

Pacheca, caiu no chão logo após a porta ter batido e chorou... descontrolada, arrependida e confusa.

Nalgatorius, caminhou firmemente, deixando para trás a sua bicicleta encostada ao muro. A sua expressão estava fria, seu rosto pálido, com olhar distante e sem pestanejar... era sombrio.

Caminhou até à Minetetui, esquecendo-se que já estaria fechada depois da sua ultima, e demorada, entrega. Fixou o olhar no logótipo (A Rata Cozinheira) até se aperceber que se esquecera de algo... O dinheiro da encomenda e a bicicleta! Seria despedido no dia seguinte....

A sua expressão fria deu lugar ao pánico e à vergonha... Teria de recolher o dinheiro, bicicleta e olhar nos olhos a Pacheca. Não hesitou, começando imediatamente a correr!

Correu o mais que pôde, abrandando metros antes da casa da professora... Reflectiu no que haveria de dizer, pulou o portão, caminhou no sentido da porta cinzenta onde, com o punho cerrado, bateu três vezes... (PUM PUM PUM)

Encostou o ouvido à porta e nada ouviu... voltou a insistir até finalmente ouvir uns passos a aproximarem-se.

- Quem é a estaa horaa? - perguntou ela num tom de pranto.
- Sou eu, professora... - respondeu ele envergonhado.
-Tu quem? Erectus?!
- Sim...

Ouviu o trinco da porta a abrir e aos poucos a luz interna se exteriorizou...

Pacheca colocou, a mão na cara, tentando disfarçar as lágrimas e perguntou:
- O que aconteceu, que fazes aqui?
- Esqueci-me do dinheiro da encomenda e da bicicleta... Tinha mesmo que regressar senão...

Pacheca segurou-lhe nas mãos e interrompeu:

- Desculpa, se te fiz sofrer...
- Esteveste a chorar? - questionou Nalgatorius, enquanto lhe olhava fixamente nos olhos avermelhados.
- Sim... - respondeu ela, encostando o rosto no pescoço do seu aluno e chorando compulsivamente - há qualquer coisa em ti que me deixa assim perdida! Excitada, apaixonada, louca de desejo!

Nalgatorius, com mãos firmes, segurou no rosto frágil de Pacheca, fixou seus olhos nos dela, acariciou seu pescoço até à parte posterior das orelhas...

Sentiu a respiração a aumentar de ritmo, enquanto o choro diminuía... Conquistou o seu pescoço com pequenos beijos e foi subindo, novamente, na direcção das orelhas... Nesse momento, num reflexo de relaxamento de sua companheira, tocou levemente seus lábios nos dela...

Ela por sua vez, segurou na nuca enquanto trincava levemente os lábios de Erectus... Os toques e as mordidelas evoluiram para esgrimas e labirintos de linguas.

Ele, rasgou-lhe o vestido, encostou-a à parede do corredor, e segurou-lhe na coxa direita.
Ela, levantou a perna reflectida na perpendicular para ele a acariciar de uma ponta à outra.

Suas mãos, eroticamente chegaram às virilhas, onde percorreu os pouco pêlos com carícias. Ela começou a soltar os primeiros suspiros e os beijos tornaram-se cada vez mais elouquentes...

As calças de Nalgatorius desceram rapidamente nas mãos de Pacheca... tendo ela desafiado para a sala... Sentou-se em cima do bordo da mesa de jantar, puxou-o ate ela e contornou o tronco de Nalgatorius com as pernas.

Ele, desviou a tanga, encostou o seu mastro ao clitóris, torneando-o suavemente... Ela gemeu alto, flectiu suas pernas até começar a ser penetrada profundamente. Aos poucos o movimento cíclico aumentou de ritmo... e os corpos colados gemeram numa profundeza apaixonada.

Pacheca, deitou-se sobre a mesa, para Erectus velejar velozmente seu ventre.

Ela, gritou num gemido mais intenso que os anteriores:
- Sooooou tuaaaaaaaa!


(Acho que é esta que fecho mais uma história de um personagem)

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Sábado, Setembro 27, 2008

Soneto (playgay HardSoft)

Tem trens e maquinistas,
Tem gajos e maricas,
Tem putas e punhetistas,
E também tem muitas lésbicas !

Tem fodas e fodidos
Uns activos... Outros passivos...
Já se ouvem os gemidos,
Mas não há orgasmos acumulativos!

A PENAL tinha o poder,
Essa badalhoca sentimental!
Que mete o sete no cu a tremer!

Sai de lá num bacanal
Vem-se a lamber o colhão!
Mas o que ela quer é o vosso nabão...

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Domingo, Junho 22, 2008

Nalgatorius, o Erectus (VI)

Cenas do episódio anterior:
"Na mesa, à cabeceira, estava um prato, cinco talheres e dois copos. Ele dirigiu-se até lá e pousou a embalagem da encomenda. De seguida, sentou-se na esquina do sofá branco enquanto assimilava a decoração...
"Pelas fotos concluiu que a professora viveria sozinha e que seria solteira... teria cerca de 30 anos, muito a tempo de constituir família!"
Continuou a assimilar informação até começar a ouvir novamente passos na direcção da sala. Desviou o olhar focando Pacheca entrando e sentando-se junto dele.
Nunca a tinha visto de cabelo solto, mas ficava extremamente sensual e jovial, assim como o seu odor aflorado, leve e refrescante, o deixara desconcertado.
Ela olhou-o intensamente nos olhos, aumentando a dilatação das pupilas e a intensidade do brilho, e oscolou-o hipnoticamente na boca.
"


Lábios húmidos entrelaçaram-se de desejos, línguas libidinosas esgrimiram seus recalcamentos,  seus corpos se fundiram de calor e suor.... 

Ela agarrou-se à face de Erectus, puxando ferozmente pelos seus cabelos e pelas suas orelhas... 

Ele puxou a parte superior do vestido... A pele húmida e fina fez descair sua mão até aos seios volumosos e excitados de sua parceira. Acariciou-os suavemente, querendo controlar a situação, ela respondeu-lhe num esgrima mais agressivo e numa respiração bela e harmoniosa. 

O jogo corporal de Erectus encaminhou-os para o chão. Pacheca, entusiasmada, agarrou nas mãos dele, esticou-as até à posição do "Homem Vitruviano" e fixou-o de costas  no chão. 

Era a vez dela controlar!
Recolocou o vestido na posição original e sentou-se em cima da pélvis do seu parceiro, desabotoou os primeiros botões da camisa e beijou-lhe o queixo. Enquanto lhe acariciava o peito peludo, seus beijos contornavam o pescoço... e as orelhas eram trincadas com suavidade jovial...

As carícias deixavam Nalgatorius em transe, os olhos rolavam fora de órbita e seus mamilos estavam ligeiramente erectos! Os contornos íntimos de sua parceira, sentados ao seu colo, eram suaves e apetecíveis.  A posição erótica permitia à sua arma cilíndrica estar completamente almofadada pelas formas femininas e apesar do contacto indirecto era como se estivesse dentro dela!

E gemeu, gemeu intensamente de prazer quando os beijos chegaram ao umbigo... 

Pacheca, assistindo ao descontrolo seminal do seu parceiro, parou.

- Nalgatorius... creio que já seja tarde. É melhor ires até casa! - ordenou ela.

- ... Ahaohahh?! - Exclamou ele, um pouco confuso e ainda em transe - porque parou aqui?! estava a ser tão bom...

- Já nos excedemos o suficiente... isto nem devia ter acontecido! Não resisti...  Creio que já tenha recompensado pelos danos originados na sala de aula. - Explicou ela.

- Mas...?! Ok... A professora tem razão... confesso que só não estava à espera.

Abotoou a camisa sem olhar para Pacheca e caminhou até à porta de saída.

- Nalgatorius.... - Chamou ela levemente.

Ele virou-se, sem nunca lhe olhar nos olhos e retorquiu:
- Sim?!

- Não me vou esquecer deste bom momento.... e por favor volte a olhar-me nos olhos!

Erectus não lhe respondeu (nem olhou). Abriu a porta e fechou-a logo de seguida.

(Continua brevemente...)

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Sexta-feira, Abril 04, 2008

Nalgatorius, o Erectus (V - o regresso do mito)

Três anos passaram desde o episódio que alcunhou Nalgatorius. A criança sonhadora de 13 anos é agora um adolescente.... muito mais batido e experiente!

( leiam a história toda desde início em: http://penal.com-palavras.com/labels/Nalgatorius.html)

Apesar da imagem, ridicularizada entre colegas, deixada na sala de aula três anos antes, Erectus é famoso entre os professores, principalmente os do sexo feminino (e alguns indecisos), que vêm nele um potencial sex-symbol.

A professora de Ciências da Natureza contou às suas colegas que não conseguiu dormir tranquilamente durante uns dias. Consta que tinha sonhos eróticos sempre que se lembrava do instrumento fálico do seu aluno, e do seu tamanho...

As colegas de turma nunca conseguíram desfazer-se da imagem perversa, afastando-se dele para evitar estereótipos.

Seus colegas gozavam por inveja... Nenhum era tão sobre-dotado e escarnecer desviava a atenção das miúdas. Típico de putos... Nalgatorius não se importava, conseguía ultrapassar essas criancices com bastante facilidade.

-- voltando ao pós-acidente --
O problema na escola dificultou a vida familiar, tendo sido obrigado a trabalhar de noite para, segundo os pais, valorizar a vida. A sua tenra idade era um entrave assim como a inexperiência, mas semanas e alguma sorte bastaram para descobrir uma loja de comida oriental, que precisava de um estafeta para a bicicleta.

Num dos primeiros dias de trabalho, bufando cerca 5 km, foi entregar um Shop Suey de frango numa vivenda de rés-do-chão cinzenta, nos arredores da vila.

Encostou a bicicleta ao muro e tocou na campainha com altifalante. Do outro lado respondeu um voz feminina electrizada:

- szzz... Quem toca? shshszzz...
- Boa noite, é da Minetetui e trago o seu Shop Suey de frango! - respondeu o rapaz ainda recuperando o fôlego.
- szzz... Entre então... shhhh.... - respondeu a voz enquanto o trinco do portão se abria.

Erectus empurrou o portão e caminhou na direcção da porta cinzenta. Ouviu o trinco, enquanto a porta de entrada se abria e jorrava luz intensa. Apercebeu-se, pelas curvas, que estaria uma mulher em vestido fino à sua frente. Tentou focar o rosto, mas a claridade só permitia ver na penumbra. Enquanto apreciava as curvas sensuais apresentou-se:

- Boa noite, sou o estafeta da Minetetui e trago-lhe a encomenda... Shop...
- Olá Nalgatorius! Obrigada. - Interrompeu a mulher, não deixando Erectus terminar o raciocínio.

A porta abriu-se completamente até se aperceber que tinha a professora de Ciências da Natureza há sua frente!

- Não sabia que trabalhavas de noite? - continuou ela.

Corou de vergonha... saindo-lhe uma resposta sincera:

- Olá professora... Já trabalho há uma semana e meia... Os meus pais acharam que me fazia bem depois do incidente na escola.
- Fico feliz por te ver aqui... Queres entrar um pouco para conversarmos? Se tiveres tempo, claro!
- huum... - hesitou ele - foi a minha última entrega hoje e posso entregar o dinheiro mais tarde... portanto posso entrar?! - Arrematou ele.

Pacheca ficou espantada com a agilidade do seu aluno, nas aulas parecia muito menos despachado (para as aulas, claro!). Cedeu-lhe prontamente passagem, fechando de seguida a porta com ruído!

- Entra! Segue por esse corredor, vira à direita e fica à vontade! Eu já venho... 2 minutos! - Ordenou ela.
- Obrigado... Já nos encontramos então. - respondeu ele.

"Erectus achou estranho o tratamento da professora. Poderia estar ela a dar-lhe um momento para explicar o incidente e compreender a situação?!"

Entrou numa sala ampla, com um sofá em veludo branco, em L, uma mesa de jantar, com pernas pretas em U e tampo em vidro escovado.

Na mesa, à cabeceira, estava um prato, cinco talheres e dois copos. Ele dirigiu-se até lá e pousou a embalagem da encomenda. De seguida, sentou-se na esquina do sofá branco enquanto assimilava a decoração...

"Pelas fotos concluiu que a professora viveria sozinha e que seria solteira... teria cerca de 30 anos, muito a tempo de constituir família!"

Continuou a assimilar informação até começar a ouvir novamente passos na direcção da sala. Desviou o olhar focando Pacheca entrando e sentando-se junto dele.

Nunca a tinha visto de cabelo solto, mas ficava extremamente sensual e jovial, assim como o seu odor aflorado, leve e refrescante, o deixara desconcertado.

Ela olhou-o intensamente nos olhos, aumentando a dilatação das pupilas e a intensidade do brilho, e oscolou-o hipnoticamente na boca.

(Continua brevemente...)

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Sábado, Fevereiro 02, 2008

Harry Putta e as Ordens de Inex

No capitulo anterior:
"- Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês.

- "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar.

- Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer?

- Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente.

- Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica?"

- A Natureza chamou por mim... e eu não resisti... - confessou ele.
- Como sempre... nunca resistes! És uma nódoa da magia! Nem sei como ainda insistes em depilares miúdas!?

A face de Harry começou a ganhar contornos de agressividade. Maria, apercebendo-se do seu estado espírito, voltou a insistir na sua aparição:

- Então Harry!? Sabes o que estou aqui a fazer?
- Não! O que li de ti não me permitiu chegar a nenhuma conclusão lógica... Sei que tiveste umas aventuras estranhas com um tal de Sergay...
- Cala-te imbecil! És mesmo pobre! Quero aniquilar Inex e por sua vez a
Magia Sexual Tântrica! E vou começar por ti....

Harry conteve a sua agressividade, enquanto, aos poucos, recuperava suas forças.


- E estás à espera do quê? Já o podias ter feito, nem precisavas de gastar o teu tempo...

A sua observação consistiu numa estratégia forçada, para conseguir recuperar o fôlego e arranjar uma saída.


--- Em terrra ---
Inex, preocupada com o seu aprendiz, insistiu na magia dos Guardiões das Orgias Celestes. Algum tempo depois entrou na mente do Harry, certificou-se que estava bem, e do que se estava a passar, pedindo-lhe para queimar algum tempo.

--- De novo com Harry ---
- Achas que eu ia perder o meu maior trunfo para conseguir enfrentar Inex? É a forma mais acessível dela chegar até mim! Para além de que ela em terra é bem mais forte que eu! Aqui eu sou sábia! - respondeu-lhe Maria Inês.

- A Inex é capaz de vencer se quiser, onde quiser! Para além disso, porque haveria ela de vir ao teu encontro? - Harry contra-atacou enquanto Inex lhe começou a transferir energia celestial.

- Vem ao teu encontro, salvar-te! Ela tem uma obsessão sexual oculta por ti, e acredita que com treino a satisfarás eternamente!

Maria acreditava que invocando raiva em Harry conseguiria trazer Inex ao seu encontro, mas Harry tinha filtro de emoções, Inex aplicou-o assim que se ligou mentalmente.

- E achas que eu não sei? Ela é a minha heroína! Eu acho é que tu estás com alguma perversão sexual! Queres possuir Inex? Depois do Sergay ficaste com algum impulso homosexual?

A pergunta deixo-a desarmada, pela primeira vez Maria Inês hesitou.
Harry, com instruções e estimulação prostática de Inex, avançou soletrando:

- "Aurum Brassica rapa fusione vagina maria ines et plovere" (Nabo dourado funde vagina de Maria Inês e chove)

Inês não reagiu, imediatamente a glande Harry ganhou um tom dourado, atingiu os grandes lábios e penetrou-a em Mach 5 (hipersónico). Ela inicialmente ainda esboçou um sorriso de prazer, desintegrando-se logo de seguida, em chuva...

--- Em terra ---

Inex olhou para o céu, as nuvens tinham desaparecido, mas chovia algo, com um cheiro sexualmente apelativo... (as feromonas de Maria Inês - ver Labels)
Rapidamente regressou à realidade e invocou a magia de Fénix , para que Harry chegasse inteiro a terra.

Harry sorriu quando finalmente aterrou e olhou nos olhos de Inex, mas ela não lhe deu tempo para falar, mordendo-lhe os lábios enquanto se despia.
Empurrou-o para o chão, deitou-se em cima dele, enquanto lhe pegava no pénis e o introduzia na sua ranhura...
A Vila adormeceu... e os dois satisfizeram-se em silêncio...
Estavam no Auge da Magia Sexual Tântrica!

(Fim - por agora - já tinha pesadelos com o Harry!!)

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Sexta-feira, Novembro 02, 2007

Harry Putta em Gaita em Brasa

No capitulo anterior:
"Estendeu as mãos, elas agarraram e começaram a voar.

Lá em baixo a vila desaparecia... à sua volta, orgias molhadas e relampejantes multiplicavam-se... até que ele apagou...

Acordou deitado num espaço branco-acinzentado, com textura a nuvens. Estava nu e tudo era um imenso vazio, sem portas nem janelas.

- “Onde estarei eu?!”

- És nosso prisioneiro, fofinho... Em breve terás uma visita... - ecoaram as paredes.

- Um visita?! Quem? É ela, não é?! - perguntou ele em pânico.

- Ela não! Nós!"


Harry começou a sentir um calor intenso... que vinha de dentro...
Contorceu -se como estivesse a sentir prazer... um prazer diferente... (diferente das habituais piveas matinais)

O estado febril aumentou o fluxo sanguíneo provocando-lhe uma erecção gigante, de tal ordem que duplicou os 16 cm da média e a glande ganhou uma textura diferente, semelhante ao "Cogumelo-falale", muito usado nas fantasias eróticas de jovens biólogos.

Harry estava completamente dominado, em êxtase, ejaculando sem nada fazer, sem nada lhe tocar... sem nada ver! (havia relatos na Vila de que era precoce, mas sem aplicação aqui) E Ejaculando o prazer acontecia....


--- Em terra ---

Inex arrependida do que tinha dito ao seu único herdeiro de Magia Tântrica decidiu ir a seu encontro. Ao sair de casa sentiu um arrepio, um floco de neve caiu-lhe nos lábios, provocando-lhe um gemido de prazer.

-"Ohhhhh Siii!!! Neve dos anjoooos... não! É ela! E raptou o Putta!"
Imediatamente o seus poderes sobrepuseram-se aos seus desejos sexuais, começando a procurar indícios no céu:
-"Nuvens Kamasutricas em movimento!? Onde raio estará ele? Espera, apenas uma está a ter orgasmos explícitos!! Como é que ela consegue tamanho envolvimento da natureza?"


--- De novo com Harry ---
Harry ficou exausto... em menos de 15 segundos tombou e os genitais murcharam, entrando numa fase de sonolência.


- Harry!! - Entoaram novamente as paredes numa voz intemporal - Já me posso apresentar, descarreguei as tuas munições, já não te suicidarás de prazer!

- És ela...? A Maria Inês... - Palrou ele.

- Sim sou eu! Maria Inês! - Apresentou-se enquanto sua imagem se criava dentro do mesmo espaço físico.

Harry começou por ver um ponto de luz, de seguida um foco branco... No contraste eram visíveis curvas femininas, até que finalmente, conseguiu ver um corpo nu... era Maria Inês.


- Glupp... - Engoliu ele em seco.

Harry ficou em silêncio enquanto masturbava o seu intelecto. Nunca tinha visto nada tão perfeito (as meninas das revistas eram amadoras ao lado daquilo), todas as curvas transmitiam erotismo. A pouca pelagem era mágica e ruiva, ao centro fatiavam suculentas curvas que convergiam simetricamente. Harry estava excitado... mas apenas por dentro.

- Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês.

- "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar.

- Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer?

- Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente.

- Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica?


Harry engoliu em seco, já antevendo uma pausa na história....

(não perca a continuação em Harry Putta e as Ordens de Inex)

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Segunda-feira, Setembro 10, 2007

Harry Putta - Prisioneiro das Cabanas

Harry ainda estava borrado com o que tinha acabado de ouvir: " Trouxeste ao mundo a nossa Maior Rival! Uma Feiticeira temível! Vai ser o fim da Magia Sexual Tântrica!... Chamava-se Maria Inês quando humana".

Aquele nome não lhe dizia nada...

- "Maria Inês?! Vou procurar sobre essa criatura..."

Ainda era meio da manhã quando Harry entrou na "Dildo's Hardcore Library", a decoração interna era um pouco feminina, mas o seu odor corporal afastava qualquer interessada...
Depois de alguns minutos chegou a um humilde livro, de um autor chamado Sergay, "Circuncisado, violado e abandonado por Maria Inês - Deusa ou ET? ".

- "Que título estranho... Quem seria esta mulher?!"

A curiosidade foi acumulando com o que lia sobre ela.

- "Ninfomaníaca... investigadora de feromonas... aliens... mutação genética com esferas metálicas... replicação da raça Ganryubigu... Bolas esta tipa era um espectáculo de mulher!".

- Espera! O que trará ela desta vez! - berrou ele quando se apercebeu da sequência de acontecimentos! - "Ilnex falou em feiticeira... que poderes terá ela desta vez?!"

Cansado, sem ter descoberto factos mágicos de Inês, decidiu ir ter novamente com Ilnex. Talvez ela conseguísse complementar e associar outros dados.

Fora da livraria, Putta, deparou com um céu diferente: vermelho com nuvens sugerindo posições do Kamasutra em movimento.

- "Fantástico, tenho que aprender esta merda! Será ela!?"

Não sabia se haveria de continuar a caminhar ou parar e contemplar aquele espectáculo. Parou uns breves momentos...

- Vem ter comigo Harry! - uma voz vindo do nada entrou-lhe pela cabeça.

- "Vou onde? Com quem?"

Duas nuvens femininas vieram ao seu encontro estendendo-lhe a mão.

- Vem connosco divertir-te... - disse uma delas.

- És fofinho... vem... - disse a outra.

- Sim! - Os olhos dele ficaram vidrados perante aquele espectáculo.


Estendeu as mãos, elas agarraram e começaram a voar.
Lá em baixo a vila desaparecia... à sua volta, orgias molhadas e relampejantes multiplicavam-se... até que ele apagou...

Acordou deitado num espaço branco-acinzentado, com textura a nuvens. Estava nu e tudo era um imenso vazio, sem portas nem janelas.


- “Onde estarei eu?!”

- És nosso prisioneiro, fofinho... Em breve terás uma visita... - ecoaram as paredes.

- Um visita?! Quem? É ela, não é?! - perguntou ele em pânico.

- Ela não! Nós!

(não perca a continuação de Harry Putta em Gaita em brasa)


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Sábado, Junho 02, 2007

Harrie Putta - Cama secreta

Harrie sem se aperceber do impacto da sua invocação saiu até à rua. Estava convencido de que poderia avançar para o novo Feitiço, o Remote BlowJob.

IInex ainda curiosa com o estrondo, saiu, na esperança de perceber o que se tinha passado. Do silêncio da sua rua passou para a confusão das conversas beatificadas. Ouviam-se alguns boatos: A existência de uma nova criatura na vila; o Padre que tinha cometido um pecado canibalesco; que Harrie se tinha convertido à homosexualidade caseira.
IInex vagueou pelas ruas cinzentas da manhã por mais uns minutos, até se cruzar com Harrie. Este despido numa esquina soletrando, qualquer coisa como: "www.blowjob.com Enter".

- Bom dia Harrie! - Saudou a Mestre, tentando não memorizar aquela imagem ridícula.
- .. Oh.. Bem haja! Tão cedo na rua? - perguntou Harrie um pouco embaraçado por ter sido apanhado despercebido.
- É verdade, só uma grande curiosidade me retira das minhas Masturbações Tântricas Matinais.
- Curiosidade?! - Sentiu-se confundido com a observação.
- Não ouviste um estrondo na Vila? Algo aconteceu... mas não consegui sentir nenhum sinal. - explicou IInex.
- Estrondo!? - “Será que fiz asneira da grossa?” - Pensou ele, enquanto subia rapidamente as calças.
- Sinto-te remexido por dentro... Que fizeste desta vez?
- Hum... - “como é que ela percebe que eu estou remexido”- ... não sei.
- Desbobina! - ordenou ela.
- Sabes o meu fetiche... - começou ele.
- Sim! As depilações... e este novo agora...
- Isso. Andei uns tempos a querer avançar na técnica. Acho que descobri umas coisas novas. - continou ele corado.
- Novas? Explica!
- Bem... uma técnica de execução perfeita. Genial! Com marca de mestre e tudo!
- E então? - IInex estava ansiosa que ele relacionasse a história.
- E então eu hoje decidi avançar! - exclamou ele triunfante.
- Avançar?!
- Sim. Soletrei ”depilarium unix encrica dass moxas” sem invocar ninguém! - finalizou ele radiante.
- IInex paralisou perante a confissão de Harrie, até que, com uma expressão séria (invulgar nela) esbofeteou o seu aprendiz.

- IInex!... Que estás a fazer?!
- Invocaste a Feiticeira da Cama Secreta!! - Gritou ela furiosa.
- Cama Secreta? Não! Depilação perfeita!
- Essa invocação estava escondida, para não dizer dissimulada nesse texto, na esperança de que nenhum tarado lhe dê-se uso! Mas pelos vistos...
- Hum... e no que consiste essa Feiticeira? - perguntou ele desiludido.
- Trouxeste ao mundo a nossa Maior Rival! Um Feiticeira temível! Vai ser o fim da Magia Sexual Tântrica!
- Quem? - Harrie mijou-se de medo.
- Chamava-se Maria Inês quando humana!
- Maria Inês... E agora?! - do mijo passou a incontinência anal.
- Vais ter que ser tu a tratar disso!

(continua em Harrie Puta - Prisioneiro das Cabanas)

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Sexta-feira, Setembro 29, 2006

Harrie Putta – Pedrada anatómica

IInex acordou molhada e sobressaltada, tendo-se deslocado até junto da janela para bisbilhotar o que tinha acontecido. Ouvira um estrondo violento... mas seus poderes não conseguiram detectar nada suspeito.
IInex era uma Feiticeira Adúltera, sábia em magia sexual e perversa. Exorcitava homosexuais e afastava todos os padres e freiras da religião convertendo-os em praticantes de Tantra.


Harrie Putta, um Punheteiro de Feiticeiro, aprendiz de IInex, tinha o fetiche de depilar por magia todas as moças com que se excitava na rua, e não só... Um jovem com poderes ocultos que nem ele próprio sabia como explorar.


Harrie nessa madrugada dedicou-se ao estudo da anatomia feminina, queria perceber melhor em que zona ele depilava as mulheres para elas ficarem excitadas. Desde o dia em que três raparigas começaram um chinfrim erótico numa sala de cinema, ele nunca mais largou a varinha,

com receio de perder aquela imagem.
Tanto estudou que não só descobriu qual era a zona como conseguir uma depilação de execução perfeita e única. Tão única que deixaria uma assinatura nas peles labiais de suas vítimas. Harrie já de manhã, decidido a experimentar a sua nova magia (sem invocar alguém), ergueu a vara para cima, rodou e soletrou:”depilarium unix encrica dass moxas”


O resultado foi caótico... estava perdido... como haveria de inverter a magia?!

(não perca o próximo episódio)

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Quinta-feira, Setembro 28, 2006

Mobilização Anal... Penal!!

A todos os contribuidores deste blog imaculado, esses grandes gays, queria deixar uma proposta nada pura:

Vão apanhar nessa regueifa lubrificada....

Onde anda o Captain Dildough e os Contos do Virgílio? Aquilo continua... continua... mas deve ser a bater à punheta lá em casa... seu grande punheteiro informático. Toca andar com essa merda!!!

E o Stein? Esse contador de histórias eróticas, das melhores do blog... não quer partilhar mais das suas experiências connosco... invejoso! Depois vem para aqui com os bonecos do warcraft a dizer que a internet é para porno... é só graganta :P

Havia ainda... o João, do Alexia e Tutu, a maior obra do blog... não há mais nenhuma personagem assim? Tipo Alexia e Tutu que possa aparecer aqui? Senão venha la a Alexia
mumificada cheia de Gaze... A tua imaginação faz falta aqui... é um honra matar saudades a estes leitores abichanados... e esfomeados, já viste à quanto tempo não vêem o traseiro da Alexia!?

O despercebido, alphatocopherol, grande sabedor da história dos colhões e dos cabrões. Acho que ficou traumatizado e nunca mais se inspirou... precisa de umas traulitadas naquelas naldegas musculadas para ver se começa a escrever mais poesia perversa. O cinto de castidade mental não te deixa participar é? Anda lá bisnageiro...


Vamos lá todos!
Mobilização geral.

Eu participo e vocês?

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Sábado, Abril 29, 2006

O Abilhador

A campainha tocava com grande frenesim às seis e meia da manhã. O sol mal tinha nascido e já os galos fornicavam no galinheiro ensurdecendo de prazer toda a vizinhança. Os lençóis molhados e manchados de um odor reconhecível provavam a incontinência ejaculatória.

Zé, o Dobrador de Bilhas, levantou-se da cama ainda a cambalear do seu último copo de vinho maduro e dirigiu-se até à janela. Afastou os cortinados rotos e manchados, e olhou para baixo, para a rua, onde estava estacionada uma carrinha da CavalGalp, uma empresa de gás metano, proveniente de cavalos.

“Fodasse pós tipos do gás, óhh caralho... nem me deixam acabar o sono” pensou ele enquanto se dirigia para a entrada abrindo a porta com alguma fúria.

- Porra! São horas... - gritou ele incompletamente até ter focado a pessoa que estava à sua porta – Olá, muito bom dia... - o seu rosto coloriu-se de um rosado envergonhado.
- Bom dia, Sr. Zé?! Cabe a mim daqui a diante entregar as garrafas de metano. Espero não o ter vindo acordar?!
- Acordar... claro que não... Sou um homem madrugador, acordo antes dos galos começarem a fornicar... a cantar. - respondeu ele, reparando na mancha que tinha nas calças de pijama, escondendo-a com a palma da mão.
- Onde deseja que coloque a Pónei?

“Pode colocar aqui junto do meu Garanhão...” pensou ele quando se apercebeu da imensidão de curvas...

- Ali ao fundo, junto das outras... - respondeu.
Ficou estático ao vê-la passar. As curvas eram perfeitas. Desejando que ela o aquecesse como as outras.
- Quer que a monte?

- Ficaria muito agradecido se montasse - respondeu ele.
- Nem vai notar diferença, é como as outras, dura e dura...
- Ainda bem, gosto de ser bem servido. Não gosto de deixar nada a arrefecer – continuou o Zé.
- Sendo assim penso que se irá adaptar bem. A Pónei é mais pequena que o Garanhão mas dá o mesmo gás.
- Eu gosto é que elas dêem gás... - murmurou ele.

Depois do serviço, a menina bonita da bilha despediu-se com um sorriso no rosto. A sua mini saia junto ao contorno da nádega e o seu peito eram dignos de uma obra de arte futurista. O Zé já não conseguia suportar o mastro, que se perpendiculava com entusiasmo divino...

- Até á próxima Sr. Zé - disse a moça envergonhada ao se aperceber da mão dele por dentro das calças do pijama.
- Até a próxima menina... Espero por si para montar a próxima - despediu-se ele com um sorriso erótico.

E assim a menina do gás chegou à aldeia do Zé.

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Sexta-feira, Fevereiro 17, 2006

Divulgação científica - Organic sexual power

Abstraque:

Título: Asstone o químico orgânico larilas descobriu uma molécula que revolucionará o mundo do sexo


O laboratório como sempre, cheira a resíduos estranhos, ou como se diz na gíria - a químicos. Todos os empregados estão calejados na prática masturbatória do seu patrão. Uma técnica ultra avançada que consiste na separação sob pressão de substâncias do sémen. Desta separação isolou-se uma molécula até agora só conhecida por analogia na limpeza do esófago e dos orgãos reprodutores e não só.
As aplicações são muitas, desde a eliminação dos vestígios de merda das unhas, ao verniz, à limpeza dentária, a eliminação da cera dos ouvidos, ao extermínio dos macacos do nariz, e a uma série de outras coisas ainda por revelar. Tudo isto porque a nova molécula, com o nome do Químico que a descobriu, a Asstone tem propriedades de limpeza e volatilidade muito superiores à vulgar acetona.

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Sexta-feira, Janeiro 13, 2006

O salteador dos tomates perdidos - Cancelamento -

O orçamento previsto foi ultrapassado na gravação do 4º episódio do “O salteador dos tomates perdidos”, a isso se junta a falta de donativos, sentenciando a continuação da novela.
Cabe a mim vir por este meio informar o cancelamento das emissões da mesma.


Os motivos para o buraco orçamental são descritos a seguir:

- Overdose ejaculatória de Yagres no episódio 3 originou uma inundação no estúdio, com a consequente indemnização pelos danos causados. O contrato não incluía seguros (só vibradores);

- Analy teve uma entorse clitoriana e as despesas médicas não estavam previstas no contrato;

- Download ilegal dos episódios via internet de possíveis telespectadores. A Direcção-Geral
da Indústria acusou-nos de incentivar a pirataria informática, uma vez que encontraram torres de Cds e DVDs pirateados nos estúdios, com filmes porno e álbuns musicais;

- Uso indevido da música instrumental da banda da novela em sites porno provocou uma crescente descredibilização desta, pois passava aos domingos a seguir á eucaristia dominical;

- O uso inapropriado de línguas foi considerado um abuso cultural para Portugal e para a Venezuela, impedindo-os de fazer as famosas dobragens;

- A transmissão na Venezuela distraiu as autoridades portuguesas na resolução da situação diplomática com o piloto português preso à meses.


---A Imprensa---

Produtor da novela :"Pensamos que tais acusações não fazem sentido, o Yagres nem era português, era um emigrante ilegal... uPs! Mas tinha visto, eu juro que estava em casa! Quer dizer, acho que o perdi entretanto..."

Yagres: "Se eu era ponta de lança!? Quer dizer as vezes ela dizia que queria... AHh, não foi isso que perguntaram? Então se comia gelados... ao principio tive que meter uns na boca... ohhh, gelados!? De chupar, certo!? "

Analy: "Se eu tocava bateria, isso não era aquele vibrador gigante!? Quer dizer aquele que eu fazia vibrar... na minha escola era conhecida por pachacha barulhenta por fazer barulhos no meio das aulas... fazia ritmos na cadeira... Ahhhh, não queria saber disso. Ah o instrumento... esse já tá muito usado..."


FIM

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Quarta-feira, Novembro 16, 2005

O salteador dos tomates perdidos - Episódio I I I - A Maquete

Yagres ensaiou todo dia demonstrando o encaixe perfeito de sua voz na sonoridade banda, pelo que daquele ensaio saíria a primeira maquete com ele como vocalista.

Durante o intervalo os elementos masculinos ensinaram a Yagres o ritual que faziam ao mesmo tempo enquanto bebiam uns shots, a masturbação sincronizada. Ao inicio parecia um ritual abichanado, que o fez ter algum receio das consequência comportamentais dos seus colegas, mas no final todo o risco que correra tinha sido compensado...

Olhando em volta todos os seus companheiros estavam enrolados numa orgia gay a três e ele tinha Analy agarrada ao seu instrumento eréctil. Analy saboreava o gelado com agilidade sexual, proporcionando afrontamentos de prazer, algo inédito até então com mulheres.

- Analy, Analy não tires a boca daí! - Grito Yagres, num vocal gravíssimo, após ter chegado ao espasmo orgâsmico.

Analy, não satisfeita com técnica bico-percursionista decidiu despir-se e demonstrar a técnica lábial em contra-tempo. Que consistia na relaxação alternada e em tempos diferentes dos lábios e músculos internos da vagina. A perícia era tanta que conseguia variar os ritmos indo do mais ligeiro rock ao speed metal progressivo.

... Tinham-se esquecido de parar a gravação da sessão de ensaios, pelo que todo o ruído de gemidos e urros da orgia vibrou na maquete.

Yagres desconhecia que a banda era conhecida pelo seu estilo speed metal orgâsmico, incluíndo sempre uma outra música nas suas maquetes.

"A percussão vaginal de Analy com as penetrações vocais de Yagres construíriam um som mais alternativo. Depressa seus companheiros entraram na sonoridade, com o baixo nabónico de Silicon, e a guitarra ruidosa no cu de Cricatoris e Evangelius recriaram o épico, a história de um mendigo com poderes sexuais que matava paneleiros na procura dos piores cheiros anais, o caçador de pivetes.
A finalização instrumental acabou numa diarreia colectiva provocada pelos shots, constituídos por vodka, rum e laxante. Para eles aquele era o melhor lubrificante do mundo... e que deu continuidade à bónus track..."

(Continua)

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Quinta-feira, Outubro 20, 2005

O salteador dos tomates perdidos - Episódio I I - Busca da sexualidade perdida

Yagres ficou completamente deprimido com o desaparecimento dos seus badalos sexuais. Nem Foodin conseguiu compensar o desgosto do companheiro. O ambiente melancólico acabou por levar ao declínio da relação, poucos dias depois terminaram tudo.

Yagres isolou-se em casa uns bons meses, ouvindo horas de trash e speed metal até conseguir normalizar sua sexualidade enraivecida. O seu pensamento tornou-se obsessivo, “I want to fuck”, sentimento este que o fez sair à rua vestido de preto, com calça justa e botas de biqueira de aço. Yagres finalmente tinha regressado ao mundo social!

Uma noite, perdido num bar Metal, “The Cult Bar”, bebendo umas cervejas ao ritmo da tremoçeira dupla picante e dos shots riffados com absinto, sentia-se o verdadeiro macho metálico. A vontade de exteriorizar o seu extinto era tal que soltou a voz rasgando vocais agudos e latinos.

Ao seu lado, um senhor de túnica preta escutava-o com atenção…
Quando Yagres terminou o playback o homem colocou a mão no ombro fazendo-o voltar-se.

- That voice!? You like to sing? – perguntou um tipo alto cabeludo.
- Yes, why?
- I need a singer and your voice is perfect! – respondeu o guedelhudo.
- Ohhh. Who you are? – perguntou Yagres lisonjeado com a observação.
- I’m Joel, I play guitar in a metal band.

Tinha uma proposta que podia ser o início para um novo ciclo. Aquela escolha levá-lo-ia de encontro aos seus objectivos?

A esta pergunta só sua voz lhe responderia…
No dia seguinte começou a ensaiar com os Master of Masturbation. O quarteto era constituído por Joel Silicon, Lips Envangelius, Cricatoris Michael e Analy Arts. A última, baterista que todos consideravam a revelação do Metal.

A banda apresentou-se com beijos no rosto, excepto a Analy que agarrou o traseiro de Yagres e mandou um linguado de minuto e meio…

(Continua)

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Quinta-feira, Outubro 13, 2005

O salteador dos tomates perdidos - Episódio I -

Mister Yagres, protagonista na nova top luxe da televisão venezuelana, “El ladrón de tomaters perdido”.

Episódio I – O furacão

Outubro começou frágil, aguado… com o vento soprando por entre as náldegas de Yagres, assobiando em suaves enrabadelas sostenidas…

- Me da vuelta su trasero… - Disse Foodin enquanto tirava areia do seu instrumento ciclónico.
- Es mucho viento! – Mister Yagres estava completamente atrapalhado pelo furacão que se aproximava.

Ao longe uma mancha carregada de cinzento aproximava-se trazendo chuva e ondulação marítima muito agressiva.

- Mi nabo está como el Vince! - Gritou excitado Foodin com uma pontaria tempestuosa.
- Houhh! Está como lo que!?- Gemeu de dor Yagres.
- El Huracán De Vince!

(12 horas depois)
O furacão aproximou-se de tal forma que toda praia estava em reboliço. Uma nuvem de areia e chuva componham a atmosfera. A ondulação arrastava-se praia adentro até ás dunas onde estava o casal.

- Mis tomates? – Gritou de dor Yagres.
- Tenían vuelo con el viento… - observou Foodin.
- Noooo!!!Cogida!!! La venganza va a aparecer! – Gritou Yagres histérico, enquanto corria na direcção do vento procurando vestígios.


E assim começou a história o salteador dos tomates perdidos…

(Continua)

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Terça-feira, Setembro 20, 2005

Sergay - O Prostituto de Luxo - Fim

"Foi tudo tão bom…"
Maria saiu sorridente de cima da vitima adormecida na exaustão.
Tinha conseguido dominar o prostituto de luxo, hino da sexualidade. Aquele que todos julgavam ser um precoce abichanado. Inês sabia muito acerca dele … tinha no seu genona a Macho-Alienigenosexualidade, Ganryubiguês, como muitos já ouviram falar.
Maria Inês calmamente caminhou para a porta de saída, deixando um rasto de gosma violeta.

(48 horas depois)

Sergay acordou todo nu, coberto por um líquido violeta. Tal visão fê-lo correr para a banheira, na esperança que porcaria saísse. Esfregou-se com todos os géis de banho que possuía, desde esperma de garanhão, a leite de bode em pimentão-doce, a caganitas de águia-real em ovos podres, mas nada retirava tal substância da pele.

Desiludido secou-se com uma toalha preta, onde tinha estampado a peida de uma gaja qualquer. Com toda aquela distracção quase que não dava conta de uma pequena alteração anatómica. Sua glande estava ao descoberto mas completamente cicatrizada, tinha sido circuncisado.
Sergay completamente desesperado pensou porque teria ela feito aquilo. Ela?! Onde estava ela?! Desaparecera… há quanto tempo, quanto tempo tinha passado? Olhou para o relógio da sala.
- Passaram dois dias?! Que é efeito dela?
Correu na direcção da porta de saída, abrindo-a… quando olhou em frente reparou que no chão havia algo escrito, prolongando-se até si, aliás, até atrás de si.

Caminhou lentamente até ao fim do rasto. Já na rua, completamente nu, começou a decifrar a mensagem que ela lhe tinha deixado. Sem se aperceber lia uma linguagem que nunca tinha lido ou ouvido, mas que percebia como sendo a sua língua materna…
- PUTA! Se te apanho! – Gritou ele ao chegar à cama.
Olhou para a porta de saída com um olhar de raiva.
- “Tua raça não existe, és o cruzamento entre humanos e Ganrybiguês, és um exemplar único que é necessário multiplicar”. Isso é o que vamos ver!- murmurou ele enquanto traduzia o que ela tinha escrito.

FIM
(Continuará se vocês pedirem muito, numa possível nova série: Sergay - O...)

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Quinta-feira, Agosto 04, 2005

Sergay - O Prostituto de Luxo - II parte

Alguns minutos depois a campainha tocou pornograficamente – “Fode-me está fechadura enferrujada!” – Sergay levantou-se, endireitando o pau para o lado esquerdo das calças.
- Quem é?! – perguntou ele enquanto espreitava pelo óculo da porta.
- Maria Inês! – respondeu bruscamente a voz feminina do outro lado.

Sergay hesitou em abrir a porta pois a imagem que vira no óculo era estranhamente desnudada, pensando para si se já teria visão infravermelha, seria uma imaginação muito fértil oriunda das horas de videojogos (Tumba&Monta, Ages of Penetrations, Foda Kombat). Fez uma pausa enquanto ajeitava o colhão direito, que estava em desequilíbrio hormonal, e abriu a porta.

- … Sergay! – gritou Maria enquanto se agarrava fortemente à braguilha dele.
- …Simmm… - Soltando ele um suspiro de excitação.

Nunca tinha sentido tal sensação, em menos de um segundo já tinha o tronco erguido. Para seu espanto Inês despiu-lhe as calças e começou a trincar-lhe a pele dos testículos, aproveitando para arrancar-lhe alguns dos pêlos que tinham escapado à depilação. Tal acto provocou nele múltiplas ejaculações precoces.

- … comooo faaaazes issooo?! – Perguntou ele, reparando na nudez de sua parceira - … comooooo?
- Apurei os meus sentidos sexuais… - respondeu ela – Aqueles ETs eram precoces mas tinham técnicas novas.
- … não era só isso, como consegues andar assim na rua? É que para além disso tens um brilho especial, a tua pele é estranhamente brilhante!
- … Sofreu uma mutação genética com o esperma Extraterrestre, o meu ADN é diferente, a cadeia transformou-se numa esfera com um metal no seu centro, um metal ainda não descoberto na Terra.- explicou ela trincando com força a pele que segurava a glande.
- …Ahhhhhhhhhhhhh.Simmm! Ennntããão é issoooooooo… - gritou sergay, sentindo ejaculações nucleares dentro dos seus testículos.

Aquela reacção fazia brilhar os testículos de Sergay até que quando o brilho atingiu o seu ápice Maria saltou com sua vagina aberta para cima do nabo rochoso de Sergay, e estrangulando-o com os músculos vaginais ultra congelantes.

Sergay nem sentiu, tal era o prazer de toda aquela experiência, mas tinha acabado se ser circuncisado!
(Continua...)

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Sexta-feira, Julho 15, 2005

Sergay - Prostituto de Luxo

Longe estavam os tempos de Gésica, a mestre sexual de Sergay, cobaia nas suas aulas de Higiene Genital I e Espuma Desinfectante I. Aquela mulher proporcionou-lhe grandes momentos de prazer e conhecimentos científicos, ao ponto de, nesse dia ter decidido mudar o rumo de sua vida.

“-Sergay! Que vais fazer quando saíres daqui? – perguntou Gésica, com a tristeza expressa no canto da boca branco – Não voltas?!
- Vou tornar-me um grande empresário de sucesso! E conto com a tua ajuda! – respondeu Sergay prontamente, enquanto salpicava mais alguns vestígios de sémen na cara da sua parceira.
- HOummm… empresário?! Como assim?!
- Sim, empresário! Prostituto por conta própria! – disse ele soltando o último jorro de esperma para o olho de Gésisca - AHHHHHH!
- E contas com a minha ajuda para quê? – perguntou ela enquanto limpava o olho.
- Então, tendo em conta a tua satisfação com a minha campanha de marketing em tua casa, espero que venhas a ser uma das minhas clientes! – concluiu Sergay, limpando o nabo nos cabelos da companheira.”

A recordação era um tributo. Antes não passava de um reles prostituto sem sexualidade definida. As aulas práticas ajudaram-no a apurar os sentidos e conhecer novos prazeres.

Certo dia, numa pausa de trabalho, o telefone tocou eroticamente – “Come-me toda Sergay!! Limpa-me esta crica nojenta!!”- com preguiça estendeu o braço até à cabeceira e atendeu.

- Sergay, ao seu dispor! Quem fala? – perguntou ele na voz mais sensual.
- … estou!? – uma voz tímida do outro lado mal se ouvia.
- Sim, com quem tenho o prazer de estar a falar? Em que posso ser útil? – voltou ele a insistir.
- … olá… meu nome é Maria Inês. – respondeu finalmente a voz feminina.
- Olá Maria Inês. Em que vos posso ajudar?
- É uma longa história… Fui raptada por uns extraterrestres precoces… - começou ela até ser interrompida do outro lado da linha.
- O quê?! Onde se quer encontrar comigo? – Interrompeu Sergay, pensando para si mesmo se teria também herdado as capacidades terapêuticas de Gésica.
- … Não tenho sítio... minha empregada, Jesquina, destruí-me o que mais tinha de precioso, o meu laboratório. Posso ir ter consigo a sua casa? – a voz encheu-se de mágoa.
- Claro! Rua das feromonas universais, nº xxx, vila Nabos de Cima.
- Vou já para aí! - desligando o telefone.

(continua)

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Quarta-feira, Junho 22, 2005

Sergay o desengordurador de cricas

A noite erótica de Sergay estava longe de terminar. Depois do sexo anal com Gésica, decidiu aventurar-se numa dupla penetração. Meteu um cinto com um Strapon e atracou de novo por trás, com o dedo mindinho do pé estimulou o clítoris da sua parceira.
Gésica nunca tinha conseguido chegar a uma incontrolável sessão seguida de orgasmos múltiplos, chamado de eco orgâsmico múltiplo.
O dedo de Sergay estimulava a desenvolvida película de carne erecta de sua amante até se virar para ela, desatracando imediatamente.

- Que é esta merda?! Tens a crica toda porca! Toda engordurada. Não a sabes lavar, sua porca?! – perguntou Sergay algo perturbado enquanto olhava de perto para o clitóris.
- … Estava a ser tão bom! Que foi agora? – respondeu ela ainda a tentar entrar na realidade.
- Ainda perguntas o que foi? Tens a entremeada clitoriana toda mal lavada… não a lavas há quanto tempo?
- Não tenho culpa que o meu cão me acorde lambendo a serapilheira. Mas descansa que está mais limpo que o teu nabo cheio de merda! - respondeu ela frustrada pela falta de sensibilidade orgásmica.
- Pois, realmente… Olha para esta merda! Até o cu está sujo. Porca badalhoca! Há esfregões para limpar isso!
- … O quê?! – gritou ela, sustendo a respiração – Tu lavas o cu com um esfregão?
- Bem… - tentando mudar de assunto – Não… achas?! Estava a brincar. - corando de seguida.
- Conta lá então… Foi o Jójó que te enfiou o esfregão! - perguntou ela com um perspicácia assustadora.
- Na verdade passo sempre todo o meu material por CIF para tirar os vestígios de calcário e uso um desengordurador anti-bacteriano para peles sensíveis. O esfregão é só um fetiche… - continuou corando.
- Vá, vamos lá esquecer este incidente. Sugiro então irmos tomar um banho juntos e discutimos isso lá. – Gésica pegou na mão de Sergay e arrastou-o para a banheira.

Num silêncio higiénico mergulharam juntos no banho de espuma…

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Quinta-feira, Junho 09, 2005

A cana

Sentado à beira rio, esperando o sol de verão, Pirilau, sobrinho do senhor Batuma, estendia sua cana na esperança apanhar alguma coisa.
Ainda era aprendiz na arte da cana, todos os dias de madrugada lá iam eles todos contentes, sentavam-se à beira do rio ainda a lua ia a meio. Seu tio fazia-lhe festinhas na cabeça para dar-lhe algum apoio… A arte de erguer a cana era uma tarefa que só um mestre como Batuma podia ensinar.
- Pirilau, solta ai a tua cana com agilidade! Mostra o que és capaz de fazer com ela. – dizia ele muitas vezes em tom brincadeira.
- Mas eu não tenho força para segurá-la! – o pobre rapaz não aguentava tais aventuras, era muito jovem – segure o tio por mim!
- Ó puto, nem pareces meu sobrinho caralho. – disse Batuma demonstrando o apoio que sempre deu – até um maricas segura isso melhor que tu!
O miúdo baixou os olhos e num acto de fúria fez voar a cana para dentro de água.
- Que fizeste tu seu filho da puta, puto de um raio? – o velho em tom raiva solta um soco amigável na criança – Agora vais buscá-la a nabo… a nado!
- O tio só faz isto para me tocar, é um pedófilo, um paneleiro. Eu bem vejo como olha para os outros miudos. Quer que eu segure a cana?! E passa a noite todo nu ao meu lado para quê?
O rapaz vira costas e começa a fugir.

- “o puto tá maluco… Eu que lhe dou tantos chupas e preservativos…” – respondeu o senhor ainda meio branco – Anda cá, eu estava a brincar contigo. Só queria fazer de ti um grande homem…
- Um quê!? – Interrompeu o puto já longe – Ninguém ensina o que não é!

E ali ficou o homem com uma mão na cana e outra a agitar… frustradamente, como a noite que teimava em desaparecer.
O puto, em casa com umas miúdas saltava violentamente, demonstrando categoricamente a arte “pichatória”. Um verdadeiro apreciador do bacalhau c’malho…

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Quinta-feira, Maio 05, 2005

Gésica a curandeira - Final

O quarto decorado com imensas folhas e flores de plantas secas proporcionava um ambiente muito agradável e selvagem. A cama enorme onde cabiam perfeitamente quatro pessoas era dura. No entanto dentro daquele espaço o que mais atenção despertou aos jovens foi o chão, macio como borracha, muito confortável para dormir.

Os jovens sentaram-se no chão e começaram a conversar.

- Ó Jójo, que faço agora?! Ela é mesmo boa pá!! Qual é a técnica de penetração que Bertrand Russel utilizava?! – Perguntou Sergay bastante ansioso.

- Bertrand Russel? Não estas a falar do mesmo homem que eu estou a pensar?! – Responde Jójo bastante confuso com a pergunta – Vamos é esperar que ela volte a entrar. – Concluiu ele.
- Devia estar a confundir com Freud?! Já sei vou fazer um desenho... – Sergay saca de uma folha e um lápis que trazia no bolso de trás das calças e matou a ansiedade em marcas suaves. Em menos de um minuto uma BD completa estava concluída.
- Deixa ver o que fizeste seu “BDniaco”. - Jójo em tom de curiosidade arranca a folha da mão do seu companheiro. Uma bela referência Hentai, em que a personagem principal era Gésica. – Estás mesmo vidrado por ela pá! Vais lá … Partes a bilha toda!

Nesse preciso momento ela entra pelo quarto, ansiosa pelo que ia encontrar. Seus olhos expressivos voltaram-se na direcção dos dois rapazes. Estes ficaram imobilizados quando olharam para ela e ela estava nua.

- É isso que querem? – Perguntou ela adivinhando o desenho que Sergay tinha desenhado.
- Eu não, mas ele parece que sim. – Disse Jójo enquanto se dirigia para a porta e saindo do quarto.

Sergay corou, sem nada dizer, olhando fixamente para os lábios de Gésica, imaginando-a em cima de si.

- Ai é? E o que vês em mim? – Perguntou ela enquanto andava em torno de Sergay, tocando o indicador nos cabelos pretos do rapaz.

- Eu… bem… tenho uma visão meramente filosófica… quer dizer… eu vejo-a como minha deusa sexual. – Soltou ele algumas frases engasgadas pelo cheiro afrodisíaco da sua deusa.

Ela satisfeita pela sinceridade do rapaz pega na cabeça dele e encosta-a aos pêlos do seu sexo.
- Cheira, quero ver o que fazes comigo agora. – Provocou ela, reflectindo as pernas.

Sergay completamente drogado puxa-a para o chão, abre-lhe mais as pernas e lambe-lhe o sexo.

- SIM... Quero algo mais forte. – Ordenou ela no meio de gemidos suaves.

Ele despiu-se todo e com toda sua musculatura saltou para cima da curandeira, proporcionando uma luta Judo-Pornográfica. Gésica satisfeita pedia sempre mais, “mais fundo”, dizia ela.

Sergay num momento de inspiração arquitectónica, pega na sua parceira coloca-a de costas para si e penetra-a violentamente por trás.
- …Q… u… e… po…si..ção… é… est…aaa?- perguntou Gésica completamente histérica.
- Anal Gésica, anal!

E para grande males grandes remédios. Assim se inventou o Analgésico.

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Domingo, Abril 17, 2005

Gésica a curandeira

Gésica era a curandeira mais solicitada na vila de Nabos a Cima. Todos os dramas familiares eram resolvidos por esta sábia. Resolvia as discussões domésticas, os problemas com álcool, os problemas com as vizinhas do lado, o porco que morreu de gula, a galinha sem pescoço que assassinou o galo, enfim, hábitos normais naquela vila provinciana.

Não havia nada que ela não curasse, porém numa bela manhã de Inverno dois jovens encharcados bateram-lhe à porta. (TUC TUC)

- Quem é? Caralho! – Perguntou a curandeira enquanto se dirigia para porta – “Já não se pode fornicar com o cão em paz!?”- pensou ela.
- Olá… - respondeu uma voz baixinha e aguda do outro lado.
- Sr. Gésica, viemos aqui…- continuava o mais alto quando a porta se abriu abruptamente.
- Já sei... a história do costume… – Berrou ela, enquanto saia porta fora encostando seus seios no peito de um dos seus visitantes.
- Mais ou menos. Esta é uma história diferente… - Acalmou Jójo.
- … Eu e o Jójo temos uns problemas. – Continuou Sergay.
- Problemas!? Entrem, estejam à vontade – Disse ela enquanto se desviava para eles passarem.

Encaminhou-os até à sala de estar. Sala decorada com as mais bonitas penas de aves… Um brilho de cor que tornava aquele ambiente bastante leve e acolhedor.

- Podem-se sentar ali no sofá laranja. – Recomendou Gésica.

Ficaram sentados de frente para uma poltrona vermelha, que à primeira vista parecia mais confortável que a deles. Nela a bela curandeira sentou-se cruzando as pernas, claras e depiladas. Apesar dos seus quarenta anos, o seu ar juvenil fazia crer que tinha pouco mais de 20.

Os dois jovens por momentos ficaram em transe com a visão erótica da curandeira.
- Então meus meninos?! Parem de olhar para as minhas pernas e contem-me o que vos trouxe aqui. - Disse ela com a sua voz experiente mas erótica.

- … é complicado falar nisso, é uma questão de sexualidade indefinida, não é bem como na Grécia antiga... – Começou Sergay a divagar, ainda a recompor-se da visão erótica da quarentona.
- Na verdade, é que nós somos pessoas normais, heterossexuais, só que entre nós dois é diferente, quando estamos sozinhos transformamo-nos em... – Continuou Jójo, corado por ter reparado que ela não usava cuecas.
- Sinto que vossas visões eróticas a meu respeito continuam a crescer. Não sei se isso facilitará a observação do vosso problema... Mas o que aconteceu entre vocês afinal? - Interrompeu ela sentindo-se estranhamente observada.
- Tivemos um experiência homossexual dolorosa… nem nos treinos fico assim… - Corou Sergay ao contar a parte mais dolorosa – … mas isso é estranho porque estando aqui a contemplar a vossa beleza, parece que o meu colega não me diz nada. – Continuou ele num tom de malícia erótica. Olhando pelo infinito da coxa.
- Mas não estão sozinhos para puderes dizer isso com tanta certeza. Dispam-se no meu quarto e fiquem lá os dois. Quando achar oportuno aparecerei para fazer o diagnóstico. – Ordenou ela, levantando-se e mostrando-lhes onde ficava o quarto.

( Continua - Não percam o diagnóstico, porque eles também não)

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Sábado, Abril 02, 2005

Nalgatorius, o Erectus (IV) - FINAL

Enquanto a língua trabalhadora penetrava profundamente os grandes lábios ficavam mais avermelhados, a dilatação vaginal atingiu os 3 centímetros de raio, e os gemidos dela faziam vibrar as janelas.

Erectus com aquela visão cavernosa sentiu que era o momento de passar ao próximo passo. Segurou no seu pénis e cuidadosamente colocou junto aos dois grandes lábios, agarrou as duas pernas de Afrodite, ergueu-as esticandos-as no ar, à altura de seu rosto. Massajou o clítoris da sua parceira como seu material, enquanto esticava a pele da sua glande para baixo, depois com cuidado inseriu-o dentro da vagina... e entrou TODO. Afrodite deu um berro de extrema satisfação enquanto ele a penetrava com mais intensidade e rapidez. Ela ficou possuída de prazer, fazendo vibrar todas as superfícies dentro e periféricas à sala. Ele porém mantinha-se sereno com um ar de satisfação angelical, silencioso.

Depois de tanta penetração ele mudou de posição deitando-se de costas em cima da mesa, e colocando em cima de si Afrodite, esta que encostou todo seu tronco quente e soado em cima dele. A primeira entrada foi auxiliada pela mão de Nalgatorius mas a partir desse momento foi ela que controlou toda a situação, fazendo descair e subir seu corpo sobre o dele, enquanto os dois órgãos sexuais aumentavam a superfície de contacto entre ambos. Ela estava mais calma, toda aquela excitação tinha-se tornado mais angelical também. Afrodite subiu seu tronco, perpendicular ao parceiro e recomeçou a cavalgar com mais intensidade, fazendo-se notar as primeiras impressões de descontrolo nele. Ela sentindo a exteriorização do prazer em Erectus acelerou as penetrações reiniciando os gemidos de prazer, num duelo erótico que fazia vibrar todo o edifício. As pulsações ultra rápidas no orgasmo simultâneo dos dois jovens fez tremer todo o andar.

- Nalgatorius! Acorda!!! – Berrou a professora de ciências da Natureza.

- Afroditeeee! AHHHHHHH?! – Acorda ele completamente perdido da realidade.

- Nalgatorius! Vai já para a rua. Não se dorme numa sala de aulas e muito menos se fazem dessas coisas! – Dirigiu-se a professora a ele enquanto abria a porta da sala.

- Não se faz o quê…?!

Quando este olhou para baixo tinha as mãos a agarrar o pénis e a camisola estava suja de um líquido branco. Tinha ainda a turma toda a olhar para ele e a troçarem-no. Todos gritavam com ar de gozo por “Erectus”, tendo sido a partir desse dia que ficou a alcunha.

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Sábado, Março 19, 2005

O nabinho do Dr. Chupai

Olá labregos, pseudo-intelectuais da actualidade (políticos), leitores de textos com valor literário (os que especulam demais). Venho aqui apresentar a 1ª edição do “O nabinho do Dr. Chupai”, pretendo com ele curar possíveis traumas de inferioridade e apagar esse grande mal.

Estimadas chupadelas gástricas.

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Leitor camuflado com gorro cor-de-rosa:

Dr. Chupai gostava que indicasse qual o tamanho médio dos pénis, na Europa. Mais precisamente em Portugal na aldeia Ventosa do Casal. Um colega de trabalho queixa-se que não tem erecção quando vê mulheres. Será que o tamanho do pénis dele é reduzido de modo a não se notar diferença?
Obrigado pela sua atenção.

R:
O seu grande rabeta! Primeiro não se devia preocupar com o coiso do seu colega, tal atitude mostra em si algum interesse e preocupação em não conseguir a estimulação rectal. Mas esteja descansado, pela sua descrição o seu colega pega de traseira, e portanto pode declarar-se, e mostrar a sua sexualidade.

Não agradeça. Não quero nada consigo! Sou Másculo!!!

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Leitor camuflado de White Castle:
Olá doutor. UI!!!! Quando vejo o Conde na televisão sinto-me enjoado, não percebo tal situação. A minha mulher obriga-me a ver aquele animal. AI!!! Não sei o que fazer nem o que lhe dizer. Será que ela me está a trair?

R:
FDX. Isto hoje é só maricas! Você está é com medo que ela descubra as semelhanças entre os dois! Esse enjoo é de pensar que lhe está a fazer sexo oral com violência. Aconselho-o a não ver as cenas do cavalo, pois estão a fazer-lhe muitos ciúmes! Siga em frente. Deixe a sua mulher antes que ela admita que está apaixonada pela Cinha.

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Quinta-feira, Março 03, 2005

Nalgatorius, o Erectus (III)

Num momento de lucidez ela retirou a mão húmida do seu companheiro.

- O que foi?! – Perguntou ele num tom de frustração.

- Não queres continuar isto num local menos público? Estamos na rua e estamos a exceder-nos. Daqui a pouco ainda vamos de cana! – Respondeu ela fixando o olhar nos olhos de Nalgatorius, esboçando o seu sorriso rosado.

- Então que sugeres? A minha casa está ocupada… - Continuou ele expressando sua frustração, não resistindo, contudo, a mais um apalpão no soutien descaído de Afrodite.

- Em minha casa também tenho gente… mas podíamos ir para uma sala de aula, a esta hora há algumas vagas! – Sugeriu ela enquanto apalpava suavemente o órgão erecto que saia pela parte de cima das calças.

Ele esticou os dois dedos até dentro da vagina dela e retirou-os de novo, lambendo-os entre a boca dela e dele.

- Vamos!!! – Exclama Erectus excitado, agarrando a mão de sua deusa. Levantou-se e esperou que ela se levantasse também.

Entraram de novo na escola.

Subiram até ao último andar do bloco central. Nesse andar não havia gabinetes de professores e tinha acabado de dar o toque de entrada. Entraram numa sala ao fundo de um corredor que não tinha saída por esse lado. Encostaram duas mesas à porta para evitar uma entrada inesperada.

Enquanto empurrava as mesas, Erectus ia ficando excitado, só de pensar no que poderia fazer naquela sala. Tinha a sensação que desde a primeira vez que vira Afrodite seu Pénis já crescera mais cinco centímetros, ultrapassando-lhe claramente o umbigo.

Afrodite, no lado oposto da sala fechava os estores, quando de repente sentiu uma mão a subir pela parte traseira das calças, subindo e entrando pelo rabo a dentro, ela semi-assustada e excitada soltou um arrepio de prazer. Ele porém sentindo a satisfação dela baixou a mão e massajou os contornos lábias, ela gemeu mais umas vezes, voltando-se e respondendo-lhe com um beijo profundo enquanto desapertava os poucos botões das calças de Nalgatorius. Acariciou-lhe o material de cima abaixo, desapertando os botões da braguilha e tirando-lhe as calças. Afrodite baixou-se, pegou no pénis e meteu-o na boca profundamente, movimentando sua cabeça detrás para a frente em movimentos contínuos e suaves. Só consegui colocar metade mas mesmo assim Nalgatorius soltavam grunhidos de prazer.

Nalgatorius solta um jacto de alívio, voltando-se para sua parceira, segurando as mamas e tirando imediatamente o top, soutien e as calças. Tocou os seus dedos desde o centro do peito até ao ventre, olhou fixamente para os contornos lábias que aquelas cuecas brancas transpareciam, sentindo um arrepio de prazer só com aquele visão. Aproximou sua mão do tecido das cuecas e cheirou, tocando a língua no meio da curvatura. Num toque de êxtase pegou nela em peso e sentou-a sem cima da mesa beijando-lhe a testa. Sua língua molhada desceu em S até ao peito onde soltou umas chupadela ligeira. Desceu lentamente e encostou o tronco dela em cima da mesa onde lhe abriu as pernas. A língua voltou ao joelho, descendo até à virilha direita, lá desviou a cueca e lambeu todo o clítoris.

Ela cerrou os dentes nos lábios, tentando controlar o prazer, apenas como provocação, para que ele mostrasse as suas habilidades.

Erectus, abriu-lhe mais as pernas, rasgou-lhe as cuecas e pegou num lábio em cada palma de mão afastando-os, de modo a que toda aquela superfície pudesse encaixar na sua boca. A língua entrou vagina adentro, em movimentos circulares.

Afrodite não resistindo soltou um grito de prazer, gemendo como uma perdida.

(Se quiserem continuo, ainda falta o mais interessante :P)

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Terça-feira, Janeiro 25, 2005

Nalgatorius, o Erectus (II)

Por uns instantes tentou resistir a outro beijo mas sentiu-se presa à língua, como que um polvo a agarrasse e a estimulasse oralmente. Todo o seu corpo arrepiou-se de cima a baixo, os seios endureceram e precipitaram-se para a frente contra o peito de Nalgatorius, em resposta, o calor genital do parceiro encostou-se ao órgão dela, transbordando o suor para fora das roupas já aquecidas.

Naquele clima de êxtase foram interrompidos pelo segurança do recreio.

- Oh meninos, aqui não se podem comportar dessa forma! Lá fora há muito espaço para essas coisas. - Aconselhou ele, com um ar perverso.

“Se fosse no meu tempo já estava a apalpar aquele papo todo”, pensou ele enquanto os via afastar em direcção ao portão de saída.

Já fora da escola, no jardim a poucos metros da mesma, sentados no banco do jardim e mais acalmados Nalgatorius solta uma pergunta de dúvida:

- Afinal o que queres de mim? Não percebi o que te levou a aproximar-te tão rapidamente… Eu sei o que quero de ti, mas receio as tuas intenções… - confessou ele, temendo a resposta dela.

- O mesmo que tu! Somos o complemento um do outro, os nossos desejos complementam-se de tal forma que me assustam também. – Respondeu ela, enquanto segurava com ternura a mão do seu companheiro e lhe fintava os olhos.

- Que queres dizer com isso… - retorquia ele quando foi interrompido por beijo selvagem, que lhe trilhou os lábios superiores.

Sentiu posteriormente a língua dela a massajar-lhe o céu-da-boca, excitando-o, talvez por isso estivesse com problemas técnicos (algo que a visão mais intuitiva não possa adivinhar). Por sua vez ela era acariciada do peito até às virilhas sentindo algo a alargar-se e a aquecer, algo que nunca tinha acontecido antes mas que a deixavam mais estimulada. A sua boca expelia um paladar diferente misturando-se com as hormonas dele, em loucos trilhos labiais.

Nalgatorius mal conseguia aguentar a força do transe fazendo descer as mãos macias de Afrodite para o seu pénis erecto, sugerindo-lhe um movimento contínuo. Com ela a acariciar-lhe o genital passou a mão até ao umbigo dela, deslocando-a calmamente pelos pêlos dos seus grandes lábios. Desfrutava com carinho todo aquele sonho genital quando descobriu por fim algo saliente por entre os lábios carnudos e íngremes, induziu uma ligeira vibração clitoriana, fazendo-a suspirar de prazer cada vez mais intensamente. Os beijos tornaram-se mais profundos numa solução hormonal efervescente, num lambuzar eroticamente agitado e de suspiros acalorados.

(continua, noutro local perto de alguém)

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Segunda-feira, Janeiro 17, 2005

Nalgatorius, o Erectus

Todos o chamavam assim, Erectus, alcunha pelo hábito de se erguer sempre que via alguém passar, num verdadeiro sinal de atracção.

Numa manhã de Inverno, ao acordar, deu consigo extremamente volumoso, ao olhar para debaixo dos lençóis deparou com uma elevação nas calças de pijama. Por momentos sentiu-se anormal, mas o facto de ter ouvido seus colegas na escola comentarem situações idênticas fez com que descansasse, afinal de contas tinha feito 13 anos à pouco tempo.

Num desses dias de escola, com suas colegas alimentando o corpo, fazendo parecer três anos mais velhas que os rapazes, eis que um rabo mais encurvado e rechonchudo de uma lhe desperta atenção. Sentiu as calças a apertarem de tal forma que foi obrigado a ir para a casa de banho. Ao abrir a braguilha sentiu os seus vinte e cinco centímetros de carne em sufoco. Sentindo-se impotente para acalmar o animal decidiu agitá-lo, lembrando-se das curvas femininas que tinha visto momentos antes. Já quase a sentir o arrepio final de prazer um colega seu entra na casa de banho chamando estridentemente pelo seu nome, Nalgatorius. Envergonhado escondeu o animal, este num estado ainda maior, no lado direito das calças fazendo um chumaço que chegava quase ao joelho.

O colega fora avisá-lo que uma colega boazona queria conhecê-lo, tendo fugido de seguida quando olhou para ele assustado.

Nalgatorius, começou então a sentir uma poderosa dor de barriga, mas mesmo assim dirigiu-se encurvado para fora da casa de banho. Há espera dele estava uma pessoa, olhou debaixo para cima e ao chegar aos joelhos constatou que era uma rapariga, “a rapariga do recreio!”

Suavemente foi contemplando aquela beleza, subindo o olhar e explorando as curvas. Sentiu os seus olhos analisando topograficamente os genitais e os bicos das mamas daquela deusa. Nesse momento sentiu algo diferente, um instinto carnal, um desejo sexual tinha nascido. Olhou finalmente nos olhos que transbordavam de sensualidade e magia, expressando um sorriso majestoso. Ele envergonhado ficou em silêncio, ela apercebendo-se da timidez soltou uma observação:

- Não tenhas vergonha de mim, sou a Afrodite!

Ele sentiu nas palavras dela uma confortável paz, aproximando-se dela dando-lhe dois beijos na face clara e macia de seu rosto rosado.

- Olá! Eu sou Nalgatorius…Quis conhecer-te hoje quando te vi, mas tive vergonha… - expressou ele, com vontade de a conhecer por detrás daquelas roupas sensuais.

“Ela chamava-se Afrodite?! Que nome mais erótico…” pensou ele enquanto olhava com ternura para o seus lábios. Aqueles Lábios carnudos faziam-lhe lembrar as frutas doces de verão.

- Senti em ti esse desejo e é por isso que aqui estou. – interveio ela sempre olhando nos olhos dele.

- Foi?! Como sentiste isso? – perguntou ele espantado pelo comentário dela.

- Sabes, todos nós libertamos esse desejo, chamam-lhe feromonas! E as tuas atraem-me! - respondeu ela um pouco envergonhada pela sua resposta.

- Hum… E como soubeste que eram minhas? Há muitos rapazes no recreio. – largando uma expressão de desconfiança.

- Porque estou a confirmar agora… - corou ela, olhando para o chumaço que o rapaz sustentava .

“Queres que confirme?” Pensou ela enquanto o empurrava contra a parede e lhe dava um beijo salivante na boca.

- … és tu! – disse ela mais contente que nunca.

(continua)

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Quinta-feira, Dezembro 09, 2004

Sonhos Feromonados

Há já muito que Maria Inés tinha desaparecido de sua quinta, no entanto em seu laboratório tinha ficado algo muito cobiçado, um líquido, um verdadeiro rei do sexo universal.

Sabendo disso sua empregada, Jesquina Delgada, dirigiu-se ao laboratório procurando por todo lado, debaixo da bancada, enquanto era penetrada violentamente pelo seu namorado, o domador de cavalos selvagens, Cheval Garanhão. Um nome que já vinha de família de seu pai. Ela continuava na sua busca dentro da Hote enquanto Cheval pipetava rigorosamente seu produto no útero de Jesquina, enfiando-lhe um balão volumétrico (1L) de vaselina no ânus. Ela gemia silenciosamente tentando não se distrair com a perversidade dele.

Em cima da bancada ela bisbilhotava pelo meio de todos os frascos de reagentes sentindo uma nova vaga, era atacada por detrás, Garanhão libertava uma quantidade de amido no vale do rego para obter um pouco mais de energia no material. Enquanto ele dava à bomba, um barulho tipo fritadeira soltava-se no ar, por momentos sentiu que se estava a fazer vácuo e foi então que o seu conteúdo seminal cristalizou-se na ponta do seu cold-finger. No meio de gemidos gélidos e penetrações dolorosas Delgada encontrou o frasco que tanto procurava, bebendo um gole logo de seguida. Ao mesmo tempo que Garanhão lhe fazia um minete Tornado com a língua rodando a 7200 rpm, sentiu-se mais realizada com o líquido ingerido, virou-se e disse:

- Olha lá já podes abrandar a tempestade…Sou lésbica! Agora diverte-te com a mão direita!

Ele responde com o seu ar selvagem e badalhoco:

- Estás assustada? E eu sou trans-sexual, e esse frasco só tem o meu antigo muco vaginal!

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Sexta-feira, Novembro 26, 2004

Feromonas da Maria Inês - A Realidade - Fim

… Maria acorda em cima de sua cama completamente nua, ainda bastante confusa, sem ter a certeza se tudo tinha acontecido realmente… Não estava cansada, seu corpo limpo não cheirava a nenhum desgaste físico recente. Antes pelo contrário sentia-se como nova e acabada de sair de um banho afrodisíaco. Devia ter sido apenas mais um sonho, de alucinações provocadas pelo desejo árduo da conquista sexual…

Ao chegar ao laboratório lembrou-se das amostras do dia anterior, os resultados apontavam unicamente para etanol… Ficou confusa… Etanol?! Gases de etanol? Só se tivessem sido provocados pela masturbação com a garrafa de Absinto Puro… realmente ela tinha ficado quase vazia… Ou então pela de Jagermeister que estava dois dedos ao lado…

Saiu contente do laboratório, afinal tudo tinha acontecido mas continuava sem fazer a mínima ideia porquê. Correu e foi para a banheira de hidromassagem enfiar todos os dildos afrodisíacos em forma de pénis de elefante e rinoceronte, reproduzidos ao tamanho real. E assim se contentou durante horas até a água ficar semi-gelatinosa tal foi o aquecimento que os polímeros sofreram.

O passeio acabou por ser adiado para o fim da tarde. Havia algo de estranho à sua volta, afinal de contas não ouvia nada, parecia um campo deserto. Sentou-se numa rocha granítica contemplando o por do sol, já não fazia isso há algum tempo, desde que foi agradavelmente violentada pelos guardas florestais e pelos comandos que passavam num treino militar, contou-se na altura que até a artilharia pesada sofreu danos irreversíveis. Deixou o sol abraçar o horizonte… sentada tentou ouvir pelo menos algum animal, mas nada…Nada mesmo. Tinha exterminado tudo?! Não era possível… Sentia uma certa nostalgia, já não iria ter os mesmos orgasmos que tinha tido quando foi atacada por eles… Olhou fixamente para si, como recordando tempos antigos… Algo dentro de si brilhava no escuro… Seus genitais eram fluorescentes!!! Ficou tão excitada que desmaiou…

Acordou violentamente, num grito de prazer, um homem segurava na sua mão… Agarrou em Maria Inês e desapareceram…

Durante anos ouviram-se ecos de prazer em todo no sistema solar, era como um pulsar bem longe, sempre na mesma frequência…

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Domingo, Novembro 14, 2004

Feromonas da Maria Inês - A Natureza - (Continuação)

Maria Inês depois de se alimentar com esperma de cavalo transgénico em flocos de milho com feromonas de sapo (de modo a garantir a defesa contra os insectos) e mel reforçado com pimenta afrodisíaca (extraída de umas ervas indianas que plantava na horta) deitou-se, dormindo umas boas horitas.
Ao acordar já recomposta do dia anterior dirigiu-se até ao laboratório onde recolheu um pouco dos seus gases matinais para análise espectral. Depois de tudo concluído voltou-se para o passeio matinal.
Andou, andou e andou, não sentindo nenhum animal nas redondezas, estava tão admirada que decidiu masturbar-se ali mesmo.
Continuou caminhando enquanto recolheu umas ervas para investigação, nisso começou a ouvir muito ao longe passos, passos muito pesados que aumentavam de intensidade com o passar do tempo. Ficou ali sentada com o seu corpo nu sobre as ervas afrodisíacas esperando que a tal coisa se aproximasse. As ervas começaram a transferir seus compostos afrodisíacos para os genitais de Maria, fazendo com que ela começasse a ter tremores de prazer sobre o chão e rolando deitada pelo vale abaixo, gritando e gemendo como estivesse a ser possuída pelo Deus do Amor. O som dos passos estava cada vez mais perto, aproximando-se ao ritmo dos gemidos, transformando aquele vale numa orquestra sexual e igualmente horrenda. Maria gemia mais que no dia anterior, seus berros alcançavam quilómetros fazendo eco durante minutos...

...tinham passado horas de prazer e os passos já tinham findado. Ela estava com ar feliz, sentindo que tinha sido possuída por algo divinal, a Natureza tinha saciado seus desejos nela.

Mas ela não sabia que mais estava para vir. Do céu surgiu um clarão azul, e uns zumbidos afrodisíacos fizeram-na erguer-se do chão, começando a pairar no ar gritando estridentemente enquanto gotas de sémen esverdeado caiam de seu corpo para cima das ervas... Enquanto gemia suas curvas reluziam num clarão azul claro... As ervas afrodisíacas erguiam-se, crescendo vorazmente até altura de Inês... cresceram e enrolaram-se ao seu tronco, transformando-a num animal sexual! Seus seios duplicaram de tamanho, todas as curvas em si se aperfeiçoaram, uma mulher perfeita tinha saído dentro dela, uma verdadeira Diva do Sexo. Seu prazer ergueu-se cada vez mais alto, mais perto do zumbido, até que num berro de prazer máximo desfez em pó as ervas que a rodeavam, relampejando num clarão que iluminou de prazer todo o planeta.

(Continua ou não...)

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Sábado, Novembro 06, 2004

Feromonas da Maria Inês - A Horta-

Maria Inês era uma rapariga ninfomaníaca que gostava muito do campo, formou-se em ciências, com conhecimentos em genética e Química dos Produtos Naturais. Ao longo do seu curso foi construído um laboratório dentro da sua quinta, o que lhe permitiu investigar o lado mais sexual da ciência depois de terminada a sua pós graduação.

O seu trabalho baseava-se em feromonas, ela adorava estudar as estruturas químicas que originavam atracção entre animais da mesma espécie. No meio de tanto estudo tentou sintetizar uma feromona humana que desencadeasse atracção imediata. Provocando um vulcão de desejos nos dois sexos. Um verdadeiro perfume que fosse usado para amor à primeira vista, neste caso para sexo à primeira vista.


Num desses dias, de manhã depois de acordar, passeava livremente pela planície libertando seus primeiros gases matinais. Corria nua pelos trilhos de pedra, no meio de toda a vegetação circundante ao mesmo tempo que era perseguida por milhões de insectos que rastreavam as suas feromonas. No seu corpo nu pousava de tudo, e no meio daquela nuvem de insectos ela gemia de prazer, enquanto ia tendo orgasmos múltiplos! Gritos eróticos entoaram por todo lado, como uma trovoada de satisfação, reluzindo numa cor esbranquiçada quando finalmente chegou ao auge do inconsciente… Aquele ambiente sonoro e luminoso foi mágico, fez com que todos os outros animais das redondezas começassem a acasalar compulsivamente, numa orgia que não distinguia sexos, espécies nem idades. Um verdadeiro tumulto sexual estava em curso, seu raio de acção alargou-se por dezenas de quilómetros. Era de tudo, um verdadeiro baralho de probabilidades, desde veados a desventrarem coelhos, desde coelhos a sodomizarem cavalos, desde pardais a fazer sexo oral a esquilos… tudo mesmo tudo.

Maria Inês acordou no fim da tarde com algum frio, levantou seu corpo dorido dirigindo-se até casa onde tomou um banho acolhedor sem a habitual masturbação.

(Continua)

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Quinta-feira, Outubro 14, 2004

O (Ré)trato Cu-tural

Chovem lesmas ninfomaníacas no quintal, enquanto o Enrabo Branco rega as alfaces com um regador. Caminha adubando a terra com a sua maquilhagem oriental, “ais” e “uis” másculos são libertados ao mesmo tempo que desbrava terreno... o Brasileiro destemido no seu rabo faz passadiço, ou algo que aqueça como o maçarico. Tanta fama, tanta cultura…é bravura!
Ao mesmo tempo que estes heróis da sociedade nos instruem há caracoletas a masturbarem-se compulsivamente à espera que o Professor Marsápio abra mais uma página das revistas porno semanais… A Marmela Bora Greves infeliz com a situação já pensou em doar as revistas a uma instituição transsexual feminina.

O mundo cresceu, está mais culto e limpo, é por isso que as moscas de Setembro fazem companhia aos narcotraficantes, comendo uns caracóis no Martim Moniz… irresistível tentação está a orientar esta sociedade para um sub mundo rico e culto. No Bairro Alto circulam canivetes com copos de imperial na mão, tentando convencer os que passam a ajudar instituições de caridade… Ouvem-se tiros de alegria quando as balas já aquecidas por uns copitos entram na borga fumada de uns presuntos na Tasca do Chico. Bordas Largas acima entramos na floresta onde se vêem longos campos de flores e plantas exóticas… Na esquina a Cevada ergue-se do chão, feliz por se libertar de novo e caminhar rua abaixo…A rua é torta e esburacada… não se sentem os passeios e os Tremoços amarelos são libertados na atmosfera.

As pessoas estão felizes… Ou não…mas com certeza estão cultas e seguras.

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Quinta-feira, Julho 22, 2004

Por detrás

Mais um transplante da PENA

Era mais um dia , uma manhã chuvosa e ruidosa onde por entre as

Era mais um dia , uma manhã chuvosa e ruidosa onde entre as gotas caminhava o ódio…

Aquele caminho sempre igual e imaginário que lhe deu muitas desilusões…. Mas como sempre lá estava ele de novo com a sua camisa hilariante e as calças de fato “harcore”. Seu rosto redondo decorado de uma expressão anti-social, caminhava nos corredores calado. Aos poucos ia crescendo e ganhando forma todo o seu poder…


… E foi num dia de sol tenebroso escondido atrás da lua que numa reunião a dois, no lugar que pretendia conquistar, eis que a mais maléfica expressão decide perturbar o sossego daquele lugar… De gravata na mão dirige-se ao catedrático, e conta-lhe um segredo: “ …faz hoje um ano que meus pecados fizeram-me cair neste gabinete e conquistei-o devagarinho, agora é altura de controlar todos eles…”. Nisto o Catedrático responde: “ …se pensas que me metes medo com essa careca de engraxar sapatos e essas joelhadas na mesa, esquece que os cromatografos são meus!”


Nisto sua careca transforma-se num Dildo vermelho, qual corante ou sangue, era o ódio a escorrer… Pega no polímero radicular e espeta na boca do Catedrático…


…No chão figurava a imagem radical de um Auxiliar, agarrado ao Dildo vermelho… Foi deveras uma tragédia, o polímero radicular foi-lhe espetado no sítio que ele mais gostava, após um espirro do Catedrático ter projectado o objecto contra a parede…

Na parede ficou o número 1, no chão o 2 , no tecto o 3 e no rabo 4 dedos do Auxiliar...

O catedrático decide afastar-se daquele local e refugiar-se perdido noutro mundo…


Tinha passado uma semana, depois daquela confusão… Algo consumia-o e não sabia o quê. Começava a acreditar que estava possuído por algo exterior a si, mas eram apenas suspeitas nascidas no medo.


Nessa noite contemplava as estrelas no terraço de sua casa, apreciava as constelações criadas por si, DildoMaior, DildoMenor, Orgia e lá no meio a que lhe criava mais nostalgia, a constelação Carecoide, sentia uma magia dentro de si como se ele próprio se sentisse rejuvenescido. Olhando para baixo sentia a altura de sete andares… tinha um novo plano e era esse que o iria fazer chegar onde queria…

Saiu desvairado pelo edifício, como que tivesse arranjado um andar novo. Sentia-se novo é verdade, as pernas tornaram-se mais aerodinâmicas, e o seu sistema respiratório funcionava como um catalisador, por vezes saíam ruídos. Saltando de degrau em degrau, escorregando e alcançando o seu destino abrandava por entre as pedras cinzentas do prédio que trepava. No terraço com ligação à sala de reuniões entra secretamente, tinha o combinado aconselhamento estratégico.

O Maximiano dialogou com ele sugerindo a revisão o posicionamento do equipamento secreto. Os dildos da secretária tinham que ser camuflados, os strap-on que ambos partilhavam tinham que ser alterados de forma a passarem por vassouras. Os dois quando eram adolescentes perderam seus órgãos genitais, foram doados a uma organização de caridade Transexual.

Foi tudo combinado ás escondidas, como já era habitual, a luz do gabinete apagou-se e assim se fez madrugada…


Longe estava no tempo o sentimento de impotência, e longe de toda aquela confusão nascia um sentimento de vingança…


No espreitar da janela sua barba vertical crescia, e nos vidros seus brincos batiam.

Com o seu andar de borboleta meteu-se a caminho, nas paredes seu rabo entoava, e as mãos orientavam-no pelos corredores como de Elerons se tratassem. No seu andar notavam-se as sandálias perfumadas e as unhas dos pés pintadas. Dirigia-se alegremente para o gabinete do Catedrático, que ficava do outro lado do edifício… Pensava que aquele disfarce fosse objectivo, ou seja, que ele o deixaria entrar no gabinete…


No entanto na encruzilhada de escadas e casas de banho, um Peixe-Exterminador

inflige uma dura cacetada na cabeça e amarra-o. Na escuridão de um gabinete o Auxiliar acorda, vê uma sombra debaixo da secretária, donde saíam uns barulhos escorregadios. Não conseguia distinguir ninguém, sentado apenas via um cabelo comprido pelos ombros e debaixo da secretária um clone.

Nada fazia sentido naquela cabeça, quem quereria tal conspiração contra ele?

E naquele mistério ficou pois quando acordou estava de novo no seu gabinete. Olhou bem em volta e reparou que algo estava diferente. Na parede a vermelho umas letras, eram a sombra que provinha da janela e nisto lia-se “Trom”…


Na madrugada seguinte acordou ao som do papel higiénico e dos gritos de guerra de um grupo desconhecido. Ouviam “Maximiano pede a demissão”. O Auxiliar espreitou da porta do gabinete onde tinha pernoitado, estava sozinho, tinha sido traído, podia então aproveitar a barafunda que estava no edifício e fazer aquilo que já há tanto o motivava …Agarrou nos seus “dildos guns” carrego-os com cartuchos de sémen e saiu pela janela…

No lado de fora via uma multidão, fazia o possível para esconder a arma debaixo do casaco cor-de-rosa, entrou no 1º andar sem calças a correr tipo Tartaruga Ninja, carregou a arma, atirou-a ao ALA, e incendiou a porta que estava cheia de papel higiénico. O ALA, com a capa a arder, entra com um mortal dentro do C.D. dispara um balázio, mas Maximiano não estava no sítio do costume (estava debaixo da mesa, agarrado a fazer o serviço do Clone)… Nisto o auxiliar entra à Tarzan pela janela dá uma cambalhota no chão e bate com a cabeça na cabeça do ALA…


…Acordei! Estava no meio de uma aula teórica de cromatografia, recordava a simbiose do que me atormentava há já algum tempo. Nisto o professor manda-nos para o intervalo…



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Na estrada vigiada perdeu-se o mundo

Aqui fica um texto transplantado da PENA :

Estrada vigiada, onde passava alguém, perdeu-se do mundo…

Naquele caminho moderno onde os polícias patrulhavam as ruas com os cacetes em punho, havia pessoas normais que faziam da vida uma rotina…


De manhã ao levantarem-se, mergulhavam na piscina de lama onde faziam uma lama-massagem, em que as bolhas formadas faziam hematomas, diziam eles ser bom para o sistema circulatório. Ao pequeno-almoço sentavam-se no chão da cozinha onde executavam os seus rituais tribais, não sei bem como explicar, praticavam um tipo de sexo Tantrico mas a comer ao mesmo tempo. De seguida vestiam as suas roupas executivas, eram negras acima da cintura, transparentes abaixo e a parte púbica era aberta, eles consideram esse vestuário muito mais prático, dava uma ar mais puro e verdadeiro, era como uma segunda mente. Esqueci-me de dizer que eles olhavam os órgãos uns dos outros como quem olha nos olhos.

Ao chegarem aos empregos cumprimentavam-se apertando o instrumento uns aos outros, estranho é que as mulheres não se cumprimentavam da mesma maneira, mas esticando o dedo do meio com a mão direita e gritando “Verdade” ou caso fosse de tarde “Quase Verdade”. Aquelas reuniões na sala “Ovariums” terminavam sempre de maneira diferente, ou consultando a enciclopédia electrónica do conhecimento onde se dispunham todos de pernas trocadas no meio das pernas dos outros, o que dava um círculo com um ecrã 3D ao centro, ou tomando chá em cima da mesa com as mãos atadas à cadeira, de rabo para o ar; ou presos ás pernas da mesa à procura da moeda supostamente perdida no bolso de alguém, houve um dia quando iam a sair da sala que eles caminhavam todos juntos em forma de dragão, na direcção de uma sala de secagem dos preservativos de Nitrilo, os NITudo®.(Esqueci-me de dizer que fui lá fazer uma visita, mas com a opção de ir como quisesse)

Aquela empresa inovadora foi construída num sítio deserto pois previam-se algumas crises de moral caso fosse construída num sítio com alguma população. Uma vez que seriam necessários empregados para trabalhar nela, cerca de umas centenas, a empresa decidiu construir uns apartamentos nos arredores.

Com o tempo a empresa tornou-se uma seita, vinham pessoas de todo o mundo comprar os preservativos acabadinhos de secar. Este movimento em massa fez crescer à volta da empresa apartamentos com condições idênticas ás da fábrica, salas de reuniões, piscinas privativas com lama-massagem, quartos com paredes e tectos em vidro espelhado… casas de banho com sanita vibratória… Este aglomerado de casas em cerca de 5 anos fez crescer o deserto inicial a uma cidade com todo o tipo de condições. Contam-se já trezentos mil habitantes, o que é fabuloso!

A empresa destina-se a fazer os preservativos de nitrilo, uma vez que são muito mais resistentes e podem-se usar lubrificantes orgânicos, enquanto que os de látex ficavam pelos aquosos. Esta grande mudança permitiu a inovação das fantasias dos mais aventureiros, e assim nasceu a legião de fãs.

A cidade era muito engraçada, todas as casas tem chaminés em forma de glande, havia estudos que confirmavam que estas tinham um sistema de exaustão muito mais eficiente. Todas as ruas tinham árvores e canteiros altos à volta das árvores, por vezes de dentro ouviam-se os passarinhos a cantar. As cabines telefónicas eram completamente vidradas em volta e os telefones funcionavam apenas com preservativos.

Os polícias andavam com uma boina azul clara e botas azul-bebé. A única arma de defesa deles era o cacete. Não havia mulheres polícias, uma vez que elas eram poupadas para as tarefas mais cansativas.

Os carteiros andavam com a boina vermelha em forma de preservativo e com um saco ás costas vermelho com desenhos de posições sexuais, não tinham roupas.

Resumindo, as únicas pessoas que usavam qualquer coisa vestida eram os executivos e mesmo assim era pouco.

Era sem dúvida a única cidade sem prostituição, lá ninguém se vendia… Esta utopia real, fez com se tornasse na cidade mais saudável de todo o mundo, uma vez que todas as pessoas que entram pela primeira vez são metidas em quarentena, e quem sair da cidade vai para quarentena de novo.

À volta da cidade criou uma extensão de campos agrícolas que torna a cidade quase independente do resto das cidades vizinhas. Tudo o que é importado vai directamente para um centro de abastecimento periférico onde todo o tipo de material é devidamente controlado. Não havendo por isso contrabando de nada. Digamos que aquela cidade é quase perfeita.

Semanas passaram desde a minha entrada naquela cidade. Ouvia-se falar do novo projecto acoplado àquela empresa, chamavam-lhe NIRtutti, e era precisamente a fusão dos NITudo® com uma boneca insuflável. Era tudo muito misterioso, ninguém sabia como ficaria aquela boneca quando fosse lançada para testes.

As pessoas andavam tristes por não saberem de nada. O que seria a novo produto?

Passaram semanas e o secretismo continuava, todos temiam que a boneca fosse uma desculpa para venderem a firma. Começaram a haver manifestações no átrio da porta principal. Na manifestação foram todos vestidos, e os polícias pela primeira vez deixaram as armas em casa… Já ninguém brincava ás escondidas, estavam todos de luto, ou mais precisamente, ninguém tocava em nada de ninguém.

O presidente da sociedade dos NIRtutti, nessa tarde, fez uma declaração em que esclareceu todos os pormenores da boneca. Era feita do mesmo material dos NiTudo®, havia três padrões de rostos para a boneca: Castelo nu Banco, Marisa Thrum e Fouda Guedes. Cada qual anatomicamente igual ao verdadeiro…

As pessoas, ouviram silenciosamente o discurso do presidente, mas mal ele terminou foi a loucura…uma orgia em massa transformou o pátio laranja da entrada num mosaico cor-de-rosa. Por todo lado se ouviam os passarinhos e as borboletas a cantar e a voar pelos telhados, pelo chão, em cima das árvores, dentro da chaminé, dentro do caixote do lixo… outros, os dragões, eram menos discretos, passeavam em fila pelas ruas ao reboliço, a rodarem o chouriço. Foi uma grande festa com muita comida e bebida...

… As minhas luvas?! Tenho que as ir buscar ao cacifo professor, mas já injectamos essa amostra…




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