Domingo, Junho 22, 2008

Nalgatorius, o Erectus (VI)

Cenas do episódio anterior:
"Na mesa, à cabeceira, estava um prato, cinco talheres e dois copos. Ele dirigiu-se até lá e pousou a embalagem da encomenda. De seguida, sentou-se na esquina do sofá branco enquanto assimilava a decoração...
"Pelas fotos concluiu que a professora viveria sozinha e que seria solteira... teria cerca de 30 anos, muito a tempo de constituir família!"
Continuou a assimilar informação até começar a ouvir novamente passos na direcção da sala. Desviou o olhar focando Pacheca entrando e sentando-se junto dele.
Nunca a tinha visto de cabelo solto, mas ficava extremamente sensual e jovial, assim como o seu odor aflorado, leve e refrescante, o deixara desconcertado.
Ela olhou-o intensamente nos olhos, aumentando a dilatação das pupilas e a intensidade do brilho, e oscolou-o hipnoticamente na boca.
"


Lábios húmidos entrelaçaram-se de desejos, línguas libidinosas esgrimiram seus recalcamentos,  seus corpos se fundiram de calor e suor.... 

Ela agarrou-se à face de Erectus, puxando ferozmente pelos seus cabelos e pelas suas orelhas... 

Ele puxou a parte superior do vestido... A pele húmida e fina fez descair sua mão até aos seios volumosos e excitados de sua parceira. Acariciou-os suavemente, querendo controlar a situação, ela respondeu-lhe num esgrima mais agressivo e numa respiração bela e harmoniosa. 

O jogo corporal de Erectus encaminhou-os para o chão. Pacheca, entusiasmada, agarrou nas mãos dele, esticou-as até à posição do "Homem Vitruviano" e fixou-o de costas  no chão. 

Era a vez dela controlar!
Recolocou o vestido na posição original e sentou-se em cima da pélvis do seu parceiro, desabotoou os primeiros botões da camisa e beijou-lhe o queixo. Enquanto lhe acariciava o peito peludo, seus beijos contornavam o pescoço... e as orelhas eram trincadas com suavidade jovial...

As carícias deixavam Nalgatorius em transe, os olhos rolavam fora de órbita e seus mamilos estavam ligeiramente erectos! Os contornos íntimos de sua parceira, sentados ao seu colo, eram suaves e apetecíveis.  A posição erótica permitia à sua arma cilíndrica estar completamente almofadada pelas formas femininas e apesar do contacto indirecto era como se estivesse dentro dela!

E gemeu, gemeu intensamente de prazer quando os beijos chegaram ao umbigo... 

Pacheca, assistindo ao descontrolo seminal do seu parceiro, parou.

- Nalgatorius... creio que já seja tarde. É melhor ires até casa! - ordenou ela.

- ... Ahaohahh?! - Exclamou ele, um pouco confuso e ainda em transe - porque parou aqui?! estava a ser tão bom...

- Já nos excedemos o suficiente... isto nem devia ter acontecido! Não resisti...  Creio que já tenha recompensado pelos danos originados na sala de aula. - Explicou ela.

- Mas...?! Ok... A professora tem razão... confesso que só não estava à espera.

Abotoou a camisa sem olhar para Pacheca e caminhou até à porta de saída.

- Nalgatorius.... - Chamou ela levemente.

Ele virou-se, sem nunca lhe olhar nos olhos e retorquiu:
- Sim?!

- Não me vou esquecer deste bom momento.... e por favor volte a olhar-me nos olhos!

Erectus não lhe respondeu (nem olhou). Abriu a porta e fechou-a logo de seguida.

(Continua brevemente...)

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Sexta-feira, Abril 04, 2008

Nalgatorius, o Erectus (V - o regresso do mito)

Três anos passaram desde o episódio que alcunhou Nalgatorius. A criança sonhadora de 13 anos é agora um adolescente.... muito mais batido e experiente!

( leiam a história toda desde início em: http://penal.com-palavras.com/labels/Nalgatorius.html)

Apesar da imagem, ridicularizada entre colegas, deixada na sala de aula três anos antes, Erectus é famoso entre os professores, principalmente os do sexo feminino (e alguns indecisos), que vêm nele um potencial sex-symbol.

A professora de Ciências da Natureza contou às suas colegas que não conseguiu dormir tranquilamente durante uns dias. Consta que tinha sonhos eróticos sempre que se lembrava do instrumento fálico do seu aluno, e do seu tamanho...

As colegas de turma nunca conseguíram desfazer-se da imagem perversa, afastando-se dele para evitar estereótipos.

Seus colegas gozavam por inveja... Nenhum era tão sobre-dotado e escarnecer desviava a atenção das miúdas. Típico de putos... Nalgatorius não se importava, conseguía ultrapassar essas criancices com bastante facilidade.

-- voltando ao pós-acidente --
O problema na escola dificultou a vida familiar, tendo sido obrigado a trabalhar de noite para, segundo os pais, valorizar a vida. A sua tenra idade era um entrave assim como a inexperiência, mas semanas e alguma sorte bastaram para descobrir uma loja de comida oriental, que precisava de um estafeta para a bicicleta.

Num dos primeiros dias de trabalho, bufando cerca 5 km, foi entregar um Shop Suey de frango numa vivenda de rés-do-chão cinzenta, nos arredores da vila.

Encostou a bicicleta ao muro e tocou na campainha com altifalante. Do outro lado respondeu um voz feminina electrizada:

- szzz... Quem toca? shshszzz...
- Boa noite, é da Minetetui e trago o seu Shop Suey de frango! - respondeu o rapaz ainda recuperando o fôlego.
- szzz... Entre então... shhhh.... - respondeu a voz enquanto o trinco do portão se abria.

Erectus empurrou o portão e caminhou na direcção da porta cinzenta. Ouviu o trinco, enquanto a porta de entrada se abria e jorrava luz intensa. Apercebeu-se, pelas curvas, que estaria uma mulher em vestido fino à sua frente. Tentou focar o rosto, mas a claridade só permitia ver na penumbra. Enquanto apreciava as curvas sensuais apresentou-se:

- Boa noite, sou o estafeta da Minetetui e trago-lhe a encomenda... Shop...
- Olá Nalgatorius! Obrigada. - Interrompeu a mulher, não deixando Erectus terminar o raciocínio.

A porta abriu-se completamente até se aperceber que tinha a professora de Ciências da Natureza há sua frente!

- Não sabia que trabalhavas de noite? - continuou ela.

Corou de vergonha... saindo-lhe uma resposta sincera:

- Olá professora... Já trabalho há uma semana e meia... Os meus pais acharam que me fazia bem depois do incidente na escola.
- Fico feliz por te ver aqui... Queres entrar um pouco para conversarmos? Se tiveres tempo, claro!
- huum... - hesitou ele - foi a minha última entrega hoje e posso entregar o dinheiro mais tarde... portanto posso entrar?! - Arrematou ele.

Pacheca ficou espantada com a agilidade do seu aluno, nas aulas parecia muito menos despachado (para as aulas, claro!). Cedeu-lhe prontamente passagem, fechando de seguida a porta com ruído!

- Entra! Segue por esse corredor, vira à direita e fica à vontade! Eu já venho... 2 minutos! - Ordenou ela.
- Obrigado... Já nos encontramos então. - respondeu ele.

"Erectus achou estranho o tratamento da professora. Poderia estar ela a dar-lhe um momento para explicar o incidente e compreender a situação?!"

Entrou numa sala ampla, com um sofá em veludo branco, em L, uma mesa de jantar, com pernas pretas em U e tampo em vidro escovado.

Na mesa, à cabeceira, estava um prato, cinco talheres e dois copos. Ele dirigiu-se até lá e pousou a embalagem da encomenda. De seguida, sentou-se na esquina do sofá branco enquanto assimilava a decoração...

"Pelas fotos concluiu que a professora viveria sozinha e que seria solteira... teria cerca de 30 anos, muito a tempo de constituir família!"

Continuou a assimilar informação até começar a ouvir novamente passos na direcção da sala. Desviou o olhar focando Pacheca entrando e sentando-se junto dele.

Nunca a tinha visto de cabelo solto, mas ficava extremamente sensual e jovial, assim como o seu odor aflorado, leve e refrescante, o deixara desconcertado.

Ela olhou-o intensamente nos olhos, aumentando a dilatação das pupilas e a intensidade do brilho, e oscolou-o hipnoticamente na boca.

(Continua brevemente...)

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Sábado, Fevereiro 02, 2008

Harry Putta e as Ordens de Inex

No capitulo anterior:
"- Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês.

- "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar.

- Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer?

- Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente.

- Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica?"

- A Natureza chamou por mim... e eu não resisti... - confessou ele.
- Como sempre... nunca resistes! És uma nódoa da magia! Nem sei como ainda insistes em depilares miúdas!?

A face de Harry começou a ganhar contornos de agressividade. Maria, apercebendo-se do seu estado espírito, voltou a insistir na sua aparição:

- Então Harry!? Sabes o que estou aqui a fazer?
- Não! O que li de ti não me permitiu chegar a nenhuma conclusão lógica... Sei que tiveste umas aventuras estranhas com um tal de Sergay...
- Cala-te imbecil! És mesmo pobre! Quero aniquilar Inex e por sua vez a
Magia Sexual Tântrica! E vou começar por ti....

Harry conteve a sua agressividade, enquanto, aos poucos, recuperava suas forças.


- E estás à espera do quê? Já o podias ter feito, nem precisavas de gastar o teu tempo...

A sua observação consistiu numa estratégia forçada, para conseguir recuperar o fôlego e arranjar uma saída.


--- Em terrra ---
Inex, preocupada com o seu aprendiz, insistiu na magia dos Guardiões das Orgias Celestes. Algum tempo depois entrou na mente do Harry, certificou-se que estava bem, e do que se estava a passar, pedindo-lhe para queimar algum tempo.

--- De novo com Harry ---
- Achas que eu ia perder o meu maior trunfo para conseguir enfrentar Inex? É a forma mais acessível dela chegar até mim! Para além de que ela em terra é bem mais forte que eu! Aqui eu sou sábia! - respondeu-lhe Maria Inês.

- A Inex é capaz de vencer se quiser, onde quiser! Para além disso, porque haveria ela de vir ao teu encontro? - Harry contra-atacou enquanto Inex lhe começou a transferir energia celestial.

- Vem ao teu encontro, salvar-te! Ela tem uma obsessão sexual oculta por ti, e acredita que com treino a satisfarás eternamente!

Maria acreditava que invocando raiva em Harry conseguiria trazer Inex ao seu encontro, mas Harry tinha filtro de emoções, Inex aplicou-o assim que se ligou mentalmente.

- E achas que eu não sei? Ela é a minha heroína! Eu acho é que tu estás com alguma perversão sexual! Queres possuir Inex? Depois do Sergay ficaste com algum impulso homosexual?

A pergunta deixo-a desarmada, pela primeira vez Maria Inês hesitou.
Harry, com instruções e estimulação prostática de Inex, avançou soletrando:

- "Aurum Brassica rapa fusione vagina maria ines et plovere" (Nabo dourado funde vagina de Maria Inês e chove)

Inês não reagiu, imediatamente a glande Harry ganhou um tom dourado, atingiu os grandes lábios e penetrou-a em Mach 5 (hipersónico). Ela inicialmente ainda esboçou um sorriso de prazer, desintegrando-se logo de seguida, em chuva...

--- Em terra ---

Inex olhou para o céu, as nuvens tinham desaparecido, mas chovia algo, com um cheiro sexualmente apelativo... (as feromonas de Maria Inês - ver Labels)
Rapidamente regressou à realidade e invocou a magia de Fénix , para que Harry chegasse inteiro a terra.

Harry sorriu quando finalmente aterrou e olhou nos olhos de Inex, mas ela não lhe deu tempo para falar, mordendo-lhe os lábios enquanto se despia.
Empurrou-o para o chão, deitou-se em cima dele, enquanto lhe pegava no pénis e o introduzia na sua ranhura...
A Vila adormeceu... e os dois satisfizeram-se em silêncio...
Estavam no Auge da Magia Sexual Tântrica!

(Fim - por agora - já tinha pesadelos com o Harry!!)

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Sexta-feira, Novembro 02, 2007

Harry Putta em Gaita em Brasa

No capitulo anterior:
"Estendeu as mãos, elas agarraram e começaram a voar.

Lá em baixo a vila desaparecia... à sua volta, orgias molhadas e relampejantes multiplicavam-se... até que ele apagou...

Acordou deitado num espaço branco-acinzentado, com textura a nuvens. Estava nu e tudo era um imenso vazio, sem portas nem janelas.

- “Onde estarei eu?!”

- És nosso prisioneiro, fofinho... Em breve terás uma visita... - ecoaram as paredes.

- Um visita?! Quem? É ela, não é?! - perguntou ele em pânico.

- Ela não! Nós!"


Harry começou a sentir um calor intenso... que vinha de dentro...
Contorceu -se como estivesse a sentir prazer... um prazer diferente... (diferente das habituais piveas matinais)

O estado febril aumentou o fluxo sanguíneo provocando-lhe uma erecção gigante, de tal ordem que duplicou os 16 cm da média e a glande ganhou uma textura diferente, semelhante ao "Cogumelo-falale", muito usado nas fantasias eróticas de jovens biólogos.

Harry estava completamente dominado, em êxtase, ejaculando sem nada fazer, sem nada lhe tocar... sem nada ver! (havia relatos na Vila de que era precoce, mas sem aplicação aqui) E Ejaculando o prazer acontecia....


--- Em terra ---

Inex arrependida do que tinha dito ao seu único herdeiro de Magia Tântrica decidiu ir a seu encontro. Ao sair de casa sentiu um arrepio, um floco de neve caiu-lhe nos lábios, provocando-lhe um gemido de prazer.

-"Ohhhhh Siii!!! Neve dos anjoooos... não! É ela! E raptou o Putta!"
Imediatamente o seus poderes sobrepuseram-se aos seus desejos sexuais, começando a procurar indícios no céu:
-"Nuvens Kamasutricas em movimento!? Onde raio estará ele? Espera, apenas uma está a ter orgasmos explícitos!! Como é que ela consegue tamanho envolvimento da natureza?"


--- De novo com Harry ---
Harry ficou exausto... em menos de 15 segundos tombou e os genitais murcharam, entrando numa fase de sonolência.


- Harry!! - Entoaram novamente as paredes numa voz intemporal - Já me posso apresentar, descarreguei as tuas munições, já não te suicidarás de prazer!

- És ela...? A Maria Inês... - Palrou ele.

- Sim sou eu! Maria Inês! - Apresentou-se enquanto sua imagem se criava dentro do mesmo espaço físico.

Harry começou por ver um ponto de luz, de seguida um foco branco... No contraste eram visíveis curvas femininas, até que finalmente, conseguiu ver um corpo nu... era Maria Inês.


- Glupp... - Engoliu ele em seco.

Harry ficou em silêncio enquanto masturbava o seu intelecto. Nunca tinha visto nada tão perfeito (as meninas das revistas eram amadoras ao lado daquilo), todas as curvas transmitiam erotismo. A pouca pelagem era mágica e ruiva, ao centro fatiavam suculentas curvas que convergiam simetricamente. Harry estava excitado... mas apenas por dentro.

- Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês.

- "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar.

- Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer?

- Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente.

- Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica?


Harry engoliu em seco, já antevendo uma pausa na história....

(não perca a continuação em Harry Putta e as Ordens de Inex)

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Segunda-feira, Setembro 10, 2007

Harry Putta - Prisioneiro das Cabanas

Harry ainda estava borrado com o que tinha acabado de ouvir: " Trouxeste ao mundo a nossa Maior Rival! Uma Feiticeira temível! Vai ser o fim da Magia Sexual Tântrica!... Chamava-se Maria Inês quando humana".

Aquele nome não lhe dizia nada...

- "Maria Inês?! Vou procurar sobre essa criatura..."

Ainda era meio da manhã quando Harry entrou na "Dildo's Hardcore Library", a decoração interna era um pouco feminina, mas o seu odor corporal afastava qualquer interessada...
Depois de alguns minutos chegou a um humilde livro, de um autor chamado Sergay, "Circuncisado, violado e abandonado por Maria Inês - Deusa ou ET? ".

- "Que título estranho... Quem seria esta mulher?!"

A curiosidade foi acumulando com o que lia sobre ela.

- "Ninfomaníaca... investigadora de feromonas... aliens... mutação genética com esferas metálicas... replicação da raça Ganryubigu... Bolas esta tipa era um espectáculo de mulher!".

- Espera! O que trará ela desta vez! - berrou ele quando se apercebeu da sequência de acontecimentos! - "Ilnex falou em feiticeira... que poderes terá ela desta vez?!"

Cansado, sem ter descoberto factos mágicos de Inês, decidiu ir ter novamente com Ilnex. Talvez ela conseguísse complementar e associar outros dados.

Fora da livraria, Putta, deparou com um céu diferente: vermelho com nuvens sugerindo posições do Kamasutra em movimento.

- "Fantástico, tenho que aprender esta merda! Será ela!?"

Não sabia se haveria de continuar a caminhar ou parar e contemplar aquele espectáculo. Parou uns breves momentos...

- Vem ter comigo Harry! - uma voz vindo do nada entrou-lhe pela cabeça.

- "Vou onde? Com quem?"

Duas nuvens femininas vieram ao seu encontro estendendo-lhe a mão.

- Vem connosco divertir-te... - disse uma delas.

- És fofinho... vem... - disse a outra.

- Sim! - Os olhos dele ficaram vidrados perante aquele espectáculo.


Estendeu as mãos, elas agarraram e começaram a voar.
Lá em baixo a vila desaparecia... à sua volta, orgias molhadas e relampejantes multiplicavam-se... até que ele apagou...

Acordou deitado num espaço branco-acinzentado, com textura a nuvens. Estava nu e tudo era um imenso vazio, sem portas nem janelas.


- “Onde estarei eu?!”

- És nosso prisioneiro, fofinho... Em breve terás uma visita... - ecoaram as paredes.

- Um visita?! Quem? É ela, não é?! - perguntou ele em pânico.

- Ela não! Nós!

(não perca a continuação de Harry Putta em Gaita em brasa)


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Sábado, Junho 02, 2007

Harrie Putta - Cama secreta

Harrie sem se aperceber do impacto da sua invocação saiu até à rua. Estava convencido de que poderia avançar para o novo Feitiço, o Remote BlowJob.

IInex ainda curiosa com o estrondo, saiu, na esperança de perceber o que se tinha passado. Do silêncio da sua rua passou para a confusão das conversas beatificadas. Ouviam-se alguns boatos: A existência de uma nova criatura na vila; o Padre que tinha cometido um pecado canibalesco; que Harrie se tinha convertido à homosexualidade caseira.
IInex vagueou pelas ruas cinzentas da manhã por mais uns minutos, até se cruzar com Harrie. Este despido numa esquina soletrando, qualquer coisa como: "www.blowjob.com Enter".

- Bom dia Harrie! - Saudou a Mestre, tentando não memorizar aquela imagem ridícula.
- .. Oh.. Bem haja! Tão cedo na rua? - perguntou Harrie um pouco embaraçado por ter sido apanhado despercebido.
- É verdade, só uma grande curiosidade me retira das minhas Masturbações Tântricas Matinais.
- Curiosidade?! - Sentiu-se confundido com a observação.
- Não ouviste um estrondo na Vila? Algo aconteceu... mas não consegui sentir nenhum sinal. - explicou IInex.
- Estrondo!? - “Será que fiz asneira da grossa?” - Pensou ele, enquanto subia rapidamente as calças.
- Sinto-te remexido por dentro... Que fizeste desta vez?
- Hum... - “como é que ela percebe que eu estou remexido”- ... não sei.
- Desbobina! - ordenou ela.
- Sabes o meu fetiche... - começou ele.
- Sim! As depilações... e este novo agora...
- Isso. Andei uns tempos a querer avançar na técnica. Acho que descobri umas coisas novas. - continou ele corado.
- Novas? Explica!
- Bem... uma técnica de execução perfeita. Genial! Com marca de mestre e tudo!
- E então? - IInex estava ansiosa que ele relacionasse a história.
- E então eu hoje decidi avançar! - exclamou ele triunfante.
- Avançar?!
- Sim. Soletrei ”depilarium unix encrica dass moxas” sem invocar ninguém! - finalizou ele radiante.
- IInex paralisou perante a confissão de Harrie, até que, com uma expressão séria (invulgar nela) esbofeteou o seu aprendiz.

- IInex!... Que estás a fazer?!
- Invocaste a Feiticeira da Cama Secreta!! - Gritou ela furiosa.
- Cama Secreta? Não! Depilação perfeita!
- Essa invocação estava escondida, para não dizer dissimulada nesse texto, na esperança de que nenhum tarado lhe dê-se uso! Mas pelos vistos...
- Hum... e no que consiste essa Feiticeira? - perguntou ele desiludido.
- Trouxeste ao mundo a nossa Maior Rival! Um Feiticeira temível! Vai ser o fim da Magia Sexual Tântrica!
- Quem? - Harrie mijou-se de medo.
- Chamava-se Maria Inês quando humana!
- Maria Inês... E agora?! - do mijo passou a incontinência anal.
- Vais ter que ser tu a tratar disso!

(continua em Harrie Puta - Prisioneiro das Cabanas)

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Sexta-feira, Setembro 29, 2006

Harrie Putta – Pedrada anatómica

IInex acordou molhada e sobressaltada, tendo-se deslocado até junto da janela para bisbilhotar o que tinha acontecido. Ouvira um estrondo violento... mas seus poderes não conseguiram detectar nada suspeito.
IInex era uma Feiticeira Adúltera, sábia em magia sexual e perversa. Exorcitava homosexuais e afastava todos os padres e freiras da religião convertendo-os em praticantes de Tantra.


Harrie Putta, um Punheteiro de Feiticeiro, aprendiz de IInex, tinha o fetiche de depilar por magia todas as moças com que se excitava na rua, e não só... Um jovem com poderes ocultos que nem ele próprio sabia como explorar.


Harrie nessa madrugada dedicou-se ao estudo da anatomia feminina, queria perceber melhor em que zona ele depilava as mulheres para elas ficarem excitadas. Desde o dia em que três raparigas começaram um chinfrim erótico numa sala de cinema, ele nunca mais largou a varinha,

com receio de perder aquela imagem.
Tanto estudou que não só descobriu qual era a zona como conseguir uma depilação de execução perfeita e única. Tão única que deixaria uma assinatura nas peles labiais de suas vítimas. Harrie já de manhã, decidido a experimentar a sua nova magia (sem invocar alguém), ergueu a vara para cima, rodou e soletrou:”depilarium unix encrica dass moxas”


O resultado foi caótico... estava perdido... como haveria de inverter a magia?!

(não perca o próximo episódio)

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Quinta-feira, Setembro 28, 2006

Mobilização Anal... Penal!!

A todos os contribuidores deste blog imaculado, esses grandes gays, queria deixar uma proposta nada pura:

Vão apanhar nessa regueifa lubrificada....

Onde anda o Captain Dildough e os Contos do Virgílio? Aquilo continua... continua... mas deve ser a bater à punheta lá em casa... seu grande punheteiro informático. Toca andar com essa merda!!!

E o Stein? Esse contador de histórias eróticas, das melhores do blog... não quer partilhar mais das suas experiências connosco... invejoso! Depois vem para aqui com os bonecos do warcraft a dizer que a internet é para porno... é só graganta :P

Havia ainda... o João, do Alexia e Tutu, a maior obra do blog... não há mais nenhuma personagem assim? Tipo Alexia e Tutu que possa aparecer aqui? Senão venha la a Alexia
mumificada cheia de Gaze... A tua imaginação faz falta aqui... é um honra matar saudades a estes leitores abichanados... e esfomeados, já viste à quanto tempo não vêem o traseiro da Alexia!?

O despercebido, alphatocopherol, grande sabedor da história dos colhões e dos cabrões. Acho que ficou traumatizado e nunca mais se inspirou... precisa de umas traulitadas naquelas naldegas musculadas para ver se começa a escrever mais poesia perversa. O cinto de castidade mental não te deixa participar é? Anda lá bisnageiro...


Vamos lá todos!
Mobilização geral.

Eu participo e vocês?

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Sábado, Abril 29, 2006

O Abilhador

A campainha tocava com grande frenesim às seis e meia da manhã. O sol mal tinha nascido e já os galos fornicavam no galinheiro ensurdecendo de prazer toda a vizinhança. Os lençóis molhados e manchados de um odor reconhecível provavam a incontinência ejaculatória.

Zé, o Dobrador de Bilhas, levantou-se da cama ainda a cambalear do seu último copo de vinho maduro e dirigiu-se até à janela. Afastou os cortinados rotos e manchados, e olhou para baixo, para a rua, onde estava estacionada uma carrinha da CavalGalp, uma empresa de gás metano, proveniente de cavalos.

“Fodasse pós tipos do gás, óhh caralho... nem me deixam acabar o sono” pensou ele enquanto se dirigia para a entrada abrindo a porta com alguma fúria.

- Porra! São horas... - gritou ele incompletamente até ter focado a pessoa que estava à sua porta – Olá, muito bom dia... - o seu rosto coloriu-se de um rosado envergonhado.
- Bom dia, Sr. Zé?! Cabe a mim daqui a diante entregar as garrafas de metano. Espero não o ter vindo acordar?!
- Acordar... claro que não... Sou um homem madrugador, acordo antes dos galos começarem a fornicar... a cantar. - respondeu ele, reparando na mancha que tinha nas calças de pijama, escondendo-a com a palma da mão.
- Onde deseja que coloque a Pónei?

“Pode colocar aqui junto do meu Garanhão...” pensou ele quando se apercebeu da imensidão de curvas...

- Ali ao fundo, junto das outras... - respondeu.
Ficou estático ao vê-la passar. As curvas eram perfeitas. Desejando que ela o aquecesse como as outras.
- Quer que a monte?

- Ficaria muito agradecido se montasse - respondeu ele.
- Nem vai notar diferença, é como as outras, dura e dura...
- Ainda bem, gosto de ser bem servido. Não gosto de deixar nada a arrefecer – continuou o Zé.
- Sendo assim penso que se irá adaptar bem. A Pónei é mais pequena que o Garanhão mas dá o mesmo gás.
- Eu gosto é que elas dêem gás... - murmurou ele.

Depois do serviço, a menina bonita da bilha despediu-se com um sorriso no rosto. A sua mini saia junto ao contorno da nádega e o seu peito eram dignos de uma obra de arte futurista. O Zé já não conseguia suportar o mastro, que se perpendiculava com entusiasmo divino...

- Até á próxima Sr. Zé - disse a moça envergonhada ao se aperceber da mão dele por dentro das calças do pijama.
- Até a próxima menina... Espero por si para montar a próxima - despediu-se ele com um sorriso erótico.

E assim a menina do gás chegou à aldeia do Zé.

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Sexta-feira, Fevereiro 17, 2006

Divulgação científica - Organic sexual power

Abstraque:

Título: Asstone o químico orgânico larilas descobriu uma molécula que revolucionará o mundo do sexo


O laboratório como sempre, cheira a resíduos estranhos, ou como se diz na gíria - a químicos. Todos os empregados estão calejados na prática masturbatória do seu patrão. Uma técnica ultra avançada que consiste na separação sob pressão de substâncias do sémen. Desta separação isolou-se uma molécula até agora só conhecida por analogia na limpeza do esófago e dos orgãos reprodutores e não só.
As aplicações são muitas, desde a eliminação dos vestígios de merda das unhas, ao verniz, à limpeza dentária, a eliminação da cera dos ouvidos, ao extermínio dos macacos do nariz, e a uma série de outras coisas ainda por revelar. Tudo isto porque a nova molécula, com o nome do Químico que a descobriu, a Asstone tem propriedades de limpeza e volatilidade muito superiores à vulgar acetona.

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Sexta-feira, Janeiro 13, 2006

O salteador dos tomates perdidos - Cancelamento -

O orçamento previsto foi ultrapassado na gravação do 4º episódio do “O salteador dos tomates perdidos”, a isso se junta a falta de donativos, sentenciando a continuação da novela.
Cabe a mim vir por este meio informar o cancelamento das emissões da mesma.


Os motivos para o buraco orçamental são descritos a seguir:

- Overdose ejaculatória de Yagres no episódio 3 originou uma inundação no estúdio, com a consequente indemnização pelos danos causados. O contrato não incluía seguros (só vibradores);

- Analy teve uma entorse clitoriana e as despesas médicas não estavam previstas no contrato;

- Download ilegal dos episódios via internet de possíveis telespectadores. A Direcção-Geral
da Indústria acusou-nos de incentivar a pirataria informática, uma vez que encontraram torres de Cds e DVDs pirateados nos estúdios, com filmes porno e álbuns musicais;

- Uso indevido da música instrumental da banda da novela em sites porno provocou uma crescente descredibilização desta, pois passava aos domingos a seguir á eucaristia dominical;

- O uso inapropriado de línguas foi considerado um abuso cultural para Portugal e para a Venezuela, impedindo-os de fazer as famosas dobragens;

- A transmissão na Venezuela distraiu as autoridades portuguesas na resolução da situação diplomática com o piloto português preso à meses.


---A Imprensa---

Produtor da novela :"Pensamos que tais acusações não fazem sentido, o Yagres nem era português, era um emigrante ilegal... uPs! Mas tinha visto, eu juro que estava em casa! Quer dizer, acho que o perdi entretanto..."

Yagres: "Se eu era ponta de lança!? Quer dizer as vezes ela dizia que queria... AHh, não foi isso que perguntaram? Então se comia gelados... ao principio tive que meter uns na boca... ohhh, gelados!? De chupar, certo!? "

Analy: "Se eu tocava bateria, isso não era aquele vibrador gigante!? Quer dizer aquele que eu fazia vibrar... na minha escola era conhecida por pachacha barulhenta por fazer barulhos no meio das aulas... fazia ritmos na cadeira... Ahhhh, não queria saber disso. Ah o instrumento... esse já tá muito usado..."


FIM

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Quarta-feira, Novembro 16, 2005

O salteador dos tomates perdidos - Episódio I I I - A Maquete

Yagres ensaiou todo dia demonstrando o encaixe perfeito de sua voz na sonoridade banda, pelo que daquele ensaio saíria a primeira maquete com ele como vocalista.

Durante o intervalo os elementos masculinos ensinaram a Yagres o ritual que faziam ao mesmo tempo enquanto bebiam uns shots, a masturbação sincronizada. Ao inicio parecia um ritual abichanado, que o fez ter algum receio das consequência comportamentais dos seus colegas, mas no final todo o risco que correra tinha sido compensado...

Olhando em volta todos os seus companheiros estavam enrolados numa orgia gay a três e ele tinha Analy agarrada ao seu instrumento eréctil. Analy saboreava o gelado com agilidade sexual, proporcionando afrontamentos de prazer, algo inédito até então com mulheres.

- Analy, Analy não tires a boca daí! - Grito Yagres, num vocal gravíssimo, após ter chegado ao espasmo orgâsmico.

Analy, não satisfeita com técnica bico-percursionista decidiu despir-se e demonstrar a técnica lábial em contra-tempo. Que consistia na relaxação alternada e em tempos diferentes dos lábios e músculos internos da vagina. A perícia era tanta que conseguia variar os ritmos indo do mais ligeiro rock ao speed metal progressivo.

... Tinham-se esquecido de parar a gravação da sessão de ensaios, pelo que todo o ruído de gemidos e urros da orgia vibrou na maquete.

Yagres desconhecia que a banda era conhecida pelo seu estilo speed metal orgâsmico, incluíndo sempre uma outra música nas suas maquetes.

"A percussão vaginal de Analy com as penetrações vocais de Yagres construíriam um som mais alternativo. Depressa seus companheiros entraram na sonoridade, com o baixo nabónico de Silicon, e a guitarra ruidosa no cu de Cricatoris e Evangelius recriaram o épico, a história de um mendigo com poderes sexuais que matava paneleiros na procura dos piores cheiros anais, o caçador de pivetes.
A finalização instrumental acabou numa diarreia colectiva provocada pelos shots, constituídos por vodka, rum e laxante. Para eles aquele era o melhor lubrificante do mundo... e que deu continuidade à bónus track..."

(Continua)

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Quinta-feira, Outubro 20, 2005

O salteador dos tomates perdidos - Episódio I I - Busca da sexualidade perdida

Yagres ficou completamente deprimido com o desaparecimento dos seus badalos sexuais. Nem Foodin conseguiu compensar o desgosto do companheiro. O ambiente melancólico acabou por levar ao declínio da relação, poucos dias depois terminaram tudo.

Yagres isolou-se em casa uns bons meses, ouvindo horas de trash e speed metal até conseguir normalizar sua sexualidade enraivecida. O seu pensamento tornou-se obsessivo, “I want to fuck”, sentimento este que o fez sair à rua vestido de preto, com calça justa e botas de biqueira de aço. Yagres finalmente tinha regressado ao mundo social!

Uma noite, perdido num bar Metal, “The Cult Bar”, bebendo umas cervejas ao ritmo da tremoçeira dupla picante e dos shots riffados com absinto, sentia-se o verdadeiro macho metálico. A vontade de exteriorizar o seu extinto era tal que soltou a voz rasgando vocais agudos e latinos.

Ao seu lado, um senhor de túnica preta escutava-o com atenção…
Quando Yagres terminou o playback o homem colocou a mão no ombro fazendo-o voltar-se.

- That voice!? You like to sing? – perguntou um tipo alto cabeludo.
- Yes, why?
- I need a singer and your voice is perfect! – respondeu o guedelhudo.
- Ohhh. Who you are? – perguntou Yagres lisonjeado com a observação.
- I’m Joel, I play guitar in a metal band.

Tinha uma proposta que podia ser o início para um novo ciclo. Aquela escolha levá-lo-ia de encontro aos seus objectivos?

A esta pergunta só sua voz lhe responderia…
No dia seguinte começou a ensaiar com os Master of Masturbation. O quarteto era constituído por Joel Silicon, Lips Envangelius, Cricatoris Michael e Analy Arts. A última, baterista que todos consideravam a revelação do Metal.

A banda apresentou-se com beijos no rosto, excepto a Analy que agarrou o traseiro de Yagres e mandou um linguado de minuto e meio…

(Continua)

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Quinta-feira, Outubro 13, 2005

O salteador dos tomates perdidos - Episódio I -

Mister Yagres, protagonista na nova top luxe da televisão venezuelana, “El ladrón de tomaters perdido”.

Episódio I – O furacão

Outubro começou frágil, aguado… com o vento soprando por entre as náldegas de Yagres, assobiando em suaves enrabadelas sostenidas…

- Me da vuelta su trasero… - Disse Foodin enquanto tirava areia do seu instrumento ciclónico.
- Es mucho viento! – Mister Yagres estava completamente atrapalhado pelo furacão que se aproximava.

Ao longe uma mancha carregada de cinzento aproximava-se trazendo chuva e ondulação marítima muito agressiva.

- Mi nabo está como el Vince! - Gritou excitado Foodin com uma pontaria tempestuosa.
- Houhh! Está como lo que!?- Gemeu de dor Yagres.
- El Huracán De Vince!

(12 horas depois)
O furacão aproximou-se de tal forma que toda praia estava em reboliço. Uma nuvem de areia e chuva componham a atmosfera. A ondulação arrastava-se praia adentro até ás dunas onde estava o casal.

- Mis tomates? – Gritou de dor Yagres.
- Tenían vuelo con el viento… - observou Foodin.
- Noooo!!!Cogida!!! La venganza va a aparecer! – Gritou Yagres histérico, enquanto corria na direcção do vento procurando vestígios.


E assim começou a história o salteador dos tomates perdidos…

(Continua)

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Terça-feira, Setembro 20, 2005

Sergay - O Prostituto de Luxo - Fim

"Foi tudo tão bom…"
Maria saiu sorridente de cima da vitima adormecida na exaustão.
Tinha conseguido dominar o prostituto de luxo, hino da sexualidade. Aquele que todos julgavam ser um precoce abichanado. Inês sabia muito acerca dele … tinha no seu genona a Macho-Alienigenosexualidade, Ganryubiguês, como muitos já ouviram falar.
Maria Inês calmamente caminhou para a porta de saída, deixando um rasto de gosma violeta.

(48 horas depois)

Sergay acordou todo nu, coberto por um líquido violeta. Tal visão fê-lo correr para a banheira, na esperança que porcaria saísse. Esfregou-se com todos os géis de banho que possuía, desde esperma de garanhão, a leite de bode em pimentão-doce, a caganitas de águia-real em ovos podres, mas nada retirava tal substância da pele.

Desiludido secou-se com uma toalha preta, onde tinha estampado a peida de uma gaja qualquer. Com toda aquela distracção quase que não dava conta de uma pequena alteração anatómica. Sua glande estava ao descoberto mas completamente cicatrizada, tinha sido circuncisado.
Sergay completamente desesperado pensou porque teria ela feito aquilo. Ela?! Onde estava ela?! Desaparecera… há quanto tempo, quanto tempo tinha passado? Olhou para o relógio da sala.
- Passaram dois dias?! Que é efeito dela?
Correu na direcção da porta de saída, abrindo-a… quando olhou em frente reparou que no chão havia algo escrito, prolongando-se até si, aliás, até atrás de si.

Caminhou lentamente até ao fim do rasto. Já na rua, completamente nu, começou a decifrar a mensagem que ela lhe tinha deixado. Sem se aperceber lia uma linguagem que nunca tinha lido ou ouvido, mas que percebia como sendo a sua língua materna…
- PUTA! Se te apanho! – Gritou ele ao chegar à cama.
Olhou para a porta de saída com um olhar de raiva.
- “Tua raça não existe, és o cruzamento entre humanos e Ganrybiguês, és um exemplar único que é necessário multiplicar”. Isso é o que vamos ver!- murmurou ele enquanto traduzia o que ela tinha escrito.

FIM
(Continuará se vocês pedirem muito, numa possível nova série: Sergay - O...)

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Quinta-feira, Agosto 04, 2005

Sergay - O Prostituto de Luxo - II parte

Alguns minutos depois a campainha tocou pornograficamente – “Fode-me está fechadura enferrujada!” – Sergay levantou-se, endireitando o pau para o lado esquerdo das calças.
- Quem é?! – perguntou ele enquanto espreitava pelo óculo da porta.
- Maria Inês! – respondeu bruscamente a voz feminina do outro lado.

Sergay hesitou em abrir a porta pois a imagem que vira no óculo era estranhamente desnudada, pensando para si se já teria visão infravermelha, seria uma imaginação muito fértil oriunda das horas de videojogos (Tumba&Monta, Ages of Penetrations, Foda Kombat). Fez uma pausa enquanto ajeitava o colhão direito, que estava em desequilíbrio hormonal, e abriu a porta.

- … Sergay! – gritou Maria enquanto se agarrava fortemente à braguilha dele.
- …Simmm… - Soltando ele um suspiro de excitação.

Nunca tinha sentido tal sensação, em menos de um segundo já tinha o tronco erguido. Para seu espanto Inês despiu-lhe as calças e começou a trincar-lhe a pele dos testículos, aproveitando para arrancar-lhe alguns dos pêlos que tinham escapado à depilação. Tal acto provocou nele múltiplas ejaculações precoces.

- … comooo faaaazes issooo?! – Perguntou ele, reparando na nudez de sua parceira - … comooooo?
- Apurei os meus sentidos sexuais… - respondeu ela – Aqueles ETs eram precoces mas tinham técnicas novas.
- … não era só isso, como consegues andar assim na rua? É que para além disso tens um brilho especial, a tua pele é estranhamente brilhante!
- … Sofreu uma mutação genética com o esperma Extraterrestre, o meu ADN é diferente, a cadeia transformou-se numa esfera com um metal no seu centro, um metal ainda não descoberto na Terra.- explicou ela trincando com força a pele que segurava a glande.
- …Ahhhhhhhhhhhhh.Simmm! Ennntããão é issoooooooo… - gritou sergay, sentindo ejaculações nucleares dentro dos seus testículos.

Aquela reacção fazia brilhar os testículos de Sergay até que quando o brilho atingiu o seu ápice Maria saltou com sua vagina aberta para cima do nabo rochoso de Sergay, e estrangulando-o com os músculos vaginais ultra congelantes.

Sergay nem sentiu, tal era o prazer de toda aquela experiência, mas tinha acabado se ser circuncisado!
(Continua...)

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Sexta-feira, Julho 15, 2005

Sergay - Prostituto de Luxo

Longe estavam os tempos de Gésica, a mestre sexual de Sergay, cobaia nas suas aulas de Higiene Genital I e Espuma Desinfectante I. Aquela mulher proporcionou-lhe grandes momentos de prazer e conhecimentos científicos, ao ponto de, nesse dia ter decidido mudar o rumo de sua vida.

“-Sergay! Que vais fazer quando saíres daqui? – perguntou Gésica, com a tristeza expressa no canto da boca branco – Não voltas?!
- Vou tornar-me um grande empresário de sucesso! E conto com a tua ajuda! – respondeu Sergay prontamente, enquanto salpicava mais alguns vestígios de sémen na cara da sua parceira.
- HOummm… empresário?! Como assim?!
- Sim, empresário! Prostituto por conta própria! – disse ele soltando o último jorro de esperma para o olho de Gésisca - AHHHHHH!
- E contas com a minha ajuda para quê? – perguntou ela enquanto limpava o olho.
- Então, tendo em conta a tua satisfação com a minha campanha de marketing em tua casa, espero que venhas a ser uma das minhas clientes! – concluiu Sergay, limpando o nabo nos cabelos da companheira.”

A recordação era um tributo. Antes não passava de um reles prostituto sem sexualidade definida. As aulas práticas ajudaram-no a apurar os sentidos e conhecer novos prazeres.

Certo dia, numa pausa de trabalho, o telefone tocou eroticamente – “Come-me toda Sergay!! Limpa-me esta crica nojenta!!”- com preguiça estendeu o braço até à cabeceira e atendeu.

- Sergay, ao seu dispor! Quem fala? – perguntou ele na voz mais sensual.
- … estou!? – uma voz tímida do outro lado mal se ouvia.
- Sim, com quem tenho o prazer de estar a falar? Em que posso ser útil? – voltou ele a insistir.
- … olá… meu nome é Maria Inês. – respondeu finalmente a voz feminina.
- Olá Maria Inês. Em que vos posso ajudar?
- É uma longa história… Fui raptada por uns extraterrestres precoces… - começou ela até ser interrompida do outro lado da linha.
- O quê?! Onde se quer encontrar comigo? – Interrompeu Sergay, pensando para si mesmo se teria também herdado as capacidades terapêuticas de Gésica.
- … Não tenho sítio... minha empregada, Jesquina, destruí-me o que mais tinha de precioso, o meu laboratório. Posso ir ter consigo a sua casa? – a voz encheu-se de mágoa.
- Claro! Rua das feromonas universais, nº xxx, vila Nabos de Cima.
- Vou já para aí! - desligando o telefone.

(continua)

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Quarta-feira, Junho 22, 2005

Sergay o desengordurador de cricas

A noite erótica de Sergay estava longe de terminar. Depois do sexo anal com Gésica, decidiu aventurar-se numa dupla penetração. Meteu um cinto com um Strapon e atracou de novo por trás, com o dedo mindinho do pé estimulou o clítoris da sua parceira.
Gésica nunca tinha conseguido chegar a uma incontrolável sessão seguida de orgasmos múltiplos, chamado de eco orgâsmico múltiplo.
O dedo de Sergay estimulava a desenvolvida película de carne erecta de sua amante até se virar para ela, desatracando imediatamente.

- Que é esta merda?! Tens a crica toda porca! Toda engordurada. Não a sabes lavar, sua porca?! – perguntou Sergay algo perturbado enquanto olhava de perto para o clitóris.
- … Estava a ser tão bom! Que foi agora? – respondeu ela ainda a tentar entrar na realidade.
- Ainda perguntas o que foi? Tens a entremeada clitoriana toda mal lavada… não a lavas há quanto tempo?
- Não tenho culpa que o meu cão me acorde lambendo a serapilheira. Mas descansa que está mais limpo que o teu nabo cheio de merda! - respondeu ela frustrada pela falta de sensibilidade orgásmica.
- Pois, realmente… Olha para esta merda! Até o cu está sujo. Porca badalhoca! Há esfregões para limpar isso!
- … O quê?! – gritou ela, sustendo a respiração – Tu lavas o cu com um esfregão?
- Bem… - tentando mudar de assunto – Não… achas?! Estava a brincar. - corando de seguida.
- Conta lá então… Foi o Jójó que te enfiou o esfregão! - perguntou ela com um perspicácia assustadora.
- Na verdade passo sempre todo o meu material por CIF para tirar os vestígios de calcário e uso um desengordurador anti-bacteriano para peles sensíveis. O esfregão é só um fetiche… - continuou corando.
- Vá, vamos lá esquecer este incidente. Sugiro então irmos tomar um banho juntos e discutimos isso lá. – Gésica pegou na mão de Sergay e arrastou-o para a banheira.

Num silêncio higiénico mergulharam juntos no banho de espuma…

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Quinta-feira, Junho 09, 2005

A cana

Sentado à beira rio, esperando o sol de verão, Pirilau, sobrinho do senhor Batuma, estendia sua cana na esperança apanhar alguma coisa.
Ainda era aprendiz na arte da cana, todos os dias de madrugada lá iam eles todos contentes, sentavam-se à beira do rio ainda a lua ia a meio. Seu tio fazia-lhe festinhas na cabeça para dar-lhe algum apoio… A arte de erguer a cana era uma tarefa que só um mestre como Batuma podia ensinar.
- Pirilau, solta ai a tua cana com agilidade! Mostra o que és capaz de fazer com ela. – dizia ele muitas vezes em tom brincadeira.
- Mas eu não tenho força para segurá-la! – o pobre rapaz não aguentava tais aventuras, era muito jovem – segure o tio por mim!
- Ó puto, nem pareces meu sobrinho caralho. – disse Batuma demonstrando o apoio que sempre deu – até um maricas segura isso melhor que tu!
O miúdo baixou os olhos e num acto de fúria fez voar a cana para dentro de água.
- Que fizeste tu seu filho da puta, puto de um raio? – o velho em tom raiva solta um soco amigável na criança – Agora vais buscá-la a nabo… a nado!
- O tio só faz isto para me tocar, é um pedófilo, um paneleiro. Eu bem vejo como olha para os outros miudos. Quer que eu segure a cana?! E passa a noite todo nu ao meu lado para quê?
O rapaz vira costas e começa a fugir.

- “o puto tá maluco… Eu que lhe dou tantos chupas e preservativos…” – respondeu o senhor ainda meio branco – Anda cá, eu estava a brincar contigo. Só queria fazer de ti um grande homem…
- Um quê!? – Interrompeu o puto já longe – Ninguém ensina o que não é!

E ali ficou o homem com uma mão na cana e outra a agitar… frustradamente, como a noite que teimava em desaparecer.
O puto, em casa com umas miúdas saltava violentamente, demonstrando categoricamente a arte “pichatória”. Um verdadeiro apreciador do bacalhau c’malho…

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Quinta-feira, Maio 05, 2005

Gésica a curandeira - Final

O quarto decorado com imensas folhas e flores de plantas secas proporcionava um ambiente muito agradável e selvagem. A cama enorme onde cabiam perfeitamente quatro pessoas era dura. No entanto dentro daquele espaço o que mais atenção despertou aos jovens foi o chão, macio como borracha, muito confortável para dormir.

Os jovens sentaram-se no chão e começaram a conversar.

- Ó Jójo, que faço agora?! Ela é mesmo boa pá!! Qual é a técnica de penetração que Bertrand Russel utilizava?! – Perguntou Sergay bastante ansioso.

- Bertrand Russel? Não estas a falar do mesmo homem que eu estou a pensar?! – Responde Jójo bastante confuso com a pergunta – Vamos é esperar que ela volte a entrar. – Concluiu ele.
- Devia estar a confundir com Freud?! Já sei vou fazer um desenho... – Sergay saca de uma folha e um lápis que trazia no bolso de trás das calças e matou a ansiedade em marcas suaves. Em menos de um minuto uma BD completa estava concluída.
- Deixa ver o que fizeste seu “BDniaco”. - Jójo em tom de curiosidade arranca a folha da mão do seu companheiro. Uma bela referência Hentai, em que a personagem principal era Gésica. – Estás mesmo vidrado por ela pá! Vais lá … Partes a bilha toda!

Nesse preciso momento ela entra pelo quarto, ansiosa pelo que ia encontrar. Seus olhos expressivos voltaram-se na direcção dos dois rapazes. Estes ficaram imobilizados quando olharam para ela e ela estava nua.

- É isso que querem? – Perguntou ela adivinhando o desenho que Sergay tinha desenhado.
- Eu não, mas ele parece que sim. – Disse Jójo enquanto se dirigia para a porta e saindo do quarto.

Sergay corou, sem nada dizer, olhando fixamente para os lábios de Gésica, imaginando-a em cima de si.

- Ai é? E o que vês em mim? – Perguntou ela enquanto andava em torno de Sergay, tocando o indicador nos cabelos pretos do rapaz.

- Eu… bem… tenho uma visão meramente filosófica… quer dizer… eu vejo-a como minha deusa sexual. – Soltou ele algumas frases engasgadas pelo cheiro afrodisíaco da sua deusa.

Ela satisfeita pela sinceridade do rapaz pega na cabeça dele e encosta-a aos pêlos do seu sexo.
- Cheira, quero ver o que fazes comigo agora. – Provocou ela, reflectindo as pernas.

Sergay completamente drogado puxa-a para o chão, abre-lhe mais as pernas e lambe-lhe o sexo.

- SIM... Quero algo mais forte. – Ordenou ela no meio de gemidos suaves.

Ele despiu-se todo e com toda sua musculatura saltou para cima da curandeira, proporcionando uma luta Judo-Pornográfica. Gésica satisfeita pedia sempre mais, “mais fundo”, dizia ela.

Sergay num momento de inspiração arquitectónica, pega na sua parceira coloca-a de costas para si e penetra-a violentamente por trás.
- …Q… u… e… po…si..ção… é… est…aaa?- perguntou Gésica completamente histérica.
- Anal Gésica, anal!

E para grande males grandes remédios. Assim se inventou o Analgésico.

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Domingo, Abril 17, 2005

Gésica a curandeira

Gésica era a curandeira mais solicitada na vila de Nabos a Cima. Todos os dramas familiares eram resolvidos por esta sábia. Resolvia as discussões domésticas, os problemas com álcool, os problemas com as vizinhas do lado, o porco que morreu de gula, a galinha sem pescoço que assassinou o galo, enfim, hábitos normais naquela vila provinciana.

Não havia nada que ela não curasse, porém numa bela manhã de Inverno dois jovens encharcados bateram-lhe à porta. (TUC TUC)

- Quem é? Caralho! – Perguntou a curandeira enquanto se dirigia para porta – “Já não se pode fornicar com o cão em paz!?”- pensou ela.
- Olá… - respondeu uma voz baixinha e aguda do outro lado.
- Sr. Gésica, viemos aqui…- continuava o mais alto quando a porta se abriu abruptamente.
- Já sei... a história do costume… – Berrou ela, enquanto saia porta fora encostando seus seios no peito de um dos seus visitantes.
- Mais ou menos. Esta é uma história diferente… - Acalmou Jójo.
- … Eu e o Jójo temos uns problemas. – Continuou Sergay.
- Problemas!? Entrem, estejam à vontade – Disse ela enquanto se desviava para eles passarem.

Encaminhou-os até à sala de estar. Sala decorada com as mais bonitas penas de aves… Um brilho de cor que tornava aquele ambiente bastante leve e acolhedor.

- Podem-se sentar ali no sofá laranja. – Recomendou Gésica.

Ficaram sentados de frente para uma poltrona vermelha, que à primeira vista parecia mais confortável que a deles. Nela a bela curandeira sentou-se cruzando as pernas, claras e depiladas. Apesar dos seus quarenta anos, o seu ar juvenil fazia crer que tinha pouco mais de 20.

Os dois jovens por momentos ficaram em transe com a visão erótica da curandeira.
- Então meus meninos?! Parem de olhar para as minhas pernas e contem-me o que vos trouxe aqui. - Disse ela com a sua voz experiente mas erótica.

- … é complicado falar nisso, é uma questão de sexualidade indefinida, não é bem como na Grécia antiga... – Começou Sergay a divagar, ainda a recompor-se da visão erótica da quarentona.
- Na verdade, é que nós somos pessoas normais, heterossexuais, só que entre nós dois é diferente, quando estamos sozinhos transformamo-nos em... – Continuou Jójo, corado por ter reparado que ela não usava cuecas.
- Sinto que vossas visões eróticas a meu respeito continuam a crescer. Não sei se isso facilitará a observação do vosso problema... Mas o que aconteceu entre vocês afinal? - Interrompeu ela sentindo-se estranhamente observada.
- Tivemos um experiência homossexual dolorosa… nem nos treinos fico assim… - Corou Sergay ao contar a parte mais dolorosa – … mas isso é estranho porque estando aqui a contemplar a vossa beleza, parece que o meu colega não me diz nada. – Continuou ele num tom de malícia erótica. Olhando pelo infinito da coxa.
- Mas não estão sozinhos para puderes dizer isso com tanta certeza. Dispam-se no meu quarto e fiquem lá os dois. Quando achar oportuno aparecerei para fazer o diagnóstico. – Ordenou ela, levantando-se e mostrando-lhes onde ficava o quarto.

( Continua - Não percam o diagnóstico, porque eles também não)

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Sábado, Abril 02, 2005

Nalgatorius, o Erectus (IV) - FINAL

Enquanto a língua trabalhadora penetrava profundamente os grandes lábios ficavam mais avermelhados, a dilatação vaginal atingiu os 3 centímetros de raio, e os gemidos dela faziam vibrar as janelas.

Erectus com aquela visão cavernosa sentiu que era o momento de passar ao próximo passo. Segurou no seu pénis e cuidadosamente colocou junto aos dois grandes lábios, agarrou as duas pernas de Afrodite, ergueu-as esticandos-as no ar, à altura de seu rosto. Massajou o clítoris da sua parceira como seu material, enquanto esticava a pele da sua glande para baixo, depois com cuidado inseriu-o dentro da vagina... e entrou TODO. Afrodite deu um berro de extrema satisfação enquanto ele a penetrava com mais intensidade e rapidez. Ela ficou possuída de prazer, fazendo vibrar todas as superfícies dentro e periféricas à sala. Ele porém mantinha-se sereno com um ar de satisfação angelical, silencioso.

Depois de tanta penetração ele mudou de posição deitando-se de costas em cima da mesa, e colocando em cima de si Afrodite, esta que encostou todo seu tronco quente e soado em cima dele. A primeira entrada foi auxiliada pela mão de Nalgatorius mas a partir desse momento foi ela que controlou toda a situação, fazendo descair e subir seu corpo sobre o dele, enquanto os dois órgãos sexuais aumentavam a superfície de contacto entre ambos. Ela estava mais calma, toda aquela excitação tinha-se tornado mais angelical também. Afrodite subiu seu tronco, perpendicular ao parceiro e recomeçou a cavalgar com mais intensidade, fazendo-se notar as primeiras impressões de descontrolo nele. Ela sentindo a exteriorização do prazer em Erectus acelerou as penetrações reiniciando os gemidos de prazer, num duelo erótico que fazia vibrar todo o edifício. As pulsações ultra rápidas no orgasmo simultâneo dos dois jovens fez tremer todo o andar.

- Nalgatorius! Acorda!!! – Berrou a professora de ciências da Natureza.

- Afroditeeee! AHHHHHHH?! – Acorda ele completamente perdido da realidade.

- Nalgatorius! Vai já para a rua. Não se dorme numa sala de aulas e muito menos se fazem dessas coisas! – Dirigiu-se a professora a ele enquanto abria a porta da sala.

- Não se faz o quê…?!

Quando este olhou para baixo tinha as mãos a agarrar o pénis e a camisola estava suja de um líquido branco. Tinha ainda a turma toda a olhar para ele e a troçarem-no. Todos gritavam com ar de gozo por “Erectus”, tendo sido a partir desse dia que ficou a alcunha.

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Sábado, Março 19, 2005

O nabinho do Dr. Chupai

Olá labregos, pseudo-intelectuais da actualidade (políticos), leitores de textos com valor literário (os que especulam demais). Venho aqui apresentar a 1ª edição do “O nabinho do Dr. Chupai”, pretendo com ele curar possíveis traumas de inferioridade e apagar esse grande mal.

Estimadas chupadelas gástricas.

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Leitor camuflado com gorro cor-de-rosa:

Dr. Chupai gostava que indicasse qual o tamanho médio dos pénis, na Europa. Mais precisamente em Portugal na aldeia Ventosa do Casal. Um colega de trabalho queixa-se que não tem erecção quando vê mulheres. Será que o tamanho do pénis dele é reduzido de modo a não se notar diferença?
Obrigado pela sua atenção.

R:
O seu grande rabeta! Primeiro não se devia preocupar com o coiso do seu colega, tal atitude mostra em si algum interesse e preocupação em não conseguir a estimulação rectal. Mas esteja descansado, pela sua descrição o seu colega pega de traseira, e portanto pode declarar-se, e mostrar a sua sexualidade.

Não agradeça. Não quero nada consigo! Sou Másculo!!!

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Leitor camuflado de White Castle:
Olá doutor. UI!!!! Quando vejo o Conde na televisão sinto-me enjoado, não percebo tal situação. A minha mulher obriga-me a ver aquele animal. AI!!! Não sei o que fazer nem o que lhe dizer. Será que ela me está a trair?

R:
FDX. Isto hoje é só maricas! Você está é com medo que ela descubra as semelhanças entre os dois! Esse enjoo é de pensar que lhe está a fazer sexo oral com violência. Aconselho-o a não ver as cenas do cavalo, pois estão a fazer-lhe muitos ciúmes! Siga em frente. Deixe a sua mulher antes que ela admita que está apaixonada pela Cinha.

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Quinta-feira, Março 03, 2005

Nalgatorius, o Erectus (III)

Num momento de lucidez ela retirou a mão húmida do seu companheiro.

- O que foi?! – Perguntou ele num tom de frustração.

- Não queres continuar isto num local menos público? Estamos na rua e estamos a exceder-nos. Daqui a pouco ainda vamos de cana! – Respondeu ela fixando o olhar nos olhos de Nalgatorius, esboçando o seu sorriso rosado.

- Então que sugeres? A minha casa está ocupada… - Continuou ele expressando sua frustração, não resistindo, contudo, a mais um apalpão no soutien descaído de Afrodite.

- Em minha casa também tenho gente… mas podíamos ir para uma sala de aula, a esta hora há algumas vagas! – Sugeriu ela enquanto apalpava suavemente o órgão erecto que saia pela parte de cima das calças.

Ele esticou os dois dedos até dentro da vagina dela e retirou-os de novo, lambendo-os entre a boca dela e dele.

- Vamos!!! – Exclama Erectus excitado, agarrando a mão de sua deusa. Levantou-se e esperou que ela se levantasse também.

Entraram de novo na escola.

Subiram até ao último andar do bloco central. Nesse andar não havia gabinetes de professores e tinha acabado de dar o toque de entrada. Entraram numa sala ao fundo de um corredor que não tinha saída por esse lado. Encostaram duas mesas à porta para evitar uma entrada inesperada.

Enquanto empurrava as mesas, Erectus ia ficando excitado, só de pensar no que poderia fazer naquela sala. Tinha a sensação que desde a primeira vez que vira Afrodite seu Pénis já crescera mais cinco centímetros, ultrapassando-lhe claramente o umbigo.

Afrodite, no lado oposto da sala fechava os estores, quando de repente sentiu uma mão a subir pela parte traseira das calças, subindo e entrando pelo rabo a dentro, ela semi-assustada e excitada soltou um arrepio de prazer. Ele porém sentindo a satisfação dela baixou a mão e massajou os contornos lábias, ela gemeu mais umas vezes, voltando-se e respondendo-lhe com um beijo profundo enquanto desapertava os poucos botões das calças de Nalgatorius. Acariciou-lhe o material de cima abaixo, desapertando os botões da braguilha e tirando-lhe as calças. Afrodite baixou-se, pegou no pénis e meteu-o na boca profundamente, movimentando sua cabeça detrás para a frente em movimentos contínuos e suaves. Só consegui colocar metade mas mesmo assim Nalgatorius soltavam grunhidos de prazer.

Nalgatorius solta um jacto de alívio, voltando-se para sua parceira, segurando as mamas e tirando imediatamente o top, soutien e as calças. Tocou os seus dedos desde o centro do peito até ao ventre, olhou fixamente para os contornos lábias que aquelas cuecas brancas transpareciam, sentindo um arrepio de prazer só com aquele visão. Aproximou sua mão do tecido das cuecas e cheirou, tocando a língua no meio da curvatura. Num toque de êxtase pegou nela em peso e sentou-a sem cima da mesa beijando-lhe a testa. Sua língua molhada desceu em S até ao peito onde soltou umas chupadela ligeira. Desceu lentamente e encostou o tronco dela em cima da mesa onde lhe abriu as pernas. A língua voltou ao joelho, descendo até à virilha direita, lá desviou a cueca e lambeu todo o clítoris.

Ela cerrou os dentes nos lábios, tentando controlar o prazer, apenas como provocação, para que ele mostrasse as suas habilidades.

Erectus, abriu-lhe mais as pernas, rasgou-lhe as cuecas e pegou num lábio em cada palma de mão afastando-os, de modo a que toda aquela superfície pudesse encaixar na sua boca. A língua entrou vagina adentro, em movimentos circulares.

Afrodite não resistindo soltou um grito de prazer, gemendo como uma perdida.

(Se quiserem continuo, ainda falta o mais interessante :P)

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Terça-feira, Janeiro 25, 2005

Nalgatorius, o Erectus (II)

Por uns instantes tentou resistir a outro beijo mas sentiu-se presa à língua, como que um polvo a agarrasse e a estimulasse oralmente. Todo o seu corpo arrepiou-se de cima a baixo, os seios endureceram e precipitaram-se para a frente contra o peito de Nalgatorius, em resposta, o calor genital do parceiro encostou-se ao órgão dela, transbordando o suor para fora das roupas já aquecidas.

Naquele clima de êxtase foram interrompidos pelo segurança do recreio.

- Oh meninos, aqui não se podem comportar dessa forma! Lá fora há muito espaço para essas coisas. - Aconselhou ele, com um ar perverso.

“Se fosse no meu tempo já estava a apalpar aquele papo todo”, pensou ele enquanto os via afastar em direcção ao portão de saída.

Já fora da escola, no jardim a poucos metros da mesma, sentados no banco do jardim e mais acalmados Nalgatorius solta uma pergunta de dúvida:

- Afinal o que queres de mim? Não percebi o que te levou a aproximar-te tão rapidamente… Eu sei o que quero de ti, mas receio as tuas intenções… - confessou ele, temendo a resposta dela.

- O mesmo que tu! Somos o complemento um do outro, os nossos desejos complementam-se de tal forma que me assustam também. – Respondeu ela, enquanto segurava com ternura a mão do seu companheiro e lhe fintava os olhos.

- Que queres dizer com isso… - retorquia ele quando foi interrompido por beijo selvagem, que lhe trilhou os lábios superiores.

Sentiu posteriormente a língua dela a massajar-lhe o céu-da-boca, excitando-o, talvez por isso estivesse com problemas técnicos (algo que a visão mais intuitiva não possa adivinhar). Por sua vez ela era acariciada do peito até às virilhas sentindo algo a alargar-se e a aquecer, algo que nunca tinha acontecido antes mas que a deixavam mais estimulada. A sua boca expelia um paladar diferente misturando-se com as hormonas dele, em loucos trilhos labiais.

Nalgatorius mal conseguia aguentar a força do transe fazendo descer as mãos macias de Afrodite para o seu pénis erecto, sugerindo-lhe um movimento contínuo. Com ela a acariciar-lhe o genital passou a mão até ao umbigo dela, deslocando-a calmamente pelos pêlos dos seus grandes lábios. Desfrutava com carinho todo aquele sonho genital quando descobriu por fim algo saliente por entre os lábios carnudos e íngremes, induziu uma ligeira vibração clitoriana, fazendo-a suspirar de prazer cada vez mais intensamente. Os beijos tornaram-se mais profundos numa solução hormonal efervescente, num lambuzar eroticamente agitado e de suspiros acalorados.

(continua, noutro local perto de alguém)

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Segunda-feira, Janeiro 17, 2005

Nalgatorius, o Erectus

Todos o chamavam assim, Erectus, alcunha pelo hábito de se erguer sempre que via alguém passar, num verdadeiro sinal de atracção.

Numa manhã de Inverno, ao acordar, deu consigo extremamente volumoso, ao olhar para debaixo dos lençóis deparou com uma elevação nas calças de pijama. Por momentos sentiu-se anormal, mas o facto de ter ouvido seus colegas na escola comentarem situações idênticas fez com que descansasse, afinal de contas tinha feito 13 anos à pouco tempo.

Num desses dias de escola, com suas colegas alimentando o corpo, fazendo parecer três anos mais velhas que os rapazes, eis que um rabo mais encurvado e rechonchudo de uma lhe desperta atenção. Sentiu as calças a apertarem de tal forma que foi obrigado a ir para a casa de banho. Ao abrir a braguilha sentiu os seus vinte e cinco centímetros de carne em sufoco. Sentindo-se impotente para acalmar o animal decidiu agitá-lo, lembrando-se das curvas femininas que tinha visto momentos antes. Já quase a sentir o arrepio final de prazer um colega seu entra na casa de banho chamando estridentemente pelo seu nome, Nalgatorius. Envergonhado escondeu o animal, este num estado ainda maior, no lado direito das calças fazendo um chumaço que chegava quase ao joelho.

O colega fora avisá-lo que uma colega boazona queria conhecê-lo, tendo fugido de seguida quando olhou para ele assustado.

Nalgatorius, começou então a sentir uma poderosa dor de barriga, mas mesmo assim dirigiu-se encurvado para fora da casa de banho. Há espera dele estava uma pessoa, olhou debaixo para cima e ao chegar aos joelhos constatou que era uma rapariga, “a rapariga do recreio!”

Suavemente foi contemplando aquela beleza, subindo o olhar e explorando as curvas. Sentiu os seus olhos analisando topograficamente os genitais e os bicos das mamas daquela deusa. Nesse momento sentiu algo diferente, um instinto carnal, um desejo sexual tinha nascido. Olhou finalmente nos olhos que transbordavam de sensualidade e magia, expressando um sorriso majestoso. Ele envergonhado ficou em silêncio, ela apercebendo-se da timidez soltou uma observação:

- Não tenhas vergonha de mim, sou a Afrodite!

Ele sentiu nas palavras dela uma confortável paz, aproximando-se dela dando-lhe dois beijos na face clara e macia de seu rosto rosado.

- Olá! Eu sou Nalgatorius…Quis conhecer-te hoje quando te vi, mas tive vergonha… - expressou ele, com vontade de a conhecer por detrás daquelas roupas sensuais.

“Ela chamava-se Afrodite?! Que nome mais erótico…” pensou ele enquanto olhava com ternura para o seus lábios. Aqueles Lábios carnudos faziam-lhe lembrar as frutas doces de verão.

- Senti em ti esse desejo e é por isso que aqui estou. – interveio ela sempre olhando nos olhos dele.

- Foi?! Como sentiste isso? – perguntou ele espantado pelo comentário dela.

- Sabes, todos nós libertamos esse desejo, chamam-lhe feromonas! E as tuas atraem-me! - respondeu ela um pouco envergonhada pela sua resposta.

- Hum… E como soubeste que eram minhas? Há muitos rapazes no recreio. – largando uma expressão de desconfiança.

- Porque estou a confirmar agora… - corou ela, olhando para o chumaço que o rapaz sustentava .

“Queres que confirme?” Pensou ela enquanto o empurrava contra a parede e lhe dava um beijo salivante na boca.

- … és tu! – disse ela mais contente que nunca.

(continua)

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Quinta-feira, Dezembro 09, 2004

Sonhos Feromonados

Há já muito que Maria Inés tinha desaparecido de sua quinta, no entanto em seu laboratório tinha ficado algo muito cobiçado, um líquido, um verdadeiro rei do sexo universal.

Sabendo disso sua empregada, Jesquina Delgada, dirigiu-se ao laboratório procurando por todo lado, debaixo da bancada, enquanto era penetrada violentamente pelo seu namorado, o domador de cavalos selvagens, Cheval Garanhão. Um nome que já vinha de família de seu pai. Ela continuava na sua busca dentro da Hote enquanto Cheval pipetava rigorosamente seu produto no útero de Jesquina, enfiando-lhe um balão volumétrico (1L) de vaselina no ânus. Ela gemia silenciosamente tentando não se distrair com a perversidade dele.

Em cima da bancada ela bisbilhotava pelo meio de todos os frascos de reagentes sentindo uma nova vaga, era atacada por detrás, Garanhão libertava uma quantidade de amido no vale do rego para obter um pouco mais de energia no material. Enquanto ele dava à bomba, um barulho tipo fritadeira soltava-se no ar, por momentos sentiu que se estava a fazer vácuo e foi então que o seu conteúdo seminal cristalizou-se na ponta do seu cold-finger. No meio de gemidos gélidos e penetrações dolorosas Delgada encontrou o frasco que tanto procurava, bebendo um gole logo de seguida. Ao mesmo tempo que Garanhão lhe fazia um minete Tornado com a língua rodando a 7200 rpm, sentiu-se mais realizada com o líquido ingerido, virou-se e disse:

- Olha lá já podes abrandar a tempestade…Sou lésbica! Agora diverte-te com a mão direita!

Ele responde com o seu ar selvagem e badalhoco:

- Estás assustada? E eu sou trans-sexual, e esse frasco só tem o meu antigo muco vaginal!

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